sábado, novembro 28, 2015

pray

Let me not pray to be sheltered from dangers, but to be fearless in facing them.
Let me not beg for the stilling of my pain, but for the heart to conquer it.

R.Tagore

sexta-feira, novembro 27, 2015

quinta-feira, novembro 26, 2015

Presence

"Unease, anxiety, tension, stress, worry — all forms of fear — are caused by too much future, and not enough presence. Guilt, regret, resentment, grievances, sadness, bitterness, and all forms of nonforgiveness are caused by too much past, and not enough presence". 

Eckhart Tolle

terça-feira, novembro 24, 2015

segunda-feira, novembro 23, 2015

Daredevil


Depois disto, como olhar para os outros da mesma maneira?

quarta-feira, novembro 18, 2015

terça-feira, novembro 17, 2015

Gamma Ray



Muito se tem debatido a eventual morte do heavy metal no início dos anos 90. Porque aconteceu? O que a causou? Seria inevitável? Na ausência de respostas concretas a estas questões, talvez seja mais fácil fazer uma pergunta um pouco mais básica e direta – será que o metal morreu realmente na altura em que os Nirvana lançaram o «Nevermind» e explodiram na MTV e nas tabelas de vendas por esse mundo fora?

Depois de ouvir «Heading For Tomorrow», o álbum que marcou a estreia dos GAMMA RAY em 1990, ou qualquer outro lançamento assinado por bandas como Blind Guardian, Kamelot ou Angra entre 1990 e 1995, torna-se rapidamente óbvio que o alegado enterro do som eterno nunca passou de um mito engendrado pelos departamentos de promoção das grandes editoras. No início da década de 90, a fonte criativa da New Wave Of British Heavy Metal tinha secado e a fusão de hard rock e glam, que uns anos antes florescia na Sunset Strip de Los Angeles, já tinha queimado os últimos cartuchos.

Em 1991, com o lançamento do colossal «Black Album», os Metallica colocaram o derradeiro prego no caixão do thrash. Isso são factos irrevogáveis. No entanto, havia muito a acontecer na cena. Na Europa, os Helloween começavam a afirmar-se como um dos mais interessantes nomes do som pesado mais tradicional e, com a sua genial mistura de speed metal e melodias orelhudas, criaram as pedras basilares para o power metal – como o conhecemos hoje – com a edição dos dois lendários tomos de «Keeper Of The Seven Keys». Nada interessado em deixar-se encurralar criativamente ou ser sufocado pela visão artística em túnel da indústria discográfica, o guitarrista Kai Hansen, força criativa da banda de Hamburgo até então, decidiu deixar o projeto que tinha fundado em 1978 e, pelo caminho, salvou o heavy metal da estagnação a que parecia estar inevitavelmente destinado. 

Se alguém se dirigir a Kai Hansen e lhe disser que foi o grande responsável por manter o heavy metal vivo durante os anos 90, o mais provável é que sejam confrontados com uma risada. No entanto, a verdade é que, desde que formou os GAMMA RAY em 1989, o músico alemão desempenhou um papel crucial na preservação de um som que, sem a sua música e a de todos aqueles que foi influenciando ao longo das décadas, poderia perfeitamente ter caído no esquecimento. Durante as últimas duas décadas e meia, Hansen e companhia assinaram sucessivas declarações de intenção no que toca à sua própria filosofia musical. A estreia «Heading For Tomorrow» continuou o brilhante trabalho que tinha feito com os Helloween; «Land Of The Free» continua a ser considerado um marco do metal melódico veloz e a sua sequela, «Land Of The Free II», editada mais de uma década depois, não lhe fica a dever nada. Pelo meio, fica uma coleção de títulos incontornáveis, entre os quais se contam «Somewhere Out In Space», «Powerplant», «No World Order!», «Skeletons In The Closet», «Majestic» e, já nesta década, os explosivos «To The Metal!» e «Empire Of The Undead», do ano passado. 

Chegados a 2015, basta olhar para trás para perceber que os GAMMA RAY não são apenas "mais uma banda". Aplaudidos em uníssono pela sua leal e entusiasta base de seguidores, há poucos festivais de renome em que não tenham tocado já perante multidões rendidas, há poucas revistas internacionais que não os tenham colocado na capa pelo menos uma vez e a banda de Hamburgo continua a ser uma verdadeira instituição do heavy metal, que nunca repousou sobre os louros conquistados e continua em busca de novos desafios. O mais recente chama-se «The Best (Of)» e pretende reunir num disco-duplo tudo o que de melhor fizeram ao longo da sua valorosa carreira. É precisamente esse também o mote da Best Of The Best – Party Tour 2015, digressão de celebração dos primeiros 25 anos dos GAMMA RAY que vai trazer o quarteto de regresso a Portugal... O embate acontece nos dias 15 e 17 de Novembro no Porto e em Lisboa, no Hard Club e no Paradise Garage respetivamente. 

BIOGRAFIA GAMMA RAY 
Em 1988, depois de ter passado quatro anos com os Helloween, que havia fundado em 1978 com a designação Gentry, o guitarrista (e principal compositor) Kai Hansen decidiu deixar a banda e formar o seu próprio projeto com os seus amigos de longa data Ralf Scheepers (na voz), Mathias Burchardt (na bateria) e Uwe Wessel (no baixo). No início a intenção não era criar outra banda, mas as primeiras gravações de estúdio correram num ambiente tão descontraído que as intenções do músico acabaram por mudar... E, assim, nasceram os Gamma Ray. 

Em Janeiro de 1990 é lançado o álbum «Heading For Tomorrow», que atingiu de imediato grande sucesso na Alemanha e no Japão. Enquanto os Helloween mudavam de pele com o controverso «Chameleon», Kai manteve-se fiel ao som que o tornou famoso anos antes: power metal melódico e bombástico com letras positivas e um trabalho de guitarra fantástico. Na sequência da saída de Burchardt pouco depois das gravações, a estreia ao vivo foi adiada vários meses e aconteceu já com Uli Kusch no seu lugar e após a edição do EP «Heaven Can Wait» em Setembro de 1990. 

Esses primeiros concertos – que marcaram também a estreia do segundo guitarrista Dirk Schlächter – foram um sucesso, sobretudo no Japão, dando origem ao documentário «Heading for the East», filmado em Tóquio. Em Fevereiro de 1991, os músicos começam a trabalhar no segundo álbum e, sob a batuta do produtor Tommy Newton, gravam «Sigh No More», editado em Setembro desse ano. Apesar da orientação mais depressiva, resultado da Guerra do Golfo que estava a acontecer na altura, o disco foi um sucesso e deu origem a uma tour mundial de 50 datas. No início do ano seguinte, trocam de secção rítmica, com os novatos Jan Rubach e Thomas Nack a substituirem Uwe e Uli. A trabalhar na construção do seu estúdio, o grupo só voltaria a gravar em 1993, com «Insanity & Genius» a chegar aos escaparates em Junho. Segue-se mais uma digressão muito bem-sucedida... E outra grande mudança, com a saída de Scheepers. 

À semelhança do que tinha feito nos Helloween, Hansen acumula as funções de guitarrista e vocalista, estreando-se na posição com «Land Of The Free», um majéstico álbum conceptual que deixou a imprensa e o público em êxtase. Sem perderem tempo, lançam de seguida o EP «Silent Miracles» e o álbum ao vivo «Alive '95», que antecedem, no Verão de 1996, a saída de Jan e Thomas. 

Composto apenas por Dirk (que entretanto tinha mudado de novo para o baixo) e Kai, «Somewhere Out In Space» foi antecedido pela edição de outro EP, «Valley Of The Kings», ambos gravados com Daniel Zimmermann na bateria e Henjo Richter na guitarra. O que se sucede depois é uma sequência de registos e digressões de grande sucesso, com «Power Plant» de 1999, a regravação de material antigo «Blast From The Past» de 2000, «No World Order!» de 2001, o ao vivo «Skeletons In The Closet» de 2003 e «Majestic» de 2005 a manterem o nome dos Gamma Ray bem vivo. Já em 2007, é editado «Land Of The Free II» (a esperada sequela do muito aplaudido álbum de 1995) e juntam-se aos Helloween para uma digressão como co-headliners. Três anos depois lançam o décimo álbum de estúdio, «To The Metal!» e, em 2012, Zimmermann abandona após quinze anos de colaboração, sendo rapidamente substituído por Michael Ehre. Encontrada a estabilidade necessária, gravam «Empire of the Undead» na Primavera de 2014 e, já em Janeiro deste ano, foi disponibilizada a compilação «The Best (Of)», que reúne 25 dos seus temas mais emblemáticos e que serve de mote à Best Of The Best – Party Tour 2015.

segunda-feira, novembro 16, 2015

Apesar de tudo...

...saudades!!! :) 

domingo, novembro 15, 2015

I spy with my little eye

 

Fim de semana dedicado ao update cinematográfico, em ano de James Bond.

sábado, novembro 14, 2015

sexta-feira, novembro 13, 2015

Thin Lizzy Riding a Black Star


Os Black Star Riders vão passar por Lisboa para um concerto único dia 13 de novembro no Paradise Garage. A banda irá apresentar o mais recente álbum “The Killer Instinct” lançado em fevereiro de 2015. 
 Em 2010 Scott Gorham anunciou o regresso dos Thin Lizzy com alguns dos elementos que fizeram parte da banda. Contudo, após um período de digressões entre 2011 e 2012, o grupo anuncia que o disco não seria lançado em nome dos Thin Lizzy e que um novo nome ia surgir. Black Stars Riders, foi assim que se apresentaram aos fãs e lançaram o seu primeiro álbum “All Hell Breaks Loose”, em maio de 2013. 
O êxito da nova banda foi facilmente alcançado graças ao já conhecido sucesso dos seus elementos, Scott Gorham com todas as encarnações do Thin Lizzy desde 1974 e com 21 Guns, Ricky Warwick com The Almighty, Robbie Crane com Ratt, Damon Johnson com a sua banda Brother Cane, e Jimmy DeGrasso que trás consigo na bagagem várias atuações com Megadeth, Suicidal Tendencies, “White Lion” e Alice Cooper.

quinta-feira, novembro 05, 2015

quarta-feira, novembro 04, 2015

guerra

Conversa de WC, hoje de manhã entre um pai exausto e ensonado e uma filha com a carga toda:

O pai sopra e bufa, cansado logo de manhã.
- Que se passa pai? - Pergunta ela com uns grandes e inquisidores olhos.
- Oh filha, - responde o pai com um meio sorriso -  o pai está cansado, sabes?
- Ela franze o sobrolho, sorri e diz - Outra vez?

Conversa real.

segunda-feira, novembro 02, 2015

domingo, novembro 01, 2015

Three Arrows

Three arrows, defiantly protruding from my shoulder. Shot with amazing accuracy and precision, they stand there upright and rigid, just a few inches from one another. Each with its own color and shape, so different from one another, but so equal in their purpose. Each belonging to a different marksman, plain to see, but all of them seemingly shot with the same objective. To wound, not to kill. Armed with special reinforced steel tips, they've pierced through me like a hot knife through butter. In and out and there you have it, stuck, like a hook in a fish's mouth. Urgent excision required, but no one capable of doing the deed except me. To find the courage, a previous task, conditio sine qua non of freedom.

Gunther Dünn