terça-feira, dezembro 31, 2013

Bye bye 2013!


2013, chegaste e foste! Chegaste e atiraste-nos com tudo e mais alguma coisa para a frente e para cima de nós! Foste um ano determinante, sem sombra de dúvida, mas também um ano cheio de obstáculos e decisões e chatices e aborrecimentos e preocupações! Um ano que, a tantos níveis, uns realmente desnecessários, determinará os próximos anos, senão mesmo décadas. Mas, conforme já escrevi antes, a memória humana, ou pelo menos a minha, tem destas coisas...com o tempo, só o bom ficará à tona e, nesse campo, 2013, foste realmente bom, pelo que agradeço! Esperemos que o teu irmão mais novo que está aí a rebentar seja mais calminho e seja mais fácil de domar. Para já, 2013, chegaste e atiraste com tudo e mais alguma coisa para o nosso caminho. Mal ou bem, a verdade é que conseguimos contornar ou saltar por cima de tudo isso, e cá estamos! Somos três agora!

quarta-feira, dezembro 25, 2013

Merry Xmas!!!!!



E mais um! Mais um? Este ano, obviamente, será um Natal diferente, com tudo o que de bom e mau possa trazer! Bom, pelas razões óbvias, e por finalmente começar a voltar a fazer sentido, menos bom, pelo esforço de organização extra que acarreta! Mas, estou em crer que o lado bom suplanta e suplantará sempre daqui para a frente! Mais um Natal, mas um Natal diferente e um culminar de um ano super agitado! Valha-nos a música! Um Bom Natal a todos, o melhor possível!



terça-feira, dezembro 24, 2013

Merry Axemas!


Silent Night/Holy Night Jam - Joe Satriani

sexta-feira, dezembro 20, 2013

segunda-feira, dezembro 09, 2013

Jup's Return

Twas that time of the year again. The unmistakeable scent of blooming mistletoe fluttered in the air, as well as the smell of Santa's Little Shop Toy Factory' chimneys starting to heat up. Jup knew or rather, felt it, even before he woke up. He eventually opened his eyes, slowly and realized the obvious: it WAS that time of year again. "Better wake up and smell the coffee!" he said to himself. He got up and reflected on what had come to pass in these last few years. 
Five years ago he felt quite jaded with all the events that surrounded this time of the year, despite all of his years of experience. Back then he had felt quite weary and tired, and not so happy with all of his Christmas chores in the factory. With all his obligations, shedules and responsibilities that burdened him during this period of the year, it came as no surprise then that he felt the way he felt then. But he eventually came through and managed to solve his problems or, better said, issues. He had a long talk with Santa and that helped. Just to take it out of his chest, put it out in the open. It helped. Santa realized he needed a happy, effective and functioning Jup, to solve all the details he couldn't deal with. Mainly because he took a month off before all the Christmas madness. Preparations now started earlier, in order to give everyone time to do all the work in time and peace, and that simple measure did wonders for Jup's state of mind. He could now organize things without that overwhelming feeling of helplesness that possessed him before. And all went well ever since.And this would be a very good way to finish Jup's story if not for the simple fact that it didn't really end there.
This year Santa decided to provide more help. The system was computerized for the first time, and Santa also promoted Jakk, another fellow gnome as Jup special helper for that time of year. But truth be told, Jup thought that Santa may over did it...things were fine and back in order, and probably these two new "solutions" didn't help as much as Santa may have thought. "Too much novelties to cope with!" thought Jup, but he had to make do with what he had.
Jakk was a good worker and willingly and happily wanted to help. But, inadvertedly, Santa burdened Jup with another set of decisions he had to make. Altough he was a good team worker he mainly did everything alone, not because he didn't trust the others, but because he felt things ran smoothly if he did everything. Sharing the burden of task management and organization looked fine on paper, but Jup thought otherwise. He didn't know how to deal with his "co-manager" in an effective way, and that was weighing on him, and making him slow, exactly the opposite of what was needed.
And let's not talk about the time he had to lose trying to learn and understand the computer stuff. "No presents for you Mr. Gates!!"
He prepared himself a hot cup of coffee and drank it slowly. "Nah...i'm ok with Christmas, i'm not tired of it anymore, but like this...it's not the same anymore...too much organization effort needed, and an effort not directed to the real purpose of what Christams should be about...it's not the same. It's different, and i'm yet to know if the difference will turn out to be for the better".
That was the real issue right there. Change. Maybe the fear of change on how things would be done form now on was scaring him a little. Not so much "scaring" in the real sense of the word, but somehing like a tired feeling of having to re-organize everything again, and lacking the energy to do it, and deal with all the new stuff that went by with it...
"Guess that's the way it's gonna be, so i'd better make the best of it, or, at least, make do with what i've got now." He finished his coffee, got dressed, picked up his tiny green spiky hat, and grab the door handle. "It'll all go down well. It simply has to!"
With a half sigh half deep breath, he opened the door and stepped outside, seeing almost immediately Jakk on the curb waiting for him, looking a bit uneasy.
"Let's rock and roll then, my friend, if i managed to get here, i'll manage to get further. I'll manage. We'll manage", he thought, with a faint smile, while closing the door behind him.

Gunther Dünn

domingo, dezembro 08, 2013

quinta-feira, dezembro 05, 2013

terça-feira, novembro 26, 2013

segunda-feira, novembro 25, 2013

segunda-feira, novembro 18, 2013

sexta-feira, novembro 15, 2013

Amorphis



 


 Finlândia – a Terra dos Mil Lagos e um dos países europeus com maior taxa de exportação de música pesada. Apesar de ser atualmente uma das “potências” com mais força no que toca à produção de heavy metal em todas as suas vertentes, as coisas nem sempre foram assim e, durante a primeira metade dos anos 90, os AMORPHIS foram cruciais na tarefa de levar ao mundo o metal finlandês com discos incontornáveis como «Tales From The Thousand Lakes» ou «Elegy». Antes dos Nightwish, dos Children of Bodom ou dos HIM, já os AMORPHIS estavam lá e, ao longo de uma carreira que por esta altura já ultrapassou a marca das duas décadas, o coletivo oriundo de Helsínquia conseguiu conquistar o seu lugar de destaque no panteão do som de peso. 
Agora, depois de um regresso apoteótico aos palcos nacionais para uma atuação marcante na edição de 2010 do Vagos Open Air e de dois concertos em nome próprio no ano seguinte, o quinteto vai estar novamente de volta a Portugal, desta vez para um espetáculo único integrado na Circle World Tour. Depois de terem comemorado o vigésimo aniversário há três anos e entrado na segunda década de carreira com o pé direito e uma vitalidade impressionante, bem espelhada no muito aclamado «The Beginning of Times», os AMORPHIS estão de regresso aos discos e aos concertos com o 11º registo de estúdio. 
Gravado pelo reputado Peter Tägtgren, «Circle» é já o quinto disco com Tomi Joutsen no lugar de vocalista e mais uma excelente prova de que, hoje em dia, o sexteto – que fica completo com Esa Holopainen e Tomi Koivusaari nas guitarras, Niclas Etelävuori no baixo, Santeri Kallio nos teclados e Jan Rechberger na bateria – ainda soa tão relevante como quando saiu do underground para conquistar o mundo com a sua abordagem muito sui generis ao death metal. 
Com a regularidade que já se lhes conhece, os finlandeses não perderam tempo depois de terminarem a sua muito bem-sucedida última digressão mundial e fecharam-se na sala de ensaios a compor novo material. Saíram de lá com nove temas bem compactos e refrescantes debaixo do braço, com a figura de um homem entre o abismo e a salvação, que usa a sabedoria dos deuses finlandeses para encontrar o seu rumo, a servir-lhes de inspiração. Com o seu híbrido de elementos obscuros, étnicos e progressivos há muito cimentado, o grupo saca um coelho da cartola e continua a surpreender muito graças à sua capacidade de reinvenção dentro do nicho que criaram para si próprios nos idos da década de 90 – «Circle» é o primeiro disco desde «Far From The Sun», de 2003, a não ser produzido por Marco Hietala (dos Nightwish e Tarot) ou baseado no “Kalevala”, o épico nacional finlandês. 
O resultado mostra um ligeiro incremento de peso em termos gerais e, simultaneamente, prova que a banda não perdeu nem um grama do espírito experimental que sempre a caracterizou. Longe de marcarem um retorno às raízes mais agrestes, até porque este é um daqueles grupos que nunca se deixou prender demasiado pela nostalgia, canções como a imprevisível «Hopeless» ou a épica «Enchanted By The Moon» misturam com uma classe considerável ingredientes já conhecidos com outros novos, numa muito inteligente e progressiva combinação do que fizeram de melhor nos anteriores «Skyforger» e «The Beginning of Times». Infalíveis na qualidade da composição, dos arranjos, da execução e do sentimento que imprimem a tudo aquilo que fazem, os AMORPHIS são um caso raro de talento e longevidade criativa. 

BIOGRAFIA AMORPHIS: 

A dar cartas, primeiro a nível underground e, poucos anos depois da formação em 1990, na cidade de Helsínquia, em massa, os Amorphis são um nome incontornável do boom do metal europeu da década de 90. O grupo inicialmente formado por Tomi Koivusaari (guitarra e voz), Esa Holopainen (guitarra), Olli-Pekka Laine (baixo) e Jan Rechberger (bateria) tomou de assalto a cena com a maqueta «Disment Of Soul» e assinou rapidamente contrato com a Relapse, que disponibilizou «The Karelian Isthmus» em 1993. Apenas um ano depois, com a edição do magnânimo «Tales From The Thousand Lakes», a banda transformou-se num verdadeiro fenómeno. Mais embrenhados no seu death metal progressivo em que os teclados começavam a ter um papel cada vez mais preponderante e utilizando pela primeira vez o épico nacional “Kalevala” como fonte de inspiração lírica, os músicos gravaram aquele que é um dos mais revolucionários e inovadores discos de death metal da década de 90. As digressões tornaram-se mais frequentes, várias passagens pela Europa e a primeira incursão pelo território norte-americano permitiram-lhes espalhar a mensagem para fora do seu país. O álbum seguinte, «Elegy», sucedeu a alguns ajustes a nível de formação e direção musical. O novo vocalista, Pasi Koskinen, adaptava-se na perfeição à música progressivamente mais centrada nas teclas, nos sons psicadélicos de guitarra e em belíssimos arranjos vocais. Três anos depois, «Tuonela» aproximou esta nova abordagem musical da perfeição – uma mistura contagiante de heavy, death e doom condimentada por diversas influências exteriores ao metal, incluindo folk, prog e psicadelia. «Am Universum» viu-os mergulharem de cabeça nas suas tendências progressivas e «Far From The Sun», de 2003, mostrou-os a explorar influências étnicas e a canalizar um espírito muito Pink Floydesco. Durante a segunda metade de 2004, o carismático Koskinen decidiu abandonar o projeto e foi rapidamente substituído pelo desconhecido Tomi Joutsen. «Eclipse» o primeiro fruto desta nova formação, surpreendeu muita gente, sobretudo pela forma como apresentou uma banda revigorada e a mostrar que ainda tinha muito para dar. O disco entrou para a tabela de vendas finlandesa e tocaram-no ao vivo por toda a Europa frente a plateias rendidas. Tomi, por seu lado, parecia ter injetado energia renovada nos Amorphis e «Silent Waters» (de 2007) revelou-se o disco mais bem-sucedido de sempre na carreira dos finlandeses. O grupo não só tocou em todos os grandes festivais de Verão como ainda fez digressões em toda a Europa, Rússia, Estados Unidos, Canadá e Japão. Pode parecer incrível, mas «Skyforger» (de 2009) levou-os ainda mais longe. O álbum, assim como o single «Silver Bride», entrou diretamente para o primeiro lugar da tabela de vendas finlandesa e o sexteto foi pela primeira à América Latina, seguindo-se a Forging Europe Tour no Outono. Comprovando a vitalidade de que goza desde a mudança de vocalista, os músicos focaram-se na gravação de temas do seu fundo de catálogo para a coletânea «Magic & Mayhem – Tales From The Early Years» e, sem perder tempo, gravaram o sucessor do muito bem-sucedido «Skyforger». «The Beginning Of Times» foi gravado por Marco Hietala (dos Nightwish e Tarot) no seu estúdio caseiro em Kuopio e, posteriormente, misturado pelo reputado Mikko Karmila. O disco chegou aos escaparates em Maio de 2011 e, no mês seguinte, a banda embarca na extensa The Beginning Of Times Tour. Muitos concertos, aplausos, salas esgotadas e dois anos depois, os Amorphis lançam finalmente «Circle», o 11º álbum numa carreira brilhante.

quarta-feira, novembro 13, 2013

terça-feira, novembro 12, 2013

Muitos dizem que a lei é "chinês". E, em boa verdade, depois de tantos anos a lidar com a dita, devo dizer que está cada vez pior. Mas era escusado ser tão figurativo!

sexta-feira, novembro 08, 2013

The Power of Words

"It's not what you say that matters...sometimes it's how you say it"...for the better and for the worse.

quarta-feira, novembro 06, 2013

segunda-feira, novembro 04, 2013

...

...back to your ordinary life....everything has an ending.

domingo, novembro 03, 2013

Orphaned Land @ Santiago Alquimista


Grande, grande concerto de uma banda que cada vez soa e está melhor e mais interessante. Venham mais!

sexta-feira, novembro 01, 2013

quinta-feira, outubro 24, 2013

quinta-feira, outubro 17, 2013

Man of Steel


Apesar de não ser grande fã do personagem, e apesar de saber que este filme sofreu duras críticas dos fãs, devo dizer que é, efectivamente o melhor filme do Super-Homem. Lamento, nem na altura os filmes do Christopher Reeves me convenceram. Chatos e algo patéticos. Eis o Super-Homem das BDs finalmente. A única crítica com a qual concordo é a que refere a existência de destruição e devastação inacreditável para o Super-Homem...realmente, que raio de super herói é este que destrói metade duma cidade, senão mais, numa luta interminável com os seus conterrâneos? Mas pronto, de resto, um bom filme.

quarta-feira, outubro 16, 2013

Spot the differences

Enfim, os americanos continuam a demonstrar um grande interesse e predilecção por, bom, rebentar com a Casa Branca. Não contentes com os filmes anteriores que se limitavam a mostrar o edifício a ser explodido ou demolido por ataques extra terrestres, tremores de terra ou outras catástrofes naturais, desta vez acharam que deviam mesmo invadir o raio da casa, matar umas largas centenas de pessoas, tomar refém o Presidente da República e, bom, destruir tudo. E, este ano, não só o fizeram uma vez, como acharam melhor fazê-lo duas vezes. Não percebo bem a indústria cinematográfica hollywoodesca, mas questiono-me sobre a inteligência de lançar, no mesmo ano, dois filmes com a mesmíssima premissa. Num temos um agente dos serviços secretos "has been", no outro um "wanabee" . Num temos os norte-coreanos como representantes do Mal, no outro a ameaça é interna e doméstica, tanto num como outro o Presidente é um tipo jovem, com boa imagem, e com ideias inovadoras para o cargo. Em ambos temos um plano da bandeira trespassada por balas e/ou a cair do mastro. Simbolismos desgraçadamente clichés. Enfim, apesar de tudo isto, ambos proporcionam entretenimento agradável, sem precisar de puxar muito pela cabeça. Um é mais violento e "irreal" e pretende levar-se mais a sério. O outro tem bastante mais humor e a violência é menor, mas de resto vêem-se bem. Adiante e viva o Cine Troika! 

terça-feira, outubro 15, 2013

A BAD day to die hard


De facto há coisas que custam muito a morrer...a série ou franchise, como agora está na moda dizer, dedicada às aventuras e desventuras de John McClane está a fazer jus ao nome, e custa a desaparecer...já não faz qualquer sentido a meu ver, e este novo filme vem provar exactamente isto. Não tarda chegavam ao conceito original do livro em que o primeiro filme foi baseado: um polícia de NY velho, e reformado que luta por salvar a NETA refém num arranha céus. Livro, por sinal, bastante interessante, e que nada tem a ver com o primeiro filme. Mas perdoa-se facilmente isso, pois trata-se, na verdade, de um bom filme.
Mas bom, o conceito começa a deixar de fazer sentido, ou, por outras palavras, já chega. A coisa devia ter acabado no segundo filme, no aeroporto. O que veio a seguir, enfim, foi corriqueiro e bastante normal...mas ainda assim, longe de ser algo aborrecido, inconsequente e sem qualquer interesse, como é este novo A Good Day To Die Hard.
A novidade está na introdução do McClane Júnior, desempenhado por um actor inexpressivo sem qualquer piada ou humor, matando-se assim um dos preceitos que fez o sucesso da série inicialmente. Consta que haverá outro, desta feita sem o Sénior...duvido muito que o Júnior tenha carisma suficiente para carregar um filme, mas pronto, eles é que sabem. Melhor para o Bruce Willis que, neste filme, mais não é do que um side kick, meio atarantado e arrastado para uma história que não lembra ao diabo. Nestes tempos agitados, agradeço entretenimento e diversão sem grandes exigências, mas isto é por demais obtuso. Siga.

segunda-feira, outubro 14, 2013

The Lone Ranger


Don't mind the critics! É o que mais se vê e lê nas reviews do IMDB. E não podia haver conselho mais adequado. Nunca me passou pela cabeça ir ver o filme, até porque tal me tem estado impossibilitado pelas razões óbvias. Todavia não me parece que o fosse ver de qualquer forma. Não só pelo personagem, à qual nunca reconheci grande interesse, mas também por ouvir dizer que era um filme, basicamente, do Johnny Depp, onde ele dava largas às maiores esquisitices. Não me cheirou. Pois, eis senão quando me vejo forçado a retractar-me. Um belo filme de aventuras, repleto de excelente humor, proporcionado, na sua maioria por Depp, claro, pois se o filme é efectivamente dele. Há lá um tonto qualquer com uma mascarilha, que até não vai mal, mas realmente é o Tonto que prevalece. Boa coboiada, para variar.

terça-feira, outubro 08, 2013

John Carter


Eis um filme criminosamente ignorado, criticado e atacado! Não sei porquê na verdade. Talvez porque ao vê-lo vêm à memória uma série imensa de filmes onde já tinha visto isto, o que leva muitos a criticarem o cariz demasiado visto ou "clichè" do filme. Mas a verdade é que filmes e escritos como Avatar, Star Wars, Flash Gordon, Buck Rogers vieram buscar, senão toda, pelo menos muita inspiração aqui. Quase que se pode dizer que o "John Carter" foi activamente pilhado e reciclado ao longo dos anos, poucos se lembrando da fonte posteriormente. Honra feita ao James Cameron que, apesar de ter feito um filme bastante aborrecido em "Avatar", reconheceu a influência directa. Portanto, referir que o filme é pouco original é não saber contextualizar a coisa. Esta adaptação da obra de Edgar Rice Burroughs (esse mesmo, o do Tarzan), segue o original bastante à risca...e foi escrita em 1911! Ou seja, só em 1928 surge "Buck Rogers", e "Flash Gordon" apenas em 1934! Ambos partem também da premissa "terráqueo transportado para outro planeta, onde acaba envolvido numa espécie de guerra civil entre várias facções/raças". Porém, a verdade é que o passar do tempo não foi favorável à obra de Burroughs, que veio a ficar mais famoso pelo Tarzan, (não sei bem porquê, mas o facto de desde cedo terem feito filmes deve ter ajudado) que pelo John Carter. Assim sendo, eis um filme que surpreendeu e muito pela positiva! Um típico e bem feito filme de aventuras série B, onde o costumeiro Bem combate o habitual Mal, tudo para gáudio dos espectadores. A inocência e a ingenuidade que é apreciada por muitos em Indiana Jones e Star Wars,  está aqui bem exposta. Um filme que vale bem a pena.


 
"A chemical dependency for sanity...have i really lost control?"

segunda-feira, outubro 07, 2013

World War Z

 
Algo me diz que perderam aqui uma bela oportunidade de fazer um Grande Filme. Algo me diz também que, como já vai sendo costume, o livro será consideravelmente melhor que esta adaptação cinematográfica. As ideias estão lá, nitidamente, mas foram pobremente executadas, quer-me parecer. Enfim, um filme que entretém, com algumas cenas dignas de nota (em Jerusalém, especialmente), mas, no fim, nada que não tenhamos já visto. "28 Days Later" ainda continua a ser O filme, para mim.


domingo, outubro 06, 2013

Iron Man 3


Um fim digno da trilogia que relançou o conceito de filmes de super heróis, e que criou um padrão quase insuperável. Apesar de tudo, dos três, é capaz de ser o menos bom. Pouco Iron Man, demasiado Tony Stark a brincar ao 007. O plot twist do Mandarim não foi, de todo, do meu agrado, mas vá, há adaptações que têm de ser feitas assim. Seja como for, um filme agradável, em curva algo descendente, pelo que em boa hora termina, julgo eu. Venham os Vingadores!


terça-feira, outubro 01, 2013

Strike two!!

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Here we go again!

quarta-feira, setembro 25, 2013

terça-feira, setembro 24, 2013

segunda-feira, setembro 23, 2013

Winery Dogs



 

"Os THE WINERY DOGS, um dos projetos mais badalados e antecipados dos últimos tempos no campo do rock, vai estrear-se em Portugal já no próximo dia 23 de Setembro, com um espetáculo único no Paradise Garage, em Lisboa.O nome e a banda até podem ser relativamente desconhecidos, mas os músicos que estão por trás deste power trio estão entre os mais aplaudidos, talentosos, exímios, reputados e influentes nos universos do hard rock. Os THE WINERY DOGS são, verdade seja dita e sem ponta de exagero, três verdadeiros fenómenos na arte de fazer e tocar música de qualidade superior: Richie Kotzen na guitarra e voz, Bill Sheehan no baixo e Mike Portnoy na bateria. Três instrumentistas excecionais que, no seu currículo colectivo, têm inscritos nomes como Dream Theater, Mr. Big e Poison – e que agora se uniram para encantar com uma coleção de grandes canções apoiadas num nível de musicalidade sem precedentes. Após ter abandonado subitamente os Dream Theater e de se ter envolvido em diversos projetos de alto gabarito, Mike Portnoy está de regresso com uma banda que, feitas as contas, é um sonho para qualquer fã de boa música tocada de forma exemplar. O currículo dos músicos fala por si próprio, com três dos mais dotados intérpretes de que há memória nos seus respetivos instrumentos de eleição a juntarem-se para fazer magia juntos. Nesse sentido, a abordagem um pouco mais simples e direta da estreia «The Winery Dogs» acaba por soar como uma lufada de ar fresco – e, acima de tudo, como uma excelente surpresa. Ao contrário do que seria expectável, aqui não há lugar para os habituais truques ou malabarismos exagerados a nível instrumental que caracterizam as experiências deste género, com os três músicos a optarem por focar-se na escrita de canções, na verdadeira assunção da palavra, que permitem a Kotzen brilhar a nível vocal com um registo quente e bluesy que até aqui, provavelmente, ninguém sabia que estava dentro dele."

terça-feira, setembro 17, 2013

segunda-feira, setembro 16, 2013

Back...

...and those were the days...


sigh...