sexta-feira, agosto 31, 2012

Um conselho

Regras de elaboração de um relatório de actividades.

Talvez demasiado chatas e restritivas.

Mas uma coisa é certa: analisar e pensar na participação numa actividade qualquer, não é - repito: NÃO É - uma actividade de per se. Como tal, não se afigura como algo a constar de um relatório que, lá está, se dedica e debruça sobre....actividades. Pois se não é tal... Pensar em fazer NÃO é uma actividade. FAZER é que é uma actividade. Portanto, quando efectivamente participamos, activamente (cá está...) na actividade que antes analisámos apenas intelectualmente, AÍ SIM, está a realizar-se uma actividade. Actividade essa que, sim senhor deverá ser relatada num Relatório de Actividades. Parece simples. Mas se calhar não é. É como a "emissão de pareceres". Trata-se de uma actividade através da qual se emitem pareceres (parece ser óbvio pela designação), e não uma actividade pela qual se preenchem questionários e inquéritos. Acho eu, sei lá. É tudo muito difícil, muito complexo. Uma tragédia. Uma hecatombe intelectual.

quinta-feira, agosto 30, 2012

Português claro???


E que tal escreverem logo em português claro?

sexta-feira, agosto 24, 2012

Batman TDKR


Não há tempo para descrever o quão excelente este filme é. Uma conclusão perfeita para uma trilogia extraordinária que redefeniu por completo o universo Batman e dos filmes de super-heróis. Aliás, será difícil voltarem a pegar no Batman e fazerem melhor.







quinta-feira, agosto 23, 2012

TNFO

E eis o que roda incessantemente, no computador, no carro, no mp3 portátil. Não consigo parar de ouvir. Raio de disco infeccioso ou aditivo. Retro até mais não, sacado directamente dos confins dos anos 70, dos Deep Purple, dos Kiss, Rainbow, Boston, etc etc. Tudo aquilo que, nos dias de hoje, não é cool, mas que se lixe, pois é um disco fenomenal. Com membros dos Arch Enemy e dos Soilwork ao barulho é surpreendente como conseguem afastar-se radicalmente do metal extremo, por que são conhecidos e apresentar esta obra de melodia ultra orelhuda, quase pop e, até algum 'disco sound'... "West Ruth Avenue" é, realmente, uma das canções mais catchy de 2012.






terça-feira, agosto 21, 2012

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Teresa!

sábado, agosto 18, 2012

Pessoa

Considerada em si mesma, a administração de Estado é o pior de todos os sistemas imagináveis para qualquer das três entidades com que essa administração implica. De todas as coisas “organizadas", é o Estado, em qualquer parte ou época, a mais mal organizada de todas (...). É preciso, contudo, que as sociedades, sejam o que forem, se governem; é forçoso que haja um Estado de qualquer espécie. E esse Estado é chamado a governar uma coisa que não sabe ao certo o que é, a legislar para uma entidade cuja essência desconhece, a orientar um agrupamento que segue (sem dúvida) uma orientação vital que se ignora, derivada de leis naturais que também se ignoram, e que pode portanto ser bem diferente daquela que o Estado pretende imprimir-lhe. Assim o mais honesto e desinteressado dos políticos e dos governantes nunca pode saber com certeza se não está arruinando um país ou uma sociedade com os princípios e leis, que julga sãos, com que se propõe salvá-la ou conservá-la (...). Viciosa, assim, em sua própria essência, a administração de Estado sofre ainda a viciação proveniente de ser exercida por e através do tipo de indivíduo que em geral forma o funcionário público. Salvo para as carreiras militares — em que há abertas especiais para a ambição e para a energia —, nenhum homem de verdadeira energia e ambição entra para o serviço fixo do Estado. Não entra porque não há ali caminho para a energia, e muito menos para a ambição. O novelista americano Nathaniel Hawthorne marca isto com extraordinário relevo no prefácio do seu romance "A Letra Encarnada". Formado, pois, de um conjunto de homens necessariamente inferiores nas suas qualidades de acção, o serviço público civil resulta universalmente incompetente e desleixado e, derivadamente em sociedades eivadas de qualquer vírus corruptor, mais corrupto que qualquer outro conjunto.

(in "Régie, Monopólio e Liberdade" - 1926)

sexta-feira, agosto 17, 2012

Pessoa

O modo de encarar a vida, ou, pelo menos, certos aspectos da vida, varia de país para país, de região para região. A humanidade, sem dúvida, é a mesma em toda a parte. Sucede, porém, que em toda a parte é diferente. É a mesma nas coisas essenciais, nos sentimentos fundamentais; mas, as mais das vezes, não são as coisas realmente essenciais que ela tem por essenciais, nem os sentimentos fundamentais que a preocupam como fundamentais. Em todos os tempos, em todas as terras, é o local, o superficial, o ocasional, o que mais tem preocupado a humanidade.

(in "A Essência do Comércio" 1926)

sexta-feira, agosto 10, 2012

Tá frio!


Nitidamente os nadadores salvadores dos dias de hoje pertencem a uma espécie mais 'molezinha', trinca espinhas friorentos equipados com capuzes e mantinhas. Uma tragédia. Que diria o grande Mitch Whatever das Marés Vivas, essa mítica série onde havia uma grande exposição de peitaças por metro quadrado???

É claramente um choque.

sexta-feira, agosto 03, 2012

quinta-feira, agosto 02, 2012

quarta-feira, agosto 01, 2012

National Geographic


"In never before seen still footage we were able to caught the well known seagull exercizing his highly skilled hunting rituals. Not entirely satisfied with the meagre meal - a tiny crab - the male seagull is able to sneak around and overcome obstacles in order to effectively stalk bigger preys. Bigger and juicier. See how it observes and measures the big mammal washing unconcerned in the sea..."