terça-feira, julho 31, 2012

segunda-feira, julho 30, 2012

Grand stand


Against everything, against everyone. Here i make my grand stand, final as it may be, but my own. Sticks and stones may be thrown but they will only find my broad frown, proud and defiant, standing tall like a mountain. Be gone from here, or try as you may, but what does not kill me will only make me stronger. Here is my final frontier, where i stand fast and draw the ultimate line. From here on only strenght and pain you'll find. So try your best and brace yourself, for Hell may be what you find. My innerself, my fortress. Try at your own will but be warned here i stand self assured and certain of what made me who i am. Rocks may crumble, foundations may shake, but i will not falter. Try your best, and prepare for the worst. Here i make my grandstand.

Gunther Dünn

Crossings

E por mais vezes que o desapontamento e desilusão nos tenha atravessado o caminho, nunca se está realmente preparado para novos atravessamentos. Not worthy.

quarta-feira, julho 25, 2012

Wrath of the Titans


O Cine Troika patrocinou este filme, não só pelas razões habituais, mas também, e de certa forma principalmente, porque o filme anterior, de 2010 "Clash of the Titans", remake do filme de 1980 tinha deixado muitíssimo, mas muitíssimo mesmo, a desejar. Visionar a sua sequela pelos meios ditos normais e desejáveis estava fora de questão.
Como tal optou-se pela ida ao Cine Troika. Em bom rigor devo dizer que esta sequela, ao contrário do que é habitual, é consideravelmente superior ao filme anterior. Denotei com especial satisfação que algumas das críticas que fiz ao primeiro já não se pões aqui: Liam Neeson (Zeus) e Ralph Fiennes (Hades) têm aqui uma participação muito mais desenvolvida e fundamental. E o humor foi acentuado graças às personagens de Bill Nighy (Hefestos) e Toby Kebbell (Agenor). Torna-se, assim, um filme muito menos sisudão e "cheio de si mesmo" como era o anterior.
Em termos de história nota-se uma maior preocupação em apresentar algo que exija mais das células cinzentas (embora desgraçadamente siga mais ou menos a mesma trama de "Immortals", nomeadamente a fuga dos Titãs do Monte Tártaro, o combate com os deuses do Olimpo, etc etc, blá blá).
Portanto, é um filme que se visionamentaliza de forma muito mais agradável que o anterior.
Porém, apenas está um ou dois furos acima desse. Demasiados efeitos especiais que, mais uma vez, são excelentes sim senhor, mas que, epá, pronto, tomam conta do filme (o que já vem sendo apanágio de muitos filmes), e acaba por fazer com que a tónica dominante seja colocada noutro lugar que não a história ou os personagens. Mas enfim, pronto. Vê-se.


terça-feira, julho 24, 2012

sexta-feira, julho 06, 2012

Quer-se dizer...


...epá, não sei, mas parece-me mal, afinal de contas, são roupas para criança meus senhores! Serei antiquado ou bota-de-elástico? Pelo sim pelo não, e em defesa dos bons costumes e da boa educação, achei por bem censurar a palavra feia.

segunda-feira, julho 02, 2012

Self Made Man




Aí está um tipo que te algo a dizer, para além dos lugares comuns do costume. Achei interessante.

domingo, julho 01, 2012

Iron Sky


Interessante objecto cinematográfico este que visualizei no Cinema Troika o outro dia. Primeiro porque se trata de uma co-produção finlandesa/alemã/australiana, depois porque, se bem percebo, foi também financiado através de inúmeras doações individuais. A sua passagem pelos grandes ecrãs foi reduzida, mas, outro facto curioso, o próprio site oficial do filme tem uma secção chamada "Demand to see Iron Sky", onde, basicamente, recolhem assinaturas de todo o Mundo, de pessoas que apoiam o lançamento do filme nos seus países. Lisboa já tem 153 assinantes, o que, convenhamos, não é nada mau.
Quanto ao filme, baseia-se numa premissa tão simples como genial. No final da Segunda Guerra Mundial, um bando de Nazis foge para o lado obscuro da Lua onde estabelece uma colónia e tratam da sua vidinha nazi.
Obviamente que isso não dura para sempre e o facto de serem inadvertidamente descobertos desencadeia toda uma série de episódios rocambolescos, envolvendo um astronauta negro "arianizado" (don't ask lol), um iPhone capaz de pôr uma arma de destruição maciça nazi em andamento, não fosse ter ficado sem bateria e uma sósia da Sarah Palin como a inepta presidente dos EUA, entre outros 'bombons'.
Há um ambiente de "Dr. Strangelove" de Kubrick, mais lunático, mas não tão irónico.
A ideia é excelente, mas, temo dizê-lo, perde-se a meio caminho. Como li algures, "há poucos nazis" na história.
Em termos de efeitos visuais é realmente excelente e um "colírio para os olhos", mas quer-me cá parecer que se deu mais relevância ao que se vê do que ao que se quer contar. Obviamente que se trata de uma sátira ao mundo ocidental e ao seu equilíbrio precário de poderes e, lá terá de ser, ao sistema político americano. Ou seja, não se trata tanto de um filme-catástrofe com hordas nazis a invadirem a Terra, o que, por um lado, seria bem mais divertido.
Porém, a ideia que lhe está no cerne vale o tempo empregue a visionamentalizá-lo, sem dúvida.