terça-feira, janeiro 31, 2012

M:I Ghost Protocol

Não vi o Missão Impossível anterior. Não acho que seja prejudicial ao bom entendimento desta nova sequela, apesar de um ou outro aspecto claramente reminiscente do anterior. Confesso também que não me lembro, embora tenha visto, o segundo filme...mas, felizmente, lembro-me do primeiro e, como não podia deixar de ser, foi o melhor e mais interessante.
Mas bom, já se sabe que o Tomás das Cruzes anda a passar uma fase menos boa, portanto toca de fazer mais um, para ver se entra o belo do pilim.
Em relação a este novo filme, pois que cumpre bastante bem o desiderato a que se propõe. Boas personagens, bom humor, suspense q.b. e gerido de forma eficiente e cenários dignos de rivalizar com um qualquer 007.
O mais engraçado, porém, neste M:I é a "negação" do aspecto fundamental da série: a tecnologia. Já estávamos habituados a ver os tipos com isto e aquilo topo de gama, máscaras e gadgets levados da breca, etc etc. Pois aqui, os jovens não têm nada disso, e o que têm, bom, funciona mal. Portanto muito improviso e "play it along the way", o que é sempre refrescante num filme de espionagem supostamente hi-tech. Muito agradável!

segunda-feira, janeiro 30, 2012

Immortals


Mais um filme que vai beber à mitologia grega, se bem que, em boa verdade, acaba por derramar mais do que beber.... Sim, os puristas da mitologia helénica devem ter rezado a todo o Panteão e sei lá mais o quê para que os criadores deste filme fossem fulminados por uma qualquer ira divina.
Surpreende-me que filmes destes desiludam as pessoas....ainda mais nos tempos que correm. Obviamente que o intento principal é entreter, fazer passar um bom bocado. Se conseguir fazer isso de forma inteligente, contando uma boa história, já é muito bom. O máximo e melhor que este tipo de filmes pode fazer é despertar o interesse pelas mitologias em si, espicaçar a curiosidade para cada um ir à procura das lendas conforme foram escritas. Se quiser saber, nar realidade, como é a lenda de Teseu não é no cinema, certamente, que a vou aprender. Mas pelo menos fico a saber que existe.
Dito isto, "Immortals" é mais um desses filmes de "encher o olho", repleto de bons efeitos especiais e acção e, vá, uma história mais ou menos bem engendrada. Mas, devo dizer que, ainda que estando uns valentes furos acima do fraquinho "Clash of Titans", este "Immortals" também promete mais no trailer do que depois traz. Mas, hèlas, é assim a vida. :D Uma boa maneira, porém, de inaugurar o visionamento de cinema nesta era Troika, if you know what i mean. ;-)

domingo, janeiro 29, 2012

01. AGINCOURT – “Angels of Mons”



Sinceramente não me lembro onde raio fui ouvir estes tipos pela primeira vez. No Blabbermouth provavelmente. MAS assim que ouvi a “Queen of the Highway” fiquei imediatamente apanhado. Foi, certamente, o disco que mais ouvi este ano. NWOBHM pura e dura. Se bem me lembro formaram-se em 1990 ou 1991, mas os já infames anos 90 deram cabo deles e separaram-se pouco antes da década acabar. Voltaram em 2008 e só em 2011 lançaram o disco que, apesar de gravado em 2011, parece FEITO nos anos 80.
Como se sabe, não sou grande utilizador do adágio tão em voga “quem não gosta disto, não gosta de heavy metal”…mas desta vez abro uma excepção! METAL!



02. NIGHTWISH – “Imaginaerum”


Grande disco, não do agrado de todos, já se sabe até à exaustão. Eu cá gosto muito, e cada vez gosto mais da força e coerência destes Nightwish. Não vou voltar à velha questão Tarja Vs Anette, que já tem mofo. Ambas as fases são interessantes e de qualidade acima da média! É um disco completamente na linha do Dark Passion Play, com umas nuances mais ousadas aqui e ali, e um sentido orquestral mais vincado, ou não funcionasse tb como uma banda sonora do futuro filme do mesmo nome.



03. SAXON – “Call To Arms”



Qto aos Saxon pouco há a dizer. Trata-se de Saxon, logo é bom. A última década desta banda tem sido brilhante e é uma das últimas grandes bandas que ainda anda por aí com muito ainda para dar. Nuff said.



04. MYRATH – “Tales of the Sands”



Os Myrath são tunisinos e descobri-os num dos excelentes blogs de divulgação musical que por aí pululam. Bom, ouvi os dois primeiros discos e, sempre tendo achado a fusão heavy metal/oriente, muito interessante (Orphaned Land, Amaseffer, Arkan) fiquei agradavelmente surpreendido com os tipos. Neste disco novo acho que se superaram em grande, juntando eficazmente a tonalidade oriental a um metal ligeiramente progressivo, muito ao estilo de Conception. Muito interessante e, mais uns que, ainda conseguem tocar com o seu carisma e estilo bem definidos.



05. AMORPHIS – “The Beginning Of Times”



Bom…nada a dizer destes gajos. Deram o melhor concerto do ano aqui em Portugal. E, não conseguem fazer nada mal. Pelo menos nas últimas décadas. Disco após disco mantém uma qualidade impressionante. É uma das minhas bandas preferidas de sempre, uma das mais originais, intensas e inovadoras em certos aspectos. Ao ponto de terem criado o seu próprio som. E poucas ou nenhumas bandas existem como os Amorphis.



sexta-feira, janeiro 27, 2012

06. REDEMPTION – “This Mortal Coil”



2011 foi O ano do progressive metal, tanto do meu agrado. Neste ano podia fazer um Top 10 SÓ com bandas de Prog Metal (e não, Dream Theater não constaria da lista….). Wolverine, Appearance of Nothing, Lost In Thought, Theocracy, Hammers of Misfortune, Presto Ballet, Communic, Pagan’s Mind, Minora, Arch/Matheos, Borealis, Knight Área, Eldritch, Epysode, Gronholm, Solar Fragment e Symphony X, todos eles lançaram álbuns extraordinários. Porém, quis fazer um top mais variado, sem me restringir ao prog metal e os Redemption sempre estão um degrauzito acima nas minhas preferências. Álbum destes tipos, até ver, é álbum de Top10, tal tem vindo a ser a excelência musical.



07. J.R.BLACKMORE – “Voices Pt. 1”



Outra grande surpresa. Já sabia que o filho do Blackmore era guitarrista e tinha inclusivamente integrado os Over The Rainbow, se bem me lembro. Mas, nem sempre filho de peixe sabe nadar, pelo que não liguei muito. Porém, quando vi o videotrailer do disco no Melodic Rock mudei rapidamente de opinião. Este filho de peixe sabe nadar, e, quiçá, tanto ou mais que o respectivo progenitor que só vê alaúdes medievais nos dias que correm… Um disco fantástico para fãs de Purple, Dio, Uriah Heep e afins. Altamente melódico e viciante. E o nome do álbum está muito bem adaptado, porque as vozes que dão corpo às canções pertencem a vocalistas de primeira água. Alguns não os conheço, mas Oliver Hartmann e Michael Bormann são sempre boas referências. Faltava cá o Doogie White e o Mats Léven ou mesmo um Jorn Lande. Integrar-se-iam muitíssimo bem. Dentro deste “género” outros houve que aqui poderiam figurar tb: Mysticity, Demon’s Eye, Ken Hensley, Soul Secret, Doogie White, Uriah Heep. Grandes discos todos de hard rock clássico, ou como lhe queiram chamar. Mas optei pelo Blackmore, pois foi o que, afinal, dei comigo a ouvir mais.



08. TURISAS - “Stand Up And Fight"



Uma das maiores surpresas do ano para mim. Gosto de Turisas, tenho os outros dois discos, mas lá está…isto do folk metal é algo que me cansa um pouco, por vezes. Nada contra, apenas acho algo repetitivo...Porém, assim que ouvi este disco fiquei completamente apanhado. E foi, precisamente, por terem lançado este disco que me fez ir vê-los ao vivo em Novembro. E não me arrependi nada. Muita folkalhada, mas também muita melodia diferente, estranha aqui e ali, muita pompa, muito épicos. Deixou-me muito interessado. Stand Up And Fight, Take The Day!, verdadeiros hinos.



09. LOVE.MIGHT.KILL - “Brace For Impact”



Descobri esta banda no Blabbermouth. Músicos basicamente desconhecidos. Projecto do Michael Ehre, baterista dos Metalium e dos Firewind. De resto não conheço mais nenhum dos integrantes. E mesmo a referência ao Ehre não significa grande coisa. Mas a verdade é que gostei muito da música. Houve algum hype criado à volta deles, embora não saiba bem porque. Sei é que o disco ainda levou um tempo a sair. Mais uma vez: nada de inovador: é hard rock, muito ao estilo Whitesnake, Pretty Maids, etc, mas com um toque extra de peso. Muito melódico e catchy. Ouvi-o no carro também várias vezes. Não é a reinvenção da roda, mas fez o click necessário. Os Voodoo Circle poderiam ter aqui estado com o seu excelente “Broken Heart Syndrome”, os Whitesnake tb, os Outloud, entre outros, mas a melodia altamente contagiante dos LMK levaram a melhor.



10. MIDNIGHT PRIEST - “Midnight Priest"



Este foi o último CD que comprei em 2011 e, por isso podia bem ter ficado para trás. Porém, a verdade é que andou uma semana inteira no carro. E os mp3, antes, já tinham rodado intensamente. É um grande disco de heavy metal. É Iron Maiden, misturado com Priest e Mercyful Fate, não traz nada de novo, etc etc, mas tem um grande feeling e dá um gosto do caraças ouvir isto. E grandes concertos, cada vez melhores. Heavy metal tradicionalão, muito na linha de outras bandas que andei a ouvir este ano, tipo Sinister Realm, Badmouth, Iron Savior, Chronology, etc, porém optei pelo belo disco tuga.



TOP 2011

Dias vertiginosos levaram-me a esquecer de pôr aqui no estaminé as minhas escolhas musicais de 2011. Foi um dos anos mais fortes ou, pelo menos, foi um ano onde "adquiri" imensa música nova. Mais de uma centena de discos depois a escolha tornou-se extraordinariamente difícil, senão mesmo impossível. Alguns discos ficaram desgraça e vergonhosamente de fora, mas havia que respeitar o exercício de resumo e fazer um esforço de, como dizia Thoreau, "simplificar, simplificar!". Pelo que me limitei tão somente a escolher os discos que mais me cativaram, que mais ouvi, que mais procurei re-ouvir. Outros, tão bons como estes, não tiveram, se calhar, tempo suficiente para "assentar". Seja como for, e sem complicar, acabei por fazer o top, composto pelos "essenciais" de 2011, se assim se puder dizer, sem qualquer desprimor para os que ficaram de fora. Portanto, sem mais delongas, ei-lo:
(errr...por ordem decrescente e daqui para cima sff...)

WAR


O meu gosto e apreço pelo (sempre) grande Joe Satriani já foi maior, reconheço. Decerto já estive mais "virado" para música instrumental do que agora, mas a verdade é que o Satch não voltou a compor canções destas. Canções verdadeiras. Pelo menos é o que me parece. Seja como for, e apesar de, decerto os meus gostos terem mudado, ainda continua a ser o "máiór"!

quarta-feira, janeiro 25, 2012

terça-feira, janeiro 24, 2012

segunda-feira, janeiro 23, 2012

quinta-feira, janeiro 19, 2012

quarta-feira, janeiro 18, 2012

terça-feira, janeiro 17, 2012

segunda-feira, janeiro 16, 2012

domingo, janeiro 15, 2012

sábado, janeiro 14, 2012

Unisonic

Or: when two heavy metal gods reunite!

sexta-feira, janeiro 13, 2012

quinta-feira, janeiro 12, 2012

quarta-feira, janeiro 11, 2012

terça-feira, janeiro 10, 2012

segunda-feira, janeiro 09, 2012

In the Valley


My grandfather went down with the Montevideo
The Rising Run sent him floating to his rest
And his wife fled south to Sydney seeking out safe harbour
A north shore matron she became with some paying guests

My father went down with the curse of big cities
Traffic tolls and deadlines took him to his peace
Now Bob Dyer glued us to our seats
And lawns were always victa neat
Whilst menzies fawned at royal fleet do you remember?

In the valley I walk - who will take me there
In the valley I walk, I took some comfort there
In the valley I walk, cold comfort I can hear you talk
In the valley I walk, who will take me there?

When my mother went down it was a stiff arm from hades
Life surprises and tears you like the southerly
She always welcomed the spring always welcomed the stranger
I don’t see too many around like this
Oh no, that’s what I’m looking for, yeah, what we’re looking for

In the valley I walk - who will take me there
In the valley I walk - cold comfort I can hear you talk
In the valley I walk - I took some comfort there
In the valley I walk - oh rough justice I hear you talk
In the valley I walk - to meet my watershed

I hope virtue brings it’s own reward
And I hope the pen is mightier than any sword
I hpoe the kids will take it slow
I hope my country claims it’s own

In the valley I walk - I cried yes I cried I was down then I crawled
Mercy’s arms all around me when I was down there
In the valley I walk - do you read me they can hear me in the valley





domingo, janeiro 08, 2012

34

sábado, janeiro 07, 2012

sexta-feira, janeiro 06, 2012

quinta-feira, janeiro 05, 2012

quarta-feira, janeiro 04, 2012

domingo, janeiro 01, 2012

2012

Caríssimo e jovem 2012! Correm boatos, e dizem as más línguas, que vais ser um ano ainda mais mal comportado e maroto que o teu irmão mais velho, que há pouco acabou de dar entrada no Lar. Não sei se será assim, e estou preparado para te dar o benefício da dúvida. Estou, e estamos, cá para ver e daqui a 12 meses falamos. Para já, fica sabendo puto que poderás ser um osso duro de roer à tua vontade, mas nós temos bons dentes e cá estamos à tua espera meu sacanita desgraçado! Bring it on motherfucker!