terça-feira, agosto 30, 2011

Útil



Para o caso de algum esquecimento, ou confusão. "AQUI SER A GARAGEM! Aqui pôr pópó". Não vá dar-se o caso, neste Mundo cada vez mais doido, de, por exemplo, o fornecedor de lenha despejar uns valentes kilos de madeira ali mesmo....

segunda-feira, agosto 29, 2011

!!!!



O que é tramado, mas realmente tramado, é quando os museus já apresentam artigos do "nosso tempo"....

sexta-feira, agosto 26, 2011

quinta-feira, agosto 25, 2011

quarta-feira, agosto 24, 2011

The Way Back

"The Way Back" relata a fuga de um grupo de sete prisioneiros de um gulag na Sibéria em 1940, bem como a sua jornada ao longo de milhares de quilómetros por cinco países hostis. Durante um duro e longo ano, numa luta diária para manterem as suas vidas e a sua sanidade mental, vão ter de percorrer sete mil quilómetros a pé, atravessando o deserto de Gobi e a cordilheira dos Himalaias, para conseguirem chegar à Índia.
O filme inspira-se no livro de memórias do polaco Slavomir Rawicz, "The Long Walk: The True Story of a Trek to Freedom", cuja veracidade tem sido, nos últimos anos, posta em causa. Seja como for, real ou não, há aqui matéria para um excelente filme, especialmente com Colin Farrell, Jim Sturgess, Mark Strong e, acima de tudo, o grande Ed Harris, nos papéis principais.
Infelizmente, Peter Weir não conseguiu fazer um Excelente filme. É apenas um bom filme. Algo falha na contagem desta história épica de uma caminhada gigantesca, numa sucessão de provações subhumanas. Faltou algo que me fizesse ficar sem fôlego e mais desconfortável. Afinal tratou-se de uma odisseia impressionante e, afinal de contas, superhumana.
Está tudo lá, todos os elementos necessários, mas faltou, acho, algo que criasse entre as personagens e o espectador uma ligação mais profunda. Falta uma maior construção das personagens, verdade seja dita. A de Ed Harris basta ser interpretada por ele... A de Jim Sturgess, tem alguma falta de chama, sendo ele, afinal, o líder da fuga. Os restantes...sinceramente tornaram-se difíceis de distinguir. No entanto, é de destacar o sacana do Colin Farrell que me está a fazer engolir tudo o que já disse de mal, pois está-se a tornar um actor com algum carisma....e esta hem?




terça-feira, agosto 23, 2011

X-Men:First Class


Mais um filme inspirado nos mutantes da Marvel. Infelizmente não produzido pelos estúdios respectivos, tal como o "Spider-Man", pelo que ficam de fora do conceito universal que estes estúdios têm construído ultimamente. Seja como for, após a salganhada do "X3" e do "assim-assim" do "Wolverine", este "First Class" surpreendeu e muito.
O poster ali em cima não será, certamente, o mais indicado para promover um filme dos X-Men, mas a verdade é que tem o benefício de nos recordar que a ideia original para este filme era continuar o tema das "origens" de certas personagens. Se anteriormente tivémos a origem do Wolverine, desta feita seria a origem do Magneto, uma das personagens mais interessantes da narrativa, por ser a personagm menos "preto no branco" de todas. Aparentemente um vilão, mas com razões para isso e uma agenda própria, Magneto tornou-se mais que um mero "comic book vilain", egocêntrico e megalómano. Tal como diz o poster, antes de Magneto havia o homem.
Infelizmente, desistiram da ideia de centrar o filme nesta personagem e reapresentaram a origem da equipa. É uma pena, pois ao ver o trabalho do brilhante Michael Fassbender, não pude deixar de pensar que mais desta abordagem teria sido muito mais interessante. Mas pronto, pressões de marketing, decerto. Nos dias que correm é difícil "vender" uma personagem que não é "um dos bons", embora também não seja "um dos maus", ou um "mau justificado". Adiante.
Apesar disso este é bem capaz de ser um dos melhores filmes da franquia "X-Men". Porque, apesar de se centrar na origem do grupo, a verdadeira enfâse foi colocada, efectivamente, no passado, e origens de Xavier e Lensherr, o "Professor X" e "Magneto" do futuro. O filme acaba por se centrar no background e origem de cada um, mostrando como durante um certo tempo os dois homens partilharam uma visão comum, a existência pacífica da sua raça, embora não os meios de a alcançar, nem o resultado final. Em consequência, a sua amizade e ideiais comuns acabam por se desfazer ao longo do caminho, fruto de interpretações e abordagens diferentes desses ideais.
Significa isto que os restantes "x-men" e quejandos tornam-se supérfluos e servem apenas para dar o colorido e acção expectáveis num filme deste. Mas Fassbender e MacAvoy podiam, perfeitamente, carregar ainda mais o filme. Especialmente Fassbender na parte em que se dedica a caçar ex-nazis pelo Mundo fora. Mais disto também teria ficado mais interessante...
Interessante opção foi também a de colocarem o filme, cronologicamente, nos anos 60 (época da criação dos X-Men em papel), no auge da crise nuclear dos mísseis de Cuba...ou não fossem os "X-Men" apelidados de "filhos do átomo".
Tudo isto considerado, um bom filme sim senhor.


Rise of the Planet of the Apes


Eis a chamada "prequela" do Planeta dos Macacos, série iniciada nos anos 60, com Charlton Heston no papel principal. Convém esquecer a tentativa de remake ou reboot da série feita por Tim Burton aqui há uns anos...simplesmente não resultou e tornou-se um produto facilmente "esquecível".
Neste novo filme procurou-se dar resposta ao "porquê" da evolução símia. Um dos pontos mais altos do primeiro filme, senão o mais alto, encontra-se nos minutos finais. Só aí, Heston, e nós, chegamos à conclusão que aquele planeta mais não é do que a Terra, muito anos no futuro. Explicações não são dadas para os acontecimentos, e os filmes seguintes continuam, mais ou menos, a história aí iniciada.
Agora vamos para o passado e é-nos exposta a história, o porquê de os símios terem evoluído de forma rápida e, principalmente, violenta.
Um bom filme de ficção científica.





segunda-feira, agosto 22, 2011

sábado, agosto 13, 2011

away


sexta-feira, agosto 12, 2011

Não há direito!!!



Ao minuto 1:16. A eloquência iluminada.
"Eu vim da Suiça para ver este jogo, Portugal-Luxemburgo, não se admite num país com uma crise que há, uma bicha destas para tirar bilhete, não se admite (...)eu sou desesperado!"
É de facto uma vergonha! Ainda falam de crise! Onde está a crise quando milhares de portugueses esperam horas numa fila para comprar bilhete para ver a Selecção? Há para aí muito dinheirinho escondido Sr. Ministro das Finaças! É uma vergonha que não se admite. Desgraçados dos que vêm de propósito da Suiça para ver a bola! Coitados, mal têm dinheiro para comer...para se vestir decentemente....ou para um barbeiro competente. Aí é que está a miséria! Nas pessoas desesperadas que vêm de propósito da Suiça para ver um jogo da bola!

quinta-feira, agosto 11, 2011

Cars 2


Em comum com o filme anterior esta sequela só tem o nome e alguns personagens. O que, para uma sequela, é algo de inaudito. O primeiro filme, de 2006, se bem me lembro, era muito engraçado e "giro". Tecnicamente era um colírio para os olhos, a história era engraçada e originalíssima e mesmo a "boa e velha moral final" da Disney não incomodou muito. Seja como for, era um filme infantil muito bem feito, capaz de agradar à miudagem e às velharias sem fazer grande mossa.
A sequela...bom...como dizer? É, sem dúvida diferente. Se para melhor ou pior não sei ainda...
Nesta nova aventura, Faísca McQueen e o seu amigo Mate viajam até ao Japão onde Faísca vai competir num campeonato mundial que pretende distinguir o carro mais rápido do planeta. Mas o caminho para o campeonato complica-se quando Mate, ao, inadvertidamente, salvar a vida do agente especial Finn McMissile, se vê envolvido num esquema de espionagem internacional que os levará pelas estradas de Itália, França, Alemanha e Inglaterra.
O que antes era um filme infantil (sem qualquer sentido pejorativo) dá agora lugar a um filme de espionagem, completo com um enredo algo complexo para a miudagem, que pouco mais reterão excepto as cores, os movimentos, as corridas.
A confusão de identidades em que Matte se vê envolvido, tomado erroneamente por um espião americano, é quase decalcada do estilo hitchcockiano do "homem inocente visto de repente enleado em confusões graças a uma confusão". Matte vê-se assim arrastado para uma intriga internacional e é mesmo o "Intriga Internacional" de Hitch que salta à mente. Talvez já seja extrapolar demais. Mas o que não oferece dúvidas é a vontade declarada de homenagear os filmes de espionagem do James Bond (o espião inglês é um Aston Martin carregado de gadgets, uma das corridas decorre numa espécie de Monte Carlo, há até a bond girl de 4 rodas...) e, também, os menos conhecidos filmes de Harry Palmer, o espião inglês protagonizado por Michael Caine e que aqui dá a voz...ao Aston Martin precisamente. Há ainda um vilão terrível com um maquiavélico plano de proporções mundiais, e o twist final no enredo. Ou seja, um filme de espionagem, sem tirar nem pôr. Penso mesmo que o cartaz indicado para promover o filme seria este que eu escolhi para colocar aqui.
Em resumo: para filme de espionagem é um cliché atras do outro. Para um filme de animação até acaba por se sair bem.
No meio disto tudo a miudagem ficará, garantidamente, algo confusa...especialmente quando vão ver o filme do "Faísca" e é o tótó do sidekick que tem mais screentime lolol. Está bem, acabo por decidir que é uma sequela diferente para melhor....por esta passa!

Super 8


Porra, que isto ficou esquecido...Acho que agora, a 6 de Dezembro, posso escrever o que quiser, porque também ninguém vai ler isto! Lol. Seja como for, que belíssima surpresa que este filme é. Uma verdadeira viagem nostálgica aos anos 80, aos filmes que víamos na altura, tipo os "Goonies", o "ET", "Encontros Imediatos de 3º Grau", etc. Tudo filmes do Spielberg, curiosamente. Contudo, "Super 8" foi escrito e realizado por J.J Abrams, o mago do audiovisual do século XXI (lolol). Spielberg, porém, meteu certamente o bedelho enquanto produtor, ora pois.
"Super 8" é, declaradamente, uma homenagem ao cinema, aos realizadores/criadores de cinema. Não só porque o próprio título assim o denuncia, ao referir-se às famosas câmaras de filmar DIY, em que muitos dos actuais criadores começaram a sua carreira, mas também, por ser uma mais que óbvia homenagem ao cinema e filmes spielbergianos dos anos 80. "Tresanda" a Spielberg que é uma coisa parva. O que não é dito de forma pejorativa, atenção! Porque tresanda a um Spilberg muitíssimo mais interessante (queira-se ou não) que o Spielberg actual.
Esta é daquelas homenagens feita com excelente gosto e que, pasme-se, vai para além disso, pois a história está realmente muito bem contada e é extraordinariamente engraçada. J.J. Abrams pode ter criado o algo labiríntico e entediante "Lost", mas no grande ecrã têm dado cartas, ao reiventar o monster movie com "Cloverfield" e a franchise "Star Trek".
"Super 8" é uma delícia de filme, inteligentemente escrito e muito divertido, uma grande surpresa!


quarta-feira, agosto 10, 2011

Meanwhile in Lavedios City

O Cemitério Municipal da Lavedios vai sofrer obras de melhoramento e ampliação, que contemplam a construção de um forno crematório, num investimento privado que rondará os três milhões de euros.

A futura unidade funerária será composta por uma zona comum com recepção e área comercial, que contempla espaço infantil, cafetaria, sala de reuniões e loja, sala da “última despedida”, capela, jardim da memória, gabinete médico e instalações sanitárias. Terá ainda três salas de velório com zona de estar e jardins interiores, bem como uma zona de serviço que inclui uma sala de preparação, armazém, vestiários, instalações sanitárias e forno crematório.
O espaço irá dispor de diferentes tipologias funerárias formadas por jazigos, sepulturas, columbários, gavetões e ossários.


Viva o Death Shopping Center! Tudo o que um cadáver minimamente exigente necessita para essa última viagem into the unknown! Vivó luxo! Unidade Funerária tem muito estilo! E na vasta miríade de infra-estruturas de que dispõe, destaca-se logo um espaço infantil! Nada mais agradável do que pôr a miudagem a escorregar e a baloiçar-se sobre os restos mortais do avôzinho!
A sala de reuniões também se revestirá de grande utilidade. Penso mesmo que a TVI já a reservou para a gravação daquele programa em que põem os famosos a falar com os espíritos em ingalês. Nada como uma Sala de Reuniões numa Unidade Funerária para promover essa Reunião! Os cépticos sempre podem ir beber um cafézinho à...sei lá...talvez à cafetaria.
A "sala da última despedida" também soa bem. Alguém que avise a D. Graciete que, lá por ter sido a última a ser despedida, a sala NÃO lhe pertence. Qual a diferença entre esta sala da =última despedida" e as três salas de velório é coisa que ainda estamos para ver.
Importa ainda destacar o "gabinete médico"...e aqui é que as dúvidas poderão assolar a mente do incauto cidadão. Mas, mas...gabinete médico? Ali? É que julgo que quando se chega ali...bom...já não há médico que nos valha. Mas pronto...isto da ciência anda muito depressa, quem sou eu para duvidar?
Por fim, motivo de grande orgulho e regozijo para todos os lavedienses: a Unidade Funerária disporá de várias tipologias funerárias, entre as quais os 'columbários', o que dá sempre jeito para enterrar todos aqueles pombos que se andam a exterminar. Um fim digno para os bichos!

terça-feira, agosto 09, 2011

Tree of Life


A sério que me apeteceu começar por fazer uma piada fácil e colocar primeiro uma foto de uma árvore seca, morta ou queimada. Seria a minha interpretação da "árvore da vida" que o filme do mesmo nome me sugeriu. Mas é demasiado fácil de facto. E óbvio. E para isso já chega o filme em si. Ainda há uma série de filmes que vi e que não dei aqui conta, mas a verdade é que este "Tree of Life" acabou por facilitar a formação de uma opinião rapidamente...ainda mal tinham passado 30 minutos e já tudo isto me ocorria. Verdade seja dita que receei isto. Não foi à toa que adiei por tanto tempo a ida ao cinema para ver esta "obra prima magistral"...
Enfim...só posso dizer que a memória dum tipo é curta. Demasiado curta. Sim, já tinha bastantes receios, duvidava, mas acabei por dar o benefício da dúvida à coisa. Bastava-me ter consultado aqui o estaminé para ter a confirmação....seja como for, acredito que iria ver na mesma, pois um filme tão elogiado merece alguma atenção... Mas pronto...não mudo em nada o que escrevi...

Em 22 de Maio de 2006:

"Fim de semana acabado em modorra a ver o "The New World", nova obra do Terence Malick, baseado na história da Pocahontas. Grande realizador, de culto, e só para alguns, como se costuma dizer. Sê-lo-á e, de facto, tem-no sido. Infelizmente, neste caso, não me trouxe absolutamente nada a não ser a monotonia e uma sensação geral de desnecessidade".

Em 22 de Fevereiro de 2010 (a propósito de outra estopada chamada "Avatar"):

"...tanto o “The New World” como o “Avatar” são aborrecidos de morte com tanto misticismo e conceitos etéreos e, perdoem o palavreado, tanta lamechice xaroposa pegada. A última vez em que me senti assim foi mesmo com o “The New World”. Não deixa de ser irónico que, no fundo sejam dois filmes iguais. Ambos têm pretensões místico-ecológicas e ambos foram alvo dos mais rasgados elogios pela sua poesia (visual ou não). Pois a mim não me convencem. É muito bonito de ver e tal, mas tanta coisa bonita para os olhos só serve para tapar o que vem a seguir. O melhor é ir ver este filme como quem vai ver um espectáculo visual state of the art, um documentário sobre um planeta, uma floresta distante e aproveitar ao máximo as visões realmente belas que surgem perante nós. É isso mesmo: é um espectáculo visual esmagador, não um filme".

Em relação à nova obra de Malick....o que escrevi aplica-se-lhe nos mesmos termos. Significa isto que achei o "Tree of Life" uma das maiores perdas de tempo da minha vida. Pode ser um bom FILME, mas não é bom CINEMA, se assim se pode dizer. Ou pelo menos, o Cinema que aprecio, e que me dá prazer ir ver ao grande ecrã, não é aquilo. Não tenho a mínima pachorra para ver duas horas e tal de imagens recortadas e coladas umas às outras de forma pretensamente poética, esotérica, religiosa ou mística. Acredito que haja quem tenha gostado muito do filme e que lhe tenha despertado este ou aquele sentimento. Muito bem....assim se equilibra o Mundo. Nem todos podem gostar das mesmas coisas. Acredito que seja um filme "love it or leave it", o que não deixa de ser interessante de per se...mas eu cá, pessoalmente, prefiro deixá-lo de lado.

Achei o filme pretensioso, cheio de si mesmo, repleto de imagens bonitas e majestosas (viva o National Geographic!!), muito bem filmado, belíssima banda sonora....mas não chega para fazer daquilo Cinema como eu gosto. Não tenho paciência para aqueles pseudo esoterismos de vozes off a sussurrarem constantemente e a chamarem pela "mãe" (já no "New World" era só "mooooother, mootheeeeer", aqui metem o resto da família, o pai, o irmão...), não tenho paciência para isso. Não é ISTO que quero ver quando vou ao Cinema. Gosto que me contem uma história. Sou antiquado. A história deste "Tree of Life" seria interessante mas perde-se por completo no meio de tanta imagem de vulcões e nuvens. No meio de tanta vontade de ser profundo, religioso e cheio de significado.

O Brad Pitt continua a confirmar-se como um grande actor. Mesmo a sua postura física e semblante foram uma surpresa. O tipo é brilhante e convincente em todo aquele autoritarismo e austeridade agressiva do pai da família. E mesmo assim, conseguiu a proeza de não exagerar ao ponto de ficarmos a odiar a personagem dele. Excelente actuação, sim senhor. Os restantes actores não acrescentam nada, excepto a actriz que faz de mulher dele, que até tem alguns momentos interessantes. Mas realmente...que diabos está lá a fazer o o Sean Penn? Simples: não está lá a fazer nada....é mais um nome grande e pouco mais.

É um filme desequilibradíssimo. Tem momentos bons, e momentos que, sinceramente me fizeram querer sair. E os momentos bons são sempre aqueles em que o Pitt está em cena. A história daquela família, e a forma como se esta esboçada indicia uma narrativa interessante, mas perde-se por completo no absolutamente desnecessário.
Vi-o no King, e se tivesse intervalo, já não teria voltado. Sinceramente achei o filme um desfilar de patacoadas desnecessárias. Já parece o David Lynch que filma os sonhos que tem....foi o que o filme me pareceu....o tipo sonhou aquilo e pô-lo em filme. Só que o sonho dele não me prendeu minimamente, não é apelativo. Admito que um realizador como o Terrence Malick não faça um filme para o entretenimento ou diversão de todos. Do que conheço dele sei que sempre procurou criar filmes diferentes, difíceis e provocativos e, como tal, fui preparado para isso, mas não foi suficiente, não houve qualquer "click" entre mim e o filme, a não ser os clicks do relógio que nunca mais paravam...
Sim, uma alegoria enorme à origem da vida, quiçá ao sentido da vida, mas...tão óbvia nuns momentos, e tão aborrecida noutros....

Lembra-te para a próxima!



domingo, agosto 07, 2011

sábado, agosto 06, 2011

sexta-feira, agosto 05, 2011

Judas Priest Epitaph Tour Lisbon



Estive indeciso, confesso...o dinheiro não estica, já se sabe. Mas acabei por decidir ir e arriscar. Obviamente que o facto de se tratar, provavelmente, a última vez que os Judas Priest cá vêm e, possivelmente, a minha última oportunidade de os ver ao vivo, nesta anunciada última grande digressão mundial, foi factor que pesou.
E em boa hora o fiz. Se foi a última vez, foi mesmo uma saída em grande. O melhor concerto de Judas Priest que já vi. Um desfilar de clássicos do princípio até ao fim. A falta do K.K. Downing era um ponto negativo, mas em boa verdade mal se sentiu a sua falta, prova que o que realmente importa é a música. E quando a música é boa... No fim apotótico, foi uma espécie de "mixed feelings" que me assolaram. Se por um lado a alegria por ter podido ver o grande concerto de uma grande banda, por outro foi impossível não sentir um certo incómodo nostálgico já....A primeira grande banda que se despede. Não tarda Scorpions...Deep Purple...Maiden......... :(






quinta-feira, agosto 04, 2011

R.I.P. Mac


Former THRESHOLD Singer ANDREW 'MAC' MCDERMOTT Dies - Aug. 4, 2011

Andrew "Mac" McDermott, the former lead singer of U.K. progressive metallers Threshold, passed away in England yesterday.

McDermott had "serious health problems" in the months leading up to his death, according to a June 2011 statement from the German melodic metal band Powerworld, with whom McDermott recorded the 2010 album "Human Parasite".

"I'm very sad about our big loss," Powerworld bassist Ilker Ersin stated about his former bandmate's passing. "I can't find the right words in this moment."

McDermott performed in clubs in England and tried to establish a band there in his early years before he moved to Germany to join the band Sargant Fury. After three albums, the band dissolved and in 1998 McDermott joined Threshold as lead singer, replacing Damian Wilson.

Shortly after the release of Threshold's 2007 album "Dead Reckoning", McDermott left the band, resulting in Wilson's return to the group.

McDermott's most recent musical venture was the band Swamp Freaks, which "took some of the cool 'n' heavy from the '70s and mashed it up with some '90s anarchy according to the band's Facebook page.

A friend is gone!

We are very sad about our big loss. We can't find the right words in this moment. Our friend, brilliant musician and ex-singer Andrew"Mac"McDermott passed away yesterday.
He succumb to a kidney failure after being four days in coma. Our sympathy and condolence goes to his family.
The world lost a gently, nice, honest and warm-hearted person. We will miss him.

Ilker Ersin





Always on the move II



Lisboa-Grândola-Beja-Alcoutim-Manta Rota-Faro-Lisboa-Madrid-Lisboa-Faro-Boliqueime-Almancil-Manta Rota-Beja-Lisboa

quarta-feira, agosto 03, 2011