quinta-feira, março 31, 2011

Áurea


De volta, mas sempre a bombar. Pouco tempo para parar, e num inusitado, inaudito e incrível esforço, eis onde estarei esta nôte (ler com sotaque alentejano).

sexta-feira, março 25, 2011

I'm off

Até prá semana. Vou ali e já venho. Pausa para o mais do que merecido descanso. O continente vai ter de se aguentar uns dias enquento a minha pessoa se encontra fora.

quinta-feira, março 24, 2011

De génio!

E depois vem este com os seus dentes pepsodent fluorescente a dizer, do alto da sua importância pavoneada, que "Portugal tem que pagar o que deve".
Mais um que não tem a mínima vergonha na cara. Tem que pagar o que deve? Pois. Assim tipo dois submarinos que custaram milhões e um deles já veio avariado? Paga tu o que deves minha aventesma. O que deves à inteligência.

quarta-feira, março 23, 2011

PQT-PQP

Eis Sua Excelência o PQT, isto é, o Presidente Que Temos. A restante parte do acrónimo deixo ao critério de cada um... Perante a situação potencialmente calamitosa Sua Excelência desdobra-se em comentários e discursos de Estado que....espera...não, não, enganei-me, não é nada disso. O tipo não faz nada que se veja, é isso. Se eu fosse natural de Boliqueime começava já uma petição no sentido de pedir a "desnaturalização" desse senhor. Teria vergonha de partilhar a naturalidade com tamanha enormidade.
É que, tendo em conta o cargo que desempenha, o que esse senhor faz é absolutamente inacreditável. Realmente incrível. Mais do que ser meramente mau ou bom, este senhor conseguiu a proeza de ser um grande NADA, um ZERO à esquerda, um grande BURACO NEGRO na galáxia política portuguesa. O senhor simplesmente não faz nada que se veja, nada que tenha alguma utilidade, não mexe uma palha, não faz um cu! Vergonhoso. Não faz "comentários antecipados", não comenta a posteriori, não intervém, não comenta, não opina, não faz aquilo que se pede e exige a um Presidente da República numa situação como a actual.
O senhor Presidente não serve apenas para fazer discursos floreados, viajar e cortar fitas. Pede-se que seja o Primeiro Magistrado da Nação, um árbitro acima de tudo e todos, um órgão imparical e superior a politiquices e interesses. Como tal, deve escusar-se a entrar em combates políticos, sim senhor. Não deve tomar partidos nem lados, mas sim, arbitrar, resolver, agir, propor, conciliar. Mas, por vezes, para fazer isso, e em situações concretas, um árbitro tem de "descer" ao terreno, apanhar com a poeirada do mesmo, sujar-se, suar, intervir, separar os combatentes.
Mas não, este senhor escuda-se na tão propagada "imparcialidade obrigatória" e não comenta, não fala, não diz, não faz. Para que raio queremos um tipo assim? Nunca, em tantos anos de República houve uma pessoa com tão pouco perfil para este cargo. Nunca houve um Presidente tão mau. Se é para isto, que venha o Rei.
A inépcia deve ser tal, e tamanha, que já algum assessor lhe deve ter inculcado o ensinamento "Esteja calado, não diga nada. É melhor estar calado do que dizer alguma bacurada". E tem resultado, o segundo mandato não lhe custou muito. Mas teve azar...a situação pede cada vez mais alguém que fale. E o senhor não fala. Naturalmente a sua natureza robótica não o permite. O chip deve ser dos antigos e não aceita mais do que uma pequena série de frases pré-gravadas, repetidas à exaustão, e ditas com o costumeiro semblante inexpressivo ou, o que é PIOR, com uma expressividade forçada e farsolas. Uma vergonha.
Desta situação actual não fala, mas soube falar do casamento gay, soube falar da autonomia político-administrativa dos Açores, soube exortar os jovens de hoje a encarar os desafios e a sacrificarem-se como os jovens dos anos 60 se sacrificaram indo para a Guerra Colonial, como se as coisas fossem comparáveis, como se os jovens de então tenham todos ido de bom grado e voluntariamente para a Guerra. Tudo coisas de primeira linha para o País....Qual crise política qual quê. Enfim. É triste, mas não dá para mais. Uma pessoa verdadeiramente limitada, merecedora de um estudo psicológico e político.

terça-feira, março 22, 2011

Venha cá?

Já não se suporta o raio do anúncio do Pingo Doce, ó caraças! Se de cada vez que eu ouvisse o raio do "Pingo Doce, Venha Cá!", fosse lá efectivamente, então o melhor seria armar a tenda num qualquer desses estabelecimentos porque nunca mais saía de lá. Seja como for, questiono-me sobre qual será o grau de aliciamento que uma pessoa destas pode provocar no incauto cliente:

Cruzes credo canhoto! Que ar alucinado o deste tipo. Super mercado? Qual quê! Isto parece uma convocatória para uma reunião qualquer na Igreja Universal do Reino de Deus, ou a nova seita, dissidente da IURD, a Igreja Mundial do Poder de Deus (reconhecem-se como uma seita menor, que apenas tem cobertura mundial. Humildade é muito bonito. Porém, têm o Poder do lado deles...o que parece ser mais reconfortante que o mero Reino que, como sabemos, está repleto de campónios, e povinho em geral). Enfim divagações à parte, o que o Pastor Teodósio Jacaré ali está a querer fazer é, no fundo, chamar as pessoas para o dito estabelecimento. Ele e outros. Como por exemplo:

Muito menos pastoral sim, mas não menos sinistro...Que vem a ser isto? Parece uma imagem de white gangsta rap "Yo! I'm your white homeboy and these are my biatches! Venham cá, senão levam um balázio num drive by shooting...ali prás Avenidas Novas, hum? Yo!"
Será que estas imagens apelam a alguém? E o raio da música! Sempre o raio da música! É que é cá um ataque desenfreado! Já sabemos, já sabemos! Um pouco de descanso agora.
Ao menos inovem caraças, como os D.O.M. (quem??)


Ou ainda melhor:


Em última análise sempre se pode mandar os tipos pró c******!

segunda-feira, março 21, 2011

domingo, março 20, 2011

Romeu e Julieta

COMPANHIA NACIONAL DE BAILADO

De todas as peças escritas por William Shakespeare, Romeu e Julieta é indubitavelmente a que mais tem sido utilizada como tema para a dança.
A história do Romeu Montéquio e Julieta Capuleto e o seu trágico e romântico destino, causado pela rivalidade entre as suas famílias, foi escrita nos finais do séc. XVI (1594-1595).
Grande parte do sucesso que as inúmeras produções de bailado desta obra obtiveram no séc. XX não se deve somente à magnificência da obra de Shakespeare mas também à sua frequente associação com a música de Sergei Prokofiev, escrita em 1935, pouco após o seu regresso à União Soviética.
Esta versão de Romeu e Julieta, coreografada pelo sul-africano John Cranko para o Teatro alla Scala de Milão em 1958, foi estreada pela Companhia Nacional de Bailado no ano de 2001 e é, ainda hoje, uma das versões coreográficas de referência.



coreografia: John Cranko
música: Sergei Prokofiev
argumento: John Cranko segundo William Shakespeare
cenografia: João Mendes Ribeiro
figurinos, adereços, decoração de carros, panejamento e quarto de Julieta: António Lagarto
imagens: Daniel Blaufuks
desenho de luz: Cristina Piedade

sábado, março 19, 2011

yup

sexta-feira, março 18, 2011

Shivan & Gargula @ Castelo de Pirescoxe











O Castelo de Pirescoxe é um "item" estranho. Trata-se de uma residência "acastelada", não verdadeiramente um castelo, não deixando de ser um monumento interessante, assim meio encravado num espaço verde de tamanho médio, rodeado de prédios. O dia da semana não ajudou, mas o âmbito autárquico da iniciativa já deixava adivinhar que seria para começar e acabar cedo. E assim foi. Concertos curtos, demasiado curtos para duas tão excelentes bandas nacionais. Apesar de tudo isto, não posso deixar de felicitar ambas as bandas pelos concertos fantásticos que deram ontem à noite, para um público quase inexistente, composto na maioria por curiosos e mitras bêbedos, sendo que fãs, propriamente ditos, nem deviam chegar à dúzia. Apesar de tudo perseveraram e deram, ambas, um grande show. Assim mesmo é que é! Porém, não é possível ignorar o factor algo deprimente da situação. Paciência, é assim a vida duma banda de heavy metal portuguesa. Há que continuar a lutar e perseverar. Venha o disco dos Shivan e dos Gargula que têm aqui, pelo menos, um comprador certo e um apoiante, sempre que possivel.


quinta-feira, março 17, 2011

Shivanzada

O timing não é o melhor, mas digamos que estou a precisar de um momento de descompressão e descontracção, pelo que, sim senhor, aceito o desafio Sr. Presidente da Câmara de Loures. Além do mais, nos dias que correm, não se devem desprezar eventos à borlex.

Entretanto, no Japão...

...existem problemas a sério e gravíssimos. O que aconteceu foi simplesmente assustador. Mas não deixa de ser impressionante a forma semi-desligada como nós, do outro lado do Mundo, olhamos para esta e outras catástrofes. Parece que já vamos tendo um "calo mental" para suportar estas coisas. Vemos mas não absorvemos. Para preservação mental talvez. Olhamo-las de forma distanciada, e quase que nos esquecemos que estamos todos no mesmo barco e que, infelizmente, pode "calhar a todos". Seja como for, esta fotografia deixou-me realmente impressionado. Mais do que aquelas de destruição e caos generalizado. Esta foto colorida do que aparentam ser singelas peças de LEGO é algo que deve meter respeito a todos.

quarta-feira, março 16, 2011

Sabaton @ Corroios 2011


Um tipo porreiro e bem disposto! \m/

terça-feira, março 15, 2011

domingo, março 13, 2011

Nightmare @ Corroios 2011






fotos e video: panasonic lumix tz6

sábado, março 12, 2011

sexta-feira, março 11, 2011

Ibéria @ Heritage Live Act









fotos e videos: panasonic lumix tz6

quinta-feira, março 10, 2011

quarta-feira, março 09, 2011

O Discurso do Rei


"Olha que bem. Um filme sobre um monarca britânico que era gago. E sobre como aprendeu a controlar este defeito. Que interessante! Era só o que faltava! Meu rico dinheirinho e meu rico tempo! Tenho outros filmes para ver!" MAs a verdade é que acabei por ir ver, depois de bastantes recomendações. E, qual não é o meu espanto quando dou comigo a realmente apreciar o filme! Óscar de Melhor Filme talvez seja um exagero. Não me parece que seja um filme assim tão fantástico, mas vá, pronto.
Desde os cinco anos que Bertie (Colin Firth), Duque de York e segundo filho do rei Jorge V de Inglaterra (Michael Gambon), sofre de gaguez, algo que sempre abalou a sua auto-estima. Depois do embaraçoso discurso de encerramento da Exposição do Império Britânico em Wembley, a 31 de Outubro de 1925, Bertie, pressionado por Isabel (Helena Bonham Carter), futura rainha-mãe e sua esposa, começa a consultar Lionel Logue (Geoffrey Rush), um terapeuta da fala pouco convencional. Em Janeiro de 1936, o rei Jorge V morre e é o seu irmão Eduardo quem ascende ao trono até, menos de um ano depois, abdicar por amor a uma americana divorciada em favor de Bertie. Hesitante perante o peso da responsabilidade e obcecado em ser monarca digno do reino, o novo rei apoia-se em Logue, que se empenha em ajudá-lo a superar a gaguez.
O filme é, basicamente, repartido entre Firth e Rush e de forma excelente.
O entre linhas mais não é do que a eterna luta humana de superação de obstáculos, de perseverança e desafio perante as dificuldades que a vida coloca à frente de cada um. E, nesse sentido, chega a ser inspirador.
De resto, o cuidado e o humor já tão típicos de filmes de époce britânicos. Vale a pena sim senhor. Surpreendentemente.