segunda-feira, janeiro 31, 2011

Eargasm

Lembro-me da primeira vez que ouvi a Riders On The Storm dos The Doors. Para além de ser uma daquelas canções tipo, vá lá, geniais, o efeito provocado pela "camada" de chuva que foi adicionada à faixa sonora provocava um efeito único e arrepiante. Se bem me lembro, até no filme "The Doors" do Oliver Stone, era feita uma referência qualquer a esta ideia de juntar o som da chuva a esta canção.
Bom, seja como for, e eis como hoje em dia a internet é tudo ou praticamente tudo, agora já podemos criar o efeito da chuva em casa, com a canção que se quiser, ou apenas optar pelo som da chuva. Dizem que é relaxante....não direi que não...mas nada bate o som da verdadeira aguada quando estamos debaixo de tecto.
Enfim, é seguir as instruções abaixo postadas e enjoy!



1.Pause Video

2.Open new tab and go to Rainy Mood

3.Play both video and rainymood

4.Eargasm

Due Date

Um filme estranho. Não é que seja mau, ou aborrecido ou incomodativo no mau sentido da palavra. É, no fundo, um filme que se vê relativamente bem, que distrai, entretém e dispõe bem. Mas fica aquém, muito aquém do que promete. Ou se calhar não promete nada.
Prestes a tornar-se pai, Peter (Robert Downey Jr.) vê-se numa situação complicada: tem de atravessar o país para assistir ao parto. Mas acabou de ser expulso do avião, sem carteira ou bagagens, tudo graças a uma discussão com um excêntrico passageiro, Ethan (Zach Galiqualquercoisa) que, ironia das ironias, se torna a sua única esperança de conseguir chegar a casa a "tempo e horas". E é assim que, numa travessia agonizante e cheia de peripécias - que quase leva o futuro pai a um esgotamento nervoso -, duas pessoas absolutamente diferentes criam vínculos que ligarão, para sempre, as suas vidas...
Road movie com o proverbial odd couple, é a premissa base deste filme. Premissa essa que já vimos retratada N vezes. Basta pensar no "Planes, Trains & Automobiles" com Steve Martin e John Candy.
O problema é que enquanto este filme era uma comédia assumidamente desbragada (ou não tivesse Candy e Martin), "Due Date" fica a meio caminho, algo perdido entre uma comédia e um drama. Há, naturalmente, momentos cómicos, previsíveis, mas cómicos ainda assim, mas há também momentos mais dramáticos e emocionais. E nem sempre esta salada resulta bem. O disparidade emocional e de personalidade entre Peter e Ethan é
mais que evidente, mas, quanto a mim, ou se levavam as coisas mais longe, ou se punha o travão na piada. No fim, ficamos com um filme que se vê bem e é suficientemente divertido. Não irrita, nem chateia, mas dele não rezará a História...

sexta-feira, janeiro 28, 2011

Maiden Chile Full Concert

laser


O quê??? Laser? Madagásgar?? PSAL? Já vivemos num filme de ficção científica e ninguém me disse nada...Já se sabia que tínhamos re-eleito um andróide ferrugento para a Presidência...mas que já houvessem armas laser é coisa inusitada.
E ainda por cima o PSAL está anexo à CSPLUCACPSCCPETEFI ratificada por Portugal! Pronto...paciência, lá teremos de ccontinuar com as fisgas e afins. Nem parece coisa do Sócrates, ele que é tão afoito em pôr este país na vanguarda da tecnologia, mesmo que depois a retaguarda se vá corroendo e apodrecendo....

quarta-feira, janeiro 26, 2011

01. IRON MAIDEN - "The Final Frontier"



E eis o melhor e mais interessante álbum de 2010. Ah pois é. Começa logo pela celeuma e dissensão que criou. Foi o verdadeiro Cisma dos fãs de Maiden. Um disco duma banda de velhadas que não deixou ninguém indiferente, para o bem, ou para o mal, é sempre digno de figurar num Top. E isso, numa banda “institucional”, “estabelecida”, que podia perfeitamente estar encostada à sombra da bananeira, com a postura típica do “nós já não precisamos fazer nada de diferente, e nada temos a provar”, é, convenhamos, um GRANDE feito. Poucas o conseguem, e menos ainda o conseguem com este nível e com esta classe.
Sinceramente, estou-me a borrifar se outras bandas lançaram este ano álbuns com melhor produção, com melhores composições, com melhores letras, com melhores capas, com música mais épica, mais metal, menos comercial, mais isto ou aquilo, estou-me inclusivamente a borrifar se a banda X lançou um disco em que os músicos apresentam uma técnica superior, ou o vocalista uns pulmões melhores ou mais fortes. Ainda assim, os Iron Maiden e o “The Final Frontier” ganham. E ganhariam sempre. E isto por uma razão muito simples.
Os Iron Maiden são A minha banda, a banda da qual eu sou fã, que já me levou ao estrangeiro várias vezes, a banda que já me fez gastar mais dinheiro, etc etc. Portanto em ano que saia álbum de Iron Maiden, é ano em que esse disco é o álbum do ano. Teria de ser muito horrível para que assim não o seja. Sim, admito que possam fazer coisas ou música horrível. Se assim, porventura, acontecer, não terão o destaque que têm tido.
Mas felizmente, até agora, não me têm desiludido assim tão flagrantemente. Pelo que fico feliz e prazenteiro em poder dar largas a toda a minha subjectividade e dizer que este álbum é absolutamente colossal. E fico feliz por ter (ainda) uma banda que seja capaz de despertar estes assomos de subjectivismo, de dedicação e atenção como os Iron Maiden. É metade da piada desta coisa de ouvir música: o “vestir a camisola” duma banda, o sentir uma banda como nossa, de certa forma diferente da forma como sentimos as outras.
Quando acabarem, não haverá mais nenhuma a despertar-me os mesmos sentimentos. E é pena, porque, como disse, é metade da piada de ouvir música e, em especial, heavy metal, isto de sentir mais profundamente a coisa.
Como tal, o TFF é O álbum do ano. Assim tem de ser.

É a continuação lógica do AMOLAD. Lógica. O que eles ensaiaram no AMOLAD, refinaram no TFF. Ambos são excelentes álbuns, mas o TFF tem uma unidade, uma coesão, uma força interna que é extremamente rara para um álbum tão longo. Digamos que o TFF é o corolário lógico do AMOLAD, aliás, de toda a carreira desde o BNW.
Muitas das críticas que foram apontadas ao AMOLAD estão agora a ser novamente levantadas e coladas ao TFF.
A diferença está apenas no facto de o TFF ser um disco muito mais arriscado, diferente e inovador. São vários os elementos novos que encontramos em praticamente todas as canções do álbum. Desde a abertura estranha (que eu até aprecio), até ao final desmesuradamente SUPERIOR que é a WTWWB. É um disco do qual escorre classe, mestria, musicalidade e, por incrível que pareça, inovação, reinvenção, surpresa. A sensação que tive, ao ouvi-lo pela primeira vez, foi a de estar a ouvir uma banda que teve um assomo brutal de criatividade e verteu tudo o que conseguiu neste disco, o mais comprido, mas aquele que, pelo menos para mim, passa mais rápido aquando da sua audição. Uma banda e uma energia somente comparável a uma banda de jovens que querem mostrar o que valem…mas afinal já cá andam há mais de três décadas.

Naturalmente que um disco com estas características não agradará a todos. A brincar a brincar, quer se queira quer não, os Maiden foram evoluindo e alterando algumas componentes do som ao longo dos anos. E foram ganhando fãs, eqto alienam outros. De certeza que houve fãs nos anos 80 que ficaram desgostosos com o novo vocalista e o novo som a partir do 3º álbum. Da mesma forma que houve os que se chocaram com os sintetizadores e torceram os narizes em meados dos anos 80. Os anos 90 tb devem ter deixado uns quantos para trás e a fase dita mais “progressiva” idem. Houve fãs que, simplesmente, não reconheceram os Maiden no BNW, e daí em frente. Da mesma forma, e restringindo um pouco a coisa, houve quem achasse o AMOLAD demasiado progressivo, ou diferente, ou o que quer que seja. E agora mais uma vez isso volta a acontecer. É bom sinal, é prova de que temos uma banda viva e ainda com coisas para dar aos fãs. Coisas que agradarão a uns, desagradarão a outros. Mas temo por estes últimos. Os fãs acérrimos da fase Paul Di’Anno ficaram alienados para sempre desde 1982… que irá acontecer aos de agora…? É que não me parece que os Iron Maiden voltem a gravar um NOTB ou um POM.

É-me igual, estou contente, muito contente e orgulhoso com o que tenho. E tenho um disco com canções fabulosas como a “The Talisman”, uma ROTAM do séc XXI, se assim se pode dizer, comparável no medida em que tb nos leva numa viagem marítima, em que nos faz sentir e ouvir a fúria dos elementos, a WTWWB que muitos apelidam de aborrecida, mas é para mim uma das melhores do disco, de tal forma é eficaz na construção de um ambiente opressivo e sem esperança, TMWWBK, genial, em especial aquele segmento do meio com o solo de slide-guitar, enfim, podia estar aqui a chover no molhado, mas já vai longo e já chega. My two cents.

É o álbum do ano, não por marretagem ou como farpa, mas apenas pq é efectivamente, o melhor álbum, tudo considerado.

Tenho dito.





02. ORPHANED LAND – “The Never Ending Way of OrwarriOR”



Este foi o Disco do Ano desde que saiu, a 25 de Janeiro até ser 'destronado' em meados de Agosto. Mas até lá foi o disco do ano e bem o mereceu. E, em certa medida, objectiva e fria, é o disco do ano. Mas apenas em certa medida. É um disco perfeito a todos os níveis possíveis e imaginários. Já antes o “Mabool” o era, mas este novo eleva a fasquia a níveis, possivelmente, impossíveis de alcançar outra vez. O grau de cuidado, de pormenor, de dedicação, neste disco, vai do mais pequeno ponto na artwork, até às composições brilhantes e arrebatadoras. Há discos que nos levam numa viagem quando os estamos a ouvir…este é um deles. Do início até ao fim, uma verdadeira viagem iluminadora. E o concerto no Alquimista foi dos melhores que jamais vi. Conforme se pode ver pelo video que filmei:




03. ROYAL HUNT – “X”



Começa agora a trilogia dos discos que MAIS ouvi neste ano que passou. Como disse, não quero saber se são os melhores, os mais bem cantados ou tocados, os mais heavy metal, os mais true, os mais inovadores, os mais whatever. São os que me disseram mais e mais me apeteceu ouvir. E ouvidos foram, vezes sem conta. Começa logo por este “X”, dos Royal Hunt. Não é tão bom como o anterior “Collision Course: Paradox II”, mas pouco lhe fica a dever. Prog metal? Talvez, mas a mim soa-me a muitas horas passadas a ouvirem Deep Purple e afins. Ou não fosse a banda do teclista André Andersen. A música é tão melódica que chega a ser infecciosa…contagiante…King For a Day, Army of Slaves, Shadowman, Back to Square One….são canções que ainda agora tenho fixadas na cabeça. E o Mark Boals é um vocalista dos caraças…desculpem-lhe as palhaçadas com o Malmsteen e aqueloutra banda que entretanto formou que era mazita….aqui o homem brilha. E no Youtube só se encontra um video...incrível.


04. BLIND GUARDIAN – “At The Edge of Time”

Um disco fantástico, ao nível dos melhores dos Blind Guardian. Aliás, melhor que este só mesmo o Nightfall In Middle Earth. Seja como for, e independentemente disso, "At The Edge of Time" é um dos discos mais ambiciosos que tive o prazer de ouvir nos últimos tempos. A vasta variedade de aspectos que foram alvo de um cuidado extremo é algo que impressiona. A primeira e a última canções, "Sacred World" e "Wheel of Time", são verdadeiros monumentos musicais, que deviam ser preservados para memória futura. Essa ambição e horizonte desmesurados também tiveram o efeito de me fazer parar de ouvir por uns tempos, digerir, e mais tarde voltar a ele.



05. BLACK COUNTRY COMMUNION – “Black Country Communion”



Bem, um supergrupo que funciona a 100 % a nível criativo e que mostra ter ainda mais para dar é algo digno de nota. Só os nomes envolvidos justificam uma audição: Glenn Hughes (Deep Purple, Trapeze, Black Sabbath), Derek Sherinian (Dream Theater, Billy Idol), Joe Bonamassa (nerd guitar hero lol) e Jason Bonham (incontáveis bandas, para além de carregar o espírito gigantesco do pai, John, o peso pesado dos Led Zeppelin)
E sim, a Song of Yesterday é uma das canções do ano, senão A canção do ano.
O Glenn Hughes, felizmente, está bem controlado aqui, e deixa o funk lá atrás. Ainda bem, porque não precisamos dele neste disco. Um disco brilhante a todos os níveis. Brilhante. Pouco há a apontar. A "One LAst Soul", single de apresentação, é vista como o elo mais fraco num disco absolutamente arrebatador, mas ainda assim, devo dizer que aprecio a toada mais simples, descomplexada e quase pop da canção.



06. AVANTASIA – “The Wicked Symphony/Angel of Babylon”



Bem…eu vejo isto como um lançamento só…até porque comprei a edição especial em caixa, com o livro extra, etc etc. Portanto não me habituei a separar os discos. Sempre encarei isto como uma obra única. Embora reconheça, claro, que, como é óbvio, há canções menos boas numa e noutra das partes. Mas, seja como for, é duma vezada só que eu olho para a Parte II e Parte III da trilogia começada com "The Scarecrow".
E, como já disse mais do que uma vez, é o melhor de sempre dos Avantasia. Os dois primeiros são muito bons sim, mas já são mais datados. Mais normalizados ou standardizados. Power metal by the book. Um excelente book, mas já pouco inesperado, em especial nos dias de hoje. É aqui que reside o verdadeiro interesse destes discos. O Sammet claramente reconhece isto e, se a inspiração actual não serve para os seus Edguy, mais vale aproveitá-la em força aqui. E assim o fez em boa hora. MAis pop ou hard rock? Talvez, mas a inspiração é das melhores. E uma das canções do ano, pode ser aqui encontrada: “Death is just a feeling”, cantada pelo grande Jon Oliva.



07. ACCEPT – “Blood of Nations”



Eis a maior surpresa deste ano a nível pessoal. Também não é segredo nenhum que não sou, nem nunca fui, grande fã de Accept, nem do Udo/Pato Donald (apesar de ter gostado bastante do concerto do gajo no WOA2010), portanto fui ouvir este disco mais por despeito e “deixa-me cá ouvir que é para poder dizer mal”. Foi o Rick, salvo erro, que me dasafiou a fazê-lo. E vi-me obrigado a dar o braço a torcer. É um grande disco de heavy metal, cheio de uma energia contagiante. Mais um daqueles que pedem um incessante abanar de cabeça e bater de pé. No mínimo. Tudo neste disco soa bem, desde as canções mais agressivas, até à balada "Kill The Pain" que me surpreendeu por ser realmente boa. Sim senhor. Assim gosto.



08. VANDEN PLAS – “Seraphic Clockwork”



Surpreendo-me sempre quando ouço um disco destes tipos. Primeiro porque a primeira impressão q tive deles, há muitos anos, com o álbum “Far Off Grace” foi a de aborrecimento. Anos depois quando fui reouvir a banda (olha, tb graças ao Pedro) acabei por encontrar uma das minhas bandas preferidas de sempre.
Sim, este disco é mais denso, complexo, mais teatral talvez. Já o anterior era, embora em doses menores. Porém, a experiência de o ouvir do princípio ao fim é algo de extraordinário. A faixa “On My Way To Jerusalém” valeria o disco todo, não fosse o caso de as restantes serem excelentes também. Em boa hora conseguimos ir vê-los a Torres Novas.








09. THERION – “Sitra Ahra”



Nunca fiz grande segredo que não apreciei o anterior “Gothic Kabbalah”. Reconheço-lhe o valor e a inovação, mas o ideal, para mim, é quando a inovação e a diversidade me conseguem prender. Não aconteceu no anterior, mas aconteceu neste.
Quer-me parecer que o Johansson meteu um pouco os travões à coisa, e em boa hora o fez. Talvez a renovação total da banda tenha tido alguma coisa a ver com isso, não sei. Mas algo fez com que este disco me reaproximasse dos Therion novamente. Sim, ouço neste disco muita coisa que se ouviu já noutros. Mas tb ouço coisas novas e, mais uma vez, é do todo que resulta o prazer e o entretenimento. Excelente álbum.




TOP 10 2010

DISCLAIMER:

Muito, muito difícil fazer este top. Este ano foi esmagador. Ou, pelo menos, ouvi muitos álbuns. O que sei é que tive dificuldades em construir uma lista que me satisfizesse. Sei tb que neste ano saíram álbuns de bandas que, automaticamente, teriam lugar no top. A não ser que alguma coisa acontecesse fora do normal. Portanto, estive tentado a fazer um top 20, mas aprecio o desafio de tentar condensar. De seguida limitar-me-ei a referir outros discos que estiveram quase, mas não deu. E não deu pq o critério é, mais do que qualitativo, quantitativo, isto é: o top 10 é constituído pelos discos que mais me disseram e mais ouvi neste ano. Apenas isso. Gostei muito do disco da banda X, mas só o ouvi uma ou duas vezes. Paciência...ficou de fora. Posto isto.

10 – CRYSTAL TEARS – “Generation X”



Este disco foi adicionado in extremis mesmo. Foi graças a recomendação do Pedro que fui ouvir estes tipos. Banda grega, cujos integrantes são desconhecidos para mim, excepto o vocalista, Ian Parry, nome feito já noutras bandas e projectos (Elegy, Consortium Project, Ayreon, Vengeance, Infinity Overture, etc) e que aqui faz um trabalho excepcional. Em termos vocais é a prestação mais agressiva, mais METAL, que tenho ouvido dele. Em certos momentos aproxima-se estranhamente do timbre e duma energia dum Ronnie James Dio. Estranhamente pq já o conheço há tanto tempo e nunca lhe tinha detectado esse timbre. Obviamente que a música tb se presta a isso, pois é bastante musculada sem descurar o lado melódico. Acho que é o segundo álbum deles, embora seja o primeiro com o Parry. O que deve querer dizer muito acerca da qualidade deste disco. Os músicos não são nada maus também, atenção, apenas são desconhecidos.
Sim, não inventa nada de novo, mas a verdade é que para disco que vim a conhecer tão tardiamente em 2010, ouvi-o uma porrada de vezes! Apesar de não trazer nada de novo, faz uma mistura eficiente entre heavy metal tradicional, metal progressivo e um pouco mdaquele power metal americano, ie, sem grandes floreados. Ah, and no keyboards allowed. Não inventa nada de novo, mas consegue escapar à “vala comum” de toneladas de bandas. O que os Crystal Tears apresentam aqui é personalidade, e energia que torna difícil não abanar a cabeça e o pezinho enquanto se ouve.











To be continued....

terça-feira, janeiro 25, 2011

Pimp up your ride

Da maneira como o preço dos combustíveis anda a aumentar, só vejo um futuro para os adeptos do tuning....



segunda-feira, janeiro 24, 2011

Qavakotron 2050



O futuro é estranhamente retro.

Han Ibal Ka Vaku


E, após o glorioso acto legislativo do dia de ontem, eis o grande vencedor, numa rara aparição solo. Podemos ficar descansados pois tê-lo-emos mais 5 anos a comandar o povo e restantes animais. Agora voltará para onde tem estado, verticalmente inserido numa das cavidades do seu portador, garantia duma suposta espinha rígida e eficiência robótica.

sexta-feira, janeiro 21, 2011

Meanwhile...

......no glorioso Portugal, a população não cabe em si de excitação com o aproximar das grandes eleições Presidenciais de 2011. Por todo o país respira-se um ar novo, um ar de mudança, um ar de esperança no futuro. O Povo prepara-se para responder ao épico apelo de unidade e coesão feito pelos seus corajosos líderes: Sócrates, Aníbal, e toda uma vasta sucessão de nomes dignos de figurar no Panteão da História Mundial. O Povo, orgulhoso, prepara-se assim para dar uma resposta à altura dos seus comandantes, acorrendo em massa às urnas, em honra das eleições presidenciais, da democracia e do progresso.


quinta-feira, janeiro 20, 2011

VOTA, VOTA...

...SÊ UM BOM COMPATRIOTA!!!

Já diziam os Peste & Sida de antanho, assim quando eram uma banda com algum interesse. Pois que sim, votarei, e serei um bom compatriota, ena pá, que excitante! Se bem que devo confessar...no estado actual de coisas, lamentável, deplorável e quasi nauseante, o verdadeiro lema devia ser outro:

VOTAR A BEM DA NAÇÃO!
Mas nestes não...

Ou:

ANTES VOTAR NO INDIANO
DO QUE VER ESTES A MANDAREM O PAÍS PELO CANO!



Enfim...

quarta-feira, janeiro 19, 2011

WTF?

Há 31 anos e ainda andam com isto? Que se fale, que se debata, que haja teorias da conspiração da mais variada ordem, que faça parte da mitologia política, ainda se percebe. Mas uma Comissão Parlamentar, outra vez, para este fim? Não é preciso ver muitos episódios de séries como os CSI's e outros quejandos para perceber que....se não descobriram entretanto a solução para a Tragédia, é duvidoso que descubram agora! A não ser que tenham andado a ver aquela outra série dos casos arquivados. Ainda se houvessem factos novos que o justificassem...mas pelos vistos a útil Comissão é constituída para investigar factos novos que eventualmente lhe sejam apresentados. Seja como for, não têm estes senhores mais nada para fazer? Pelos vistos gastam tempo a ver TV, mas seria de esperar que , sei lá, se preocupassem com outras coisas. Com o estado miserável em que este pagode se encontra talvez.
Porra, até os cámones já devem ter assumido que o Kennedy foi morto por razões políticas e continuaram com as suas vidinhas! Adiante meus senhores, adiante!

terça-feira, janeiro 18, 2011

R.E.D.

Frank Moses (Bruce Willis) é um ex-agente de operações secretas da CIA a tentar viver tranquilamente a sua reforma, longe da agitação e dos perigos da profissão. Um dia percebe que está a ser perseguido por um esquadrão de morte da própria CIA e, decidido a escapar com vida, Frank reúne as únicas pessoas em quem pode confiar: Joe (Morgan Freeman), Marvin (John Malkovich) e Victoria (Helen Mirren), os membros da sua antiga equipa, igualmente reformados e com alguns problemas em lidar com a monotonia do dia-a-dia. E é assim que se apercebem que são todos alvos de uma enorme conspiração: são procurados pela própria Agência, que os tenciona aniquilar antes que as informações que eles possuem possam ser tornadas públicas. E é assim que estes ex-agentes, sedentos de aventura, vão redescobrir o prazer de uma boa conspiração.
Uma comédia de acção baseada na famosa novela gráfica de Warren Ellis e Cully Hamner.

Dei-me ao trabalho de ver algumas imagens desta novela gráfica, que não conhecia. PAreceu-me bastante interessante, mas fiquei com a impressão que é muito mais negra e dramática que a adaptação cinematográfica. Não que isto signifique uma crítica ou que haja menor qualidade na adaptação. Não faço ideia, sem antes ler a obra.
Seja como for, "RED", enquanto obra cinematográfica é interessante e divertida q.b. A tónica está, definitivamente, colocada na componente "comédia de acção". Um grupo de reformados, aparentemente com dificuldades m se adaptar à nova condição e/ou com nostalgia extrema do passado, poderia dar azo a uma obra mais triste ou cinzenta. MAs preferiu-se dar lugar à comédia, o que, se por um lado o torna um filme menos profundo, por outro torna-o mais divertido e dedicado ao puro entretenimento que é, afinal, também uma das funções do cinema, do bom cinema.
E a melhor parte do filme, aquilo que o eleva acima da média, são os actores. O prazer de ver RED passa precisamente por ver Bruce Willis, Morgan Freeman, John Malkovich e Helen Mirren no papel de ex-assassinos reformados, inadaptados e aparentemente obsoletos. E passa por ver que os actores se divertiram tanto como os espectadores. Malkovich em especial, apresenta uma personagem digna da sua persona, se assim se pode dizer, responsável pelas tiradas mais cómicas e afreakalhadas do filme. E é de saudar o regresso do grande Richard Dreyfuss, desaparecido nos últimos anos.
Um filme engraçado, subordinado ao tema "velhos são os trapos" e ao conceito "a idade é um posto" e ainda ao "Ainda não tinhas nascido já eu cá andava", que cumpre bem o seu objectivo: hora e meia bem passada, sem nos sentirmos insultados na nossa inteligência. Diverte com qualidade. O que, nos dias que correm, já é uma mais valia.


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quinta-feira, janeiro 13, 2011

quinta-feira, janeiro 06, 2011

Generation X



Crystal Tears

terça-feira, janeiro 04, 2011

sábado, janeiro 01, 2011

Feliz Ano Novo

Algures no norte da Alemanha, numa tépida noite de Agosto de 2010! Find Wally, if you can, ainda com óculos na altura. :D