terça-feira, agosto 31, 2010

Robin Hood

Bom, não é um Grande filme, diga-se em abono da verdade. Mas é um bom filme definitivamente. Já o vi há uns largos tempos, esqueci-me, e agora está em tempo de actualização. Ainda assim, o que me ficou na memória foi o de ser um excelente filme de época. O Riddley Scott, salvo uma ou outra excepção, é um tipo que cumpre. Umas vezes mais que outras, mas ainda assim, o saldo é positivo.
Havia aqui dois aspectos que poderiam funcionar contra ele, a saber: primeiro isto podia não passar dum remake do muitíssimo bom "Gladiator". Depois...enfim...é o Robin Hood e já estamos mais que "carecas" de conhecer a história.
Pois bem, em relação ao primeiro óbice, devo reconhecer que Scott se saiu bem. Naturalmente que ao ver o cartaz deste filme imediatamente pensamos "ok, o Gladiador na Inglaterra das Cruzadas". Mas, em boa verdade não. Há uma distinta linha divisória entre os dois filmes, emtre os ambientes, narrativa e personagens. Credibilidade acima de tudo.
Quanto ao segundo ponto, saiu-se ainda melhor do que seria possível esperar. Pois o "Robin Hood" de Scott mostra-nos o que se passou antes da história que mais ou menos todos conhecemos. É, claro, uma versão alternativa, mas centrada na criação da lenda. Uma "prequela", se assim se pode dizer, utilizando um termo que agora está na "moda". O filme acaba, onde quase todos os outros começam: na floresta de Sherwood, Robin Hood e o seu bando de foragidos/fora-da-lei. E isto é, sem dúvida o ponto forte e mais interessante do filme.
Para além disto, que se pode dizer...não é um filme grandioso, de facto. Digamos que é um Bom filme, sólido e seguro, muito agradável de se ver, especialmente pela oportunidade de ver dois grandes do cinema, Max Von Sydow e William Hurt. A Cate Blanchett faz uma revisão à Maid Marian, muito ao estilo do novo milénio, vá. Quanto a Russell Crowe...aparece algo monolítico, mas competente q.b. Bottom line: bom filme, podia ser melhor e tal, mas ainda assim interessante. Pelo menos apresenta uma perspectiva diferente da habitual, numa história tão reconhecível já.


segunda-feira, agosto 30, 2010

domingo, agosto 29, 2010

sábado, agosto 28, 2010

Find Wally V



Europe, no Festival do Marisco de Olhão, 15 de Agosto de 2010. Em boa verdade salta aos olhos! Ehehehe.

sexta-feira, agosto 27, 2010

Europe @ Olhão 2010


Se alguém, há uns 20 e tal anos atrás, me dissesse que pelos idos de 2010 eu já teria visto três vezes os Europe, duas vezes em Espanha, e agora uma vez em Portugal, eu teria considerado tal pessoa avariada da cabeça. A embirração com os Europe acabou já há muitos anos. Aprendi a gostar, e muito, da "The Final Countdown" e a suportar medianamente a azeitice da "Carrie". Mas, mais que isso, descobri uma banda que ia, e cada vez mais, vai, para além desses hits. Descobri uma grande banda de rock, hard-rock, ou o que lhe quiserem chamar. Uma excelente banda na verdade. E pronto. Espero que três não seja, definitivamente, a conta que Deus fez, neste caso!












quinta-feira, agosto 26, 2010

quarta-feira, agosto 25, 2010

TFF!!!!


Iron Maiden com entrada triunfante para o número 1 do top nacional

Banda britânica, capa da BLITZ de agosto, estreia-se na liderança da tabela portuguesa depois de entrar também para o primeiro lugar do top britânico.
The Final Frontier , o novo álbum dos Iron Maiden, entrou diretamente para o primeiro lugar do top nacional de vendas, destronando assim os Chave D'Ouro, responsáveis pelo sucesso de "O Pai da Criança" (que caem para o terceiro lugar).
A banda britânica conseguiu também estrear-se no primeiro lugar do top do Reino Unido, arredando Eminem e o seu Recovery para a segunda posição.
Na segunda posição do top nacional está O Melhor de Beto e The Suburbs , dos Arcade Fire (que liderou a tabela há duas semanas), caiu para o nono lugar.
Os Iron Maiden - capa da BLITZ de agosto, ainda nas bancas - vão atuar em Portugal em 2011 no papel de cabeças de cartaz do festival itinerante Sonisphere, avançou a BLITZ em primeira mão.

http://blitz.aeiou.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=bz.stories/64819


Letters to Juliet

Um filme engraçadote, romântico até à medula, lamechas por demais aqui e ali, que se deixa ver bem. Uma comédia romântica, com mais enfâse na segunda do que na primeira, que cumpre o que se pede: uns momentos de alheamento. Assaz previsível (mas acho que isso faz parte da receita), vale pela prestação (demasiado fugaz) de Gael Garcia Bernal e de Vanessa Redgrave. De resto segue os cânones prescritos para obras do género. Muito bem filmado, paisagens maravilhosas, naturais e humanas, dá vontade de viajar para Verona, etc e tal. Mas pronto, pouco mais há a dizer. O trailer é muito interessante (ler em tom irónico). Felizmente não o vi antes de ver o filme porque senão, em vez de ir adivinhando mais ou menos o que se ia passar, saberia o filme todo, tal é o grau de revelação do trailer. Realmente não percebo a utilidade disso. Seja como for, a história da busca do antigo amor de Vanessa Redgrave, após 50 anos de vida, é comovente. Mais ainda quando se sabe que ela e Franco Nero são casados na vida real. Passável.


terça-feira, agosto 24, 2010

segunda-feira, agosto 23, 2010

domingo, agosto 22, 2010