quarta-feira, março 31, 2010

Up in the Air/Shutter Island



Numa inédita, inusitada e inesperada sessão dupla, dei comigo a 'papar' estes dois filmes de enfiada. E ainda bem, porque se um não oferece grandes comentários, o outro, por sua vez, oferece toda uma vasta panóplia de ideias, pensamentos, teorias e afins.
Bom. "Up In The Air", o terceiro filme de Jason Reitman (esse mesmo, o filho do Ivan, realizador de tantos clássicos dos anos 80, entre eles o "Ghostbusters"), sucede a "Thank You For Smoking" e "Juno". Vi apenas este último, o "Juno". Lembro-me de o ir ver algo contrafeito e céptico. Um filme sobre uma adolescente que engravida e subsequentes problemas não me pareceram apelativos. Todavia, estava errado e o filme saiu-me uma interessante obra cinematográfica, cheia de humor inteligente, mesmo não se tratando de uma comédia.
Como tal, este "Up In The Air" apareceu revestido de algum interesse, já para não falar da meia dúzia de nomeações para Óscar que teve, e das críticas altamente favoráveis, considerando-o superior aos dois filmes anteriores. Portanto, quis ver.
Porém, todavia, contudo...houve ali qualquer coisa que faltou. O tal "click" que (me) puxa para dentro de um filme. É um excelente filme sim, com muito humor à mistura e, acima de tudo, muita ironia. Os actores fazem um trabalho excepcional, todos eles, em especial Clooney e Farmiga. A história é bastante inovadora e original, a banda sonora é muito boa, etc etc....mas há qualquer coisa que...enfim.
Talvez a experiência de ver um filme varie muito consoante o estado de espírito, ou a vontade do dia escolhido, não sei. Mas sei que, mesmo sendo um bom filme, não pude deixar de olhar para o relógio a determinado momento. Pareceu-me ter pouco sumo. O percurso da personagem de Clooney é algo previsível e só não podemos dizer o mesmo do fim do filme porque o mesmo é deixado completamente em aberto. Aliás é essa a parte mais interessante: o final é o fim (passe o pleonasmo), o círculo narrativo fica fechado. Quanto ao destino da personagem de Clooney...bom, fica praticamente ao critério e à interpretação que cada um de nós queira fazer: final feliz, ou final menos feliz, agora escolha. Interessante, mas precisava de mais. Em suma: um bom filme (e filme com F grande, não é uma fita de Domingo à tarde), mas parece-me ter sido sobrevalorizado.
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Já com "Shutter Island" estamos a falar de um campeonato diferente. Aqui a ordem foi a inversa. O trailer não me impressionou por aí além. Pareceu-me uma espécie de filme de terror misturado com uma trama policial, algo batido, não sei. Porém, a curiosidade manteve-se. E depois da crÍtIca mais que posItIva e do desafIo lançado, concordei em vê-lo de seguida, até porque o "Up In The Air" tinha deixado algo a desejar.
E não é que o filme me prendeu em absoluto logo nos primeiros 5 minutos? Tudo, desde as imagens, a fotografia, a banda sonora absolutamente fantástica, o tom geral de mistério e intriga, tudo, me transportou para aquela ilha fictícia ao largo de Boston.
É um filme definitivamente pesado. No sentido de tenso, nervoso e altamente labiríntico.
Verão de 1954. O marshall Teddy Daniels (Leonardo DiCaprio) e o seu parceiro Chuck Aule (Mark Ruffalo) são enviados para o Hospital Psiquiátrico Ashecliffe, na ilha Shutter, onde estão internados os mais perversos criminosos do país. O caso prende-se com Rachel Solando, uma perigosa assassina em série que desapareceu inexplicavelmente da sua cela e cuja única pista parece ser uma folha de papel com uma pergunta indecifrável.
Os médicos, funcionários e enfermeiras da instituição não parecem empenhados em cooperar com a investigação e há algo de particularmente misterioso com Dr. Cawley (Ben Kingsley), o director do hospital. Com um furacão a aproximar-se, rodeados por um ambiente psicótico e pacientes perigosos, ambos percebem que as suas vidas estão em risco e que podem não conseguir sair vivos desta ilha maldita.
Realizado por Martin Scorsese, é baseado na obra "Paciente 67" de Dennis Lehane (também autor de "Mystic River", adaptado para cinema por Clint Eastwood em 2003).
Ora, dito assim, parece que estamos perante um filme policial com laivos de thriller psicológico, como tantos outros. E mesmo que fosse só isso, muito bom seria o filme. Felizmente, vai além disso. Para onde? Não se percebe bem. Estamos tão perdidos e desorientados como o marshall Daniels. E o segredo para melhor apreciar o filme é simplesmente deixar-nos ir, deixar que o filme lentamente nos puxe para a areia movediça sem grandes estrebuchos, crentes que a "salvação" chegará no fim. O que Scorcese nos apresenta é assim um pesadelo labiríntico uma espiral cada vez mais desorientante que, mais do que ser cempreendida pede que seja aceite. E é por esse caminho íngreme, o da progressiva desconstrução da realidade que ele nos conduz, até começarmos a duvidar de tudo, tal como acontece a Teddy Daniels. A personagem e o público estão juntos na busca pela verdade e no lento e doloroso processo de descoberta, mesmo que seja o público que, em princípio, mais facilmente adivinhará o que se está a passar (alguma bagagem cinéfila estraga a surpresa, é verdade), fruto de uma série de pistas e indícios que se espalham pelo filme. Ainda assim, o final reserva uma surpresa, mesmo para os mais "videntes".
Sair da sala depois de ver este filme é comparável a ter acabado de acordar de um sonho perturbador, não necessariamente um pesadelo, mas um sonho intenso (e tenso), respira-se fundo e tentamos relembrar as imagens que passaram nesse sonho, tentando encontrar um fio condutor.
Um grande, fantástico, excelente filme.




terça-feira, março 30, 2010

segunda-feira, março 29, 2010

domingo, março 28, 2010

A Serious Man

Não percebi este filme. Aliás, não percebi a necessidade de fazer este filme, para além da provável vontade que os irmãos Coen sentiram em exorcizar um qualquer fantasma da sua juventude (ao que parece, o filme está carregado até mais não de referências a episódios, personagens e vivências experienciadas pelos próprios Coen em finais dos anos 60, numa comunidade judaica como a que mostram em "A Serious Man"). Talvez assim se explique um filme que, enquanto tal, não tem assim muito por onde se pegar.
Não que esteja a dizer que é um filme mau. Nada disso. É um filme com algumas boas ideias, bons momentos aqui e ali. Aprecio os simbolismos e alegorias (embora as alegorias bíblicas sejam algo por demais), aprecio o humor (ou tentativa, pois, na verdade, não me ri uma única vez), aprecio o cuidado e a fotografia. Mas tudo isto somado não faz um bom filme, lamento.
A Larry Gopnick, o desafortunado personagem principal do filme, tudo acontece. E por mais que se esforce ele não percebe o porquê dos seus infortúnios. Ao procurar o auxílio de um dos rabis da comunidade ouve uma história contada que, aparentemente, lhe trará a resposta iluminada para os seus problemas. Uma pista do que deve fazer na vida. Mas não, a história é inconsequente e dela ele nada retira que o ajude, para seu despero. Ora, é o que se passa precisamente com "A Serious Man": chegamos ao fim intrigados com o que vimos, mas a sensação geral é a de perda de tempo. Porque nada se retira daquele filme. A satisfação pontual de perceber aqui e ali uma ou outra 'piscadela de olhos', ou uma ou outra metáfora, não chega para suplantar aquela sensação de aborrecimento. Simplesmente o filme não cativa. A Larry tudo acontece é verdade, é uma tragédia pegada, mas o problema é que o filme não cria nenhum tipo de relação entre o personagem e o público. Sinceramente, ao ver a sucessão de episódios desgraçados a acontecerem àquele pobre homem, não achei piada, nem fiquei com pena ou preocupado...nada. Um grande "encolher de ombros" foi o que o filme provocou. E quando não queremos saber, quando o personagem principal nos é indiferente....bom, basicamente estamos só à espera que o filme acabe para ir embora.
Ok, percebi que a principal "mensagem" do filme (se é que se pode considerar como tal) é que nem tudo se explica, nem tudo se controla, nem tudo se domina. Há uma grande dose de incerteza no que nos rodeia, e a maneira como cada um intervém e actua (ou não, como é o caso de Gopnick, um ser irritantemente passivo que, em certa medida quase que merece tudo o que lhe aconteceu, mesmo sendo um homem bom) tem grande influência no nosso "destino". Mas, diabos! Não preciso de um filme para me dizer isto! Lá está, como premissa base não está mal, mas contentar-me-ia com uma curta metragem.
Sinceramente não vale a pena. E com pena digo isto, sendo eu fã dos Coen há anos. Mas em boa verdade, e conforme descobri há semanas em conversa quando este filme estreou, o último filme deles que realmente apreciei foi o "O Brother, Where Art Thou". Os restante oscilaram entre os "assim-assim" e o "chato". Pronto, se calhar sou só eu.

O poster (tal como a imagem e fotografia em geral) é excelente. Faz-me lembrar um qualquer super-herói nos telhados pronto para entrar em acção. E, em certa medida, Gopnick é um "super-herói", pois só com super poderes alguém consegue suportar o pequeno calvário que a vida entendeu dispôr à frente dele. Pormenor interessante, como muitos outros no filme. Mas, não chegam.


sábado, março 27, 2010

sexta-feira, março 26, 2010

Living

Living by my own visions
As out of focus as they might be
Trying not to compromise
As i move onward and adapt
Living by my own ideas
Even when some have fallen along the way
Maybe proven wrong
But i keep holding on
It seems i cannot do otherwise
Even if i'm out of place
Way out of line
That's me
So take me as i am.




Gunther Dünn

quinta-feira, março 25, 2010

Solomon Kane

Não sendo conhecedor da obra (excepto o óbvio e mais famoso "Conan") de Robert E. Howard, fui ver este "Solomon Kane" como qualquer outro leigo. Segundo os conhecedores, a transposição da personagem para o grande ecrã respeitou o espírito e o ambiente criado nos pequenos contos escritos nos anos 20/30 por Howard. Não sendo dados grandes pormenores sobre o passado de Kane nestes contos, os argumentistas do filme tiveram que puxar pelas meninges, estabelecendo um passado e todo um background que explica a personagem. A opinião consensual é que foram bem sucedidos. O filme teve, aliás, honras de abertura do Fantasporto deste ano. É natural que passe algo despercebido, mas vale a pena "visionamentalizá-lo", pois é um filme que se vê bem, repleto de aventura e acção. Uma co-produção inglesa, francesa e checa que não fica atrás dos tão propagandeados blockbusters americanos. Interessante.


quarta-feira, março 24, 2010

Older than us



But stronger?

terça-feira, março 23, 2010

Green Fields


Felizmente que ainda se apanham sítios relativamente incólumes...e a dois passos de casa.

segunda-feira, março 22, 2010

Ainda me lembro...

...dos tempos em que a Expo/Parque das Nações era um sítio privilegiado para morar, bem ordenado, desafogado, com vista sobre o rio.

sexta-feira, março 19, 2010

segunda-feira, março 15, 2010

Untitled

Untitled (The Sound of Speed and Light), 2009

Robert Long

http://www.robertlongo.com/

E até 25 Abril no CCB

quinta-feira, março 11, 2010

quarta-feira, março 10, 2010

Cavacolândia

O Cavaco acabou de dar uma entrevista à Judite de Sousa (é impressão minha ou este tipo apareceu mais nos últimos meses, dos que nos três primeiros anos de mandato? Ai eleições, eleições a quanto obrigam...). Não vi. Não tenho pena. Na RTP N, minutos depois, começaram a "recordar" a entrevista. A que tinha acabado há minutos, para não dizer segundos. E um painel de não sei quantos preparava-se para analisar, interpretar, dissecar a intervenção de S.Exa. Cavaco. Mas antes, directo para a Assembleia da República para obter reacções dos partidos. O primeiro que sai na rifa é o palermóide do Aguiar Branco (a estas horas na AR? É só trabalho...ai eleições, eleições...), o qual refere que a entrevista do firme e hirto Presidente deixou mensagens importantes à Nação, e, em especial ao Governo. Este deve, assim, governar eficazmente, e apresentar soluções cabais ao povo português, orientando o país para fora desta situação. Mensagem importante não haja dúvida. É uma obrigação, uma competência inusitada e de todo inesperada para um Governo....Ai ai, tanto se fala, e tão pouco se diz. E o que é pior, tanto se fala das declarações de S.Exa. Cavaco, quando ele próprio ainda menos diz ou sabe, ou pode dizer.

Carochos

Não sou fanático dos The Beatles. Porém gosto muito, muito mesmo, da música deles. Em geral claro. Também têm canções fracotas. Mas adiante. O que me aborrece é ver para aí tipos e tipas muito intelectuais e alternativos da música, muito independentes e o caraças ao quadrado que dizem que os Beatles são quadradões e overrated e depois passam a tarde a ouvir e a trautear canções pop ripadas completamente dos Beatles (os quais, como se sabe, reinventaram a música moderna) cantadas por bandas muito arty e modernaças. É que essas bandas é que são fixes. São cool. E não é que eu não goste, porque até gosto destes jovenzitos. Mas tenho ouvidos! E tenho, felizmente, objectividade q.b. Ai a minha vida!

terça-feira, março 09, 2010

O Óscar, sempre o Óscar....

I - A Regra

Nunca liguei muito aos Óscares, confesso. Não, não tenho nada contra, nem sequer acho que é uma palermice pegada feita por americanos e para americanos. É uma cerimónia que, apesar de tudo, celebra a 7ª Arte e, à boa maneira americana, junta todo um folclore colorido e explosivo à sua volta. Tudo muito bem. Mas, de facto, nunca perdi muito tempo com a transmissão da coisa em si. Lembro-me de há muitos muitos anos, numa galáxia bem distante, ter ficado a ver a transmissão em directo. Foi quando o Billy Crystal iniciou a série de apresentações da cerimónia, coisa que fez ainda durante uns bons anos. Era o que mais apreciava: a apresentação do espectáculo, verdadeiro exercício de stand up comedy (mas mais soft), onde o Crystal realmente se superava. E gostava de ver as imagens dos filmes candidatos, pois em tempos de “não-internet”, era um meio privilegiado para poder ver essas imagens. Mas devo dizer que nunca ficava até muito tarde; os comentários em directo (e as, por vezes, traduções simultâneas obtusas) impediam-me de ouvir o que realmente estava a ser dito, o que me aborrecia. Portanto, fui desinteressando-me da cerimónia em si. Mantive um ligeiro interesse de saber quem ganhou o quê, quem perdeu, etc e tal. Mas era (e é) uma curiosidade superficial, apenas por uma questão de cultura geral. Só para saber. O resultado final, em bom rigor, não me aquece nem me arrefece. “Ganhou o filme X. Ainda bem”. “Ganhou o realizador ou actor Y”. Ainda bem, parabéns”. Portanto há alguma dose de indiferença. Indiferença q.b., mas indiferença ainda assim.

II - A Excepção

Porém, em relação a esta regra, houve algumas excepções. Anos em que realmente me interessei pelo resultado final de algumas categorias, anos em que “torci” por este ou por aquele filme. Anos em que retirei um especial prazer por esta ou aquela vitória. Mais especificamente nas categorias “Melhor Filme” e “Melhor Realizador”, afinal, as categorias maiores.
E houve dois momentos em que realmente tive um especial prazer no resultado final. O primeiro foi em 1992 quando o “Unforgiven” de Clint Eastwood levou os Óscares de Melhor Filme e o de Melhor Realizador. Fiquei de facto contente, não só porque o filme era (e é) excelente, mas principalmente por ver chegar algum reconhecimento ao Eastwood, de que já era merecedor há anos. Sempre apreciei o trabalho do homem, e vê-lo ganhar foi assim como que uma confirmação da minha certeza.
Em segundo lugar, 2003: “Lord of The Rings – Return of the King” e o seu realizador Peter Jackson levaram ambos os prémios para casa. O que, mais uma vez, me deixou muito contente e com um refrescante sentimento de “justiça feita”, especialmente quando foi notório que o galardão foi entregue pela trilogia, e não apenas pela parte final. Mais uma vez, foi bom ver um filme que me entusiasmou tanto, ser reconhecido em geral. Não que houvesse necessidade de tal, mas, convenhamos, é sempre agradável.

III - A Vingança

E eis-nos chegados a 2010.
A vitória do “The Hurt Locker” traz um prazer duplo. Não só porque é um filme muitíssimo bom (e o meu preferido pessoal do ano), um bom filme de guerra mas que não se resume a meros tiroteios e violência em geral, mas também porque “sacou” os prémios todos ao “Avatar”. Ahahah. Bem feita! É que convenhamos, o “Avatar” ganhou os Óscares que merecia, a saber, os relativos a categorias técnicas. Porque é um prodígio tecnológico e de efeitos especiais. Um “colírio para os olhos”, uma experiência interessante e excitante. O único (e maior) defeito que tem é ter lá pelo meio das luxuriantes imagens 3D um arremedo de argumento, mal amanhado, vergonhosamente carente de ideias e que, quase toma o espectador por alguém que se contentará por ser bombardeado por belas imagens. É distractivo das tais imagens luxuriantes. “Argumento? Ninguém vai dar pela falta com tanta imagem fantástica que o filme vai ter!” Pois. Mas há quem dê pela falta. Seria, então, mais interessante fazerem uma espécie de documentário 3D, e terem-nos poupado às aventuras e desventuras algo obtusas das personagens tristemente 2D.
Nada tenho contra blockbusters americanos, e muito menos contra filmes cujo propósito assumido é o entretenimento puro (não foi esse o objectivo inicial e primordial do cinema?), mas que diabos, é preciso juntar mais alguns ingredientes para se tornar um prato realmente delicioso.
Não, não acho o filme assim tão horroroso. É merecedor de visionamento e de figurar numa nota de rodapé da história do cinema. Mas que diabos, não é DE TODO merecedor de ser considerado O melhor filme do ano. Porque não é. Como filme narrativo é bastante constrangedor. Por mais fantástica que seja…a tecnologia nunca vai substituir um bom filme, com uma história interessante, personagens com os quais o espectador realmente cria uma ligação, algo com mais densidade no fundo. O copy/paste, por mais state-of-the-art que seja, será sempre copy/paste.
A seu favor, e justificativo da tal futura e eventual referência em rodapé, apenas posso dizer que sim senhor, é uma maneira revolucionária de fazer cinema, talvez o futuro da indústria. Sim senhor, desbragou território. Agora é esperar que alguém pegue nesta primeira experiência e faça um filme a sério. Um filme propriamente dito.


segunda-feira, março 08, 2010

Waite II



How Did I Get By Without You



NY City Girl



Mister Wonderful



All Along The Watchtower



Change






domingo, março 07, 2010

Roma II






E agora sim, blog devidamente actualizado. Com um mês de atraso, mas mais vale tarde que nunca. Belíssima cidade sem dúvida. Três dias completos não chegam para ver tudo, mas graças à boa forma física (e à custa dos pobres pés e desgraçados dedos), e, em especial, graças à excelente companhis, a coisa lá se fez.