sábado, maio 31, 2008

Dazed And Confused




Been dazed and confused for so long it's not true,
Wanted a woman, never bargained for you.
Lots of people talk and few of them know,
Soul of a woman was created below. yeah!
You hurt and abused tellin' all of your lies,
Run around sweet baby, lord how they hypnotize.
Sweet little baby, I don't know where you've been,
Gonna love you baby, here I come again.
Every day I work so hard
Bringin' home my hard earned pay
Try to love you baby, but you push me away.
Don't know where you're goin'
Only know just where you've been,
Sweet little baby, I want you again.
Been dazed and confused for so long, it's not true,
Wanted a woman, never bargained for you.
Take it easy baby, let them say what they will.
Will your tongue wag so much when I send you the bill?

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sexta-feira, maio 30, 2008

Save Me

Fiquei viciado neste disco. Jeff Scott Soto live @ The Queen Convention 2003. Arranjar o DVD também seria fixe...entretanto:



It started off so well
They said we made a perfect pair
I clothed myself in your glory and your love
How I loved you
How I cried...
The years of care and loyalty
Were nothing but a sham it seems
The years belie we lived a lie
I love you till I die
Save me save me save me
I can't face this life alone
Save me save me save me...
I'm naked and I'm far from home

The slate will soon be clean
I'll erase the memories
To start again with somebody new
Was it all wasted
All that love? ...
I hang my head and I advertise
A soul for sale or rent
I have no heart I'm cold inside
I have no real intent
Save me save me save me
I can't face this life alone
Save me save me save me...
I'm naked and I'm far from home

Each night I cry I still believe the lie
I love you 'till I die
Save me save me save me
Don't let me face my life alone
Save me save me ooh...
I'm naked and I'm far from home





Words and music by Brian May



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quinta-feira, maio 29, 2008

Obrigado Paula

"Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que a minha vida é a maior empresa do mundo, e posso evitar que ela vá à falência. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um "não". É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta. Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo..."

Fernando Pessoa

terça-feira, maio 27, 2008

out of reach rainbow


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Change

Approaching a silence, a blur of subsidence
Time may heal all troubles, is that what I've found?
Joy entices all, until deaths lonely shroud
But I know its forever......
Praying for a change
Our lives leading onwards, the essence is stronger
Memories of life drifting further away I must doubt that where
There's a will theres a way......
But I know, it's forever
Life is all the pain we endeavour



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segunda-feira, maio 26, 2008

Amanhã É Sempre Longe Demais

Na Ovibeja, em Abril passado. Outros tempos.




P' la janela, mal fechada
Entra já a luz do dia
Morre a sombra, desejada
Numa esperança fugi um dia

Foi uma, noite sem sono
entre saliva e suor
com um travo, de abandono
e gosto a outro sabor

Dizes-me até amanhã
que tem de ser, que te vais
porque o amanhã, sabes bem
é sempre longe demais
acendo mais um cigarro
invento mil ideais
só que amanhã sei-o bem
é sempre longe demais

P' la janela mal fechada
Chega a hora do cansaço
Vai-se o tempo desfiando
em anéis de fumo baço

Dizes-me até amanhã
que tem de ser, que te vais
porque o amanhã, sabes bem
é sempre longe demais
acendo mais um cigarro
invento mil ideais
só que amanhã sei-o bem
é sempre longe demais


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domingo, maio 25, 2008

sexta-feira, maio 23, 2008

Yeah...i know the feeling


Aino Kannisto
The Red Kitchen


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Le Corbusier

E porque os asseclas do Berardo não me deixaram tirar fotografias:







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quinta-feira, maio 22, 2008

When insomnia rules the night!

Bom, cinema outra vez. Não, não foi o Indiana Jones, embora pelo que eu vi hoje ao final da tarde, podia ter sido perfeitamente. Pouca gente devia estar avisada que alguns cinemas já o teriam hoje, quando a estreia é só amanhã. Anyway, não foi desta. Há que ter calma e, afinal, saborear isto, estas pequenas coisas têm que ser aproveitadas. Agora mais do que nunca. Portanto há-de vir o dia em que irei ver o velhote Indy.

Hoje foi dia de:


"O Enigma de Fermat". Filme espanhol bem interessante. Anda à volta da matemática, problemas e enigmas, embora não seja realmente preciso perceber muito de matemática ou sequer saber o que raio são números primos para apreciar o filme. Aliás, estou certo que os matemáticos verdadeiros e do mundo real, se é que vão ao cinema, rir-se-iam destes so called problemas matemáticos. LOL

Bom, o argumento é simples: quatro matemáticos supostamente geniais reunem-se numa determinada casa para discutirem o "maior problema matemático de sempre" a convite dum tal Fermat, pseudónimo de alguém que não conhecem. Todos eles não se podem conhecer ou revelar dados da sua identidade. O essencial é a troca de ieias. O próprio anfitrião adopta o nome de Pierre de Fermat, matemático francês do século XVII.
Não vale a pena contar muito mais, mas quando os ditos se reunem na tal casa, acabam por se ver presos numa sala em que cada uma das suas quatro paredes tem por trás uma gigantesca prensa industrial. A sala vai encolhendo progressivamente e a única maneira que têm de evitar o fim é ir respondendo correctamente aos vários enigmas e problema matemáticos e de lógica que o seu suposto anfitrião lhes lança. Cada resposta certa significa mais uns minutos de vida. E para além destes enigmas têm de resolver o enigma maior que é o de saber quem é Fermat e o porquê dele os querer ver mortos. Rapidamente se conclui que nem tudo é o que parece.
Bom filme, simples à superfície, mas com um bom argumento no seu interior. Algo reminiscente dos ambientes claustrofóbicos do "The Cube" mesclados com o ambient típico de um livro da Agatha Christie. Muito interessante.


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quarta-feira, maio 21, 2008

Tá quase...

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Lonely Is The Word



It's a long way to nowhere
And I'm leaving very soon
On the way we pass so close
To the back side of the moon
Hey join the traveler if you got nowhere to go
Hang your head and take my hand
It's the only road I know

Oh! Lonely is the word, yeah yeah yeah!

I've been higher than stardust
I've been seen upon the sun
I used to count in millions then
But now I only count in one
Come on, join the traveler
If you got nowhere to go
Hang your head and take my hand
It's the only road I know

Yeah, Lonely is the word
Got to be the saddest song I ever heard

Yeah, Lonely is the name

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terça-feira, maio 20, 2008

Tarte de mirtilos


Gostei. Surpreendentemente gostei. É um filme simples, muito 'moody'. E calculo que esteja no 'mood' adequado para o apreciar. Não sei. Seja como for não direi que é um grande filme, mas é bem bom sim. Há determinadas coisas que sinceramente não apreciei, especialmente coisas relacionadas com a cinematografia: não gostei nem percebi qual a necessidade de tanta 'câmara lenta', e cansou-me um pouco a imagem granulada e pouco definida de algumas cenas, especialmente as do café do Jeremy. Mas são pormenores no fundo. A história é que interessa.
E quanto à história, acho que mais uma vez se deve aceitar sem reservas para se poder apreciar. Penso que se deve levar a coisa um pouco para o lado metafórico e alegórico. A história das chaves perdidas pelos clientes, que dá um pouco o mote ao filme, não é exactamente realista, mas é aí que se deve aceitar o lado alegórico da coisa. As chaves, mesmo perdidas, continuam a abrir portas, e, como tal devem ser guardadas para que essas portas não se fechem de vez. As chaves existem, penso eu, quase como que uma justificação para esta frase. E o destino final dado a todas aquelas chaves é mais uma alegoria significativa. É a ex-namorada de Jeremy (desempenhada pela Cat Power) que traz um closure ao assunto. Life moves on.
A Norah Jones até nem vai mal. Consigo ver que as críticas à moça devem ter sido mais que muitas. Mas eu gostei da prestação dela. Ficou muito bem no papel duma rapariga normal. E era isso que aquele papel precisava: uma pessoa normal. E sim, para personagem principal, ela passa muito tempo como mera observadora do que a rodeia. Mas no fundo, é o que acontece a toda a gente normal naquela situação. Uma pessoa normal recolhe-se e observa. Portanto acho que foi bem escolhida.
Mas sim, o 'par romântico' principal é pouco crível, e em termos de actores o filme é completa e totalmente roubado pela Rachel Weisz e pelo David Strathairn. Mesmo a Natalie Portman, no pouco que aparece, e no pouco que conhecemos da sua personagem, tem uma prestação melhor.

Mas, seja como for, um filme que gostei de ver. Agre e doce nas doses certas. Como uma tarte de mirtilos no fundo.


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segunda-feira, maio 19, 2008

lost lego

Bom, à falta de video dos Scaffold Bird...

...conforme aconteceu com o "Bleak", resta apenas a hipótese de ver um video da banda original. Um caso em que a versão foi praticamente melhor que o original.

"Fragile dreams....broken"



Fragile Dreams
(Anathema)

"Tonight your soul sleeps, but one day you will feel real pain,
maybe then you will see mee as I am,
A fragile wreck on a storm of emotion"

Countless times I trusted you,
I let you back in,
Knowing... Yearning... you know
I should have run... but I stayed

Maybe I always knew,
My fragile dreams would be broken for you.

Today I introduced myself,
To my own feelings,
In silent agony, after all these years,
They spoke to me... after all these years

Maybe I always knew...



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domingo, maio 18, 2008

Mons Lvnae+Divine Lust

Mons Lvnae:




Divine Lust :



Bons concertos ontem para os lados de Caxias no Bar Ilusões. Com o atraso costumeiro destas coisas, as bandas fizeram com que valesse a pena a deslocação. Os Mons Lvnae nunca tinha ouvido ou visto, só sabia que era mais uma banda com vocais femininos, o que não me entusiasma muito, como já é sabido. Mas, devo dizer que me surpreenderam! Boas canções, bons músicos, bom ambiente. A vocalista, para além de gira, tem uma voz excelente.
Quanto aos Divine Lust, já os conhecia, pelo que não estava à espera de ser surpreendido. E mais uma vez me enganei. Foi um grande concerto até. Com boas canções, muita energia e garra. As novas músicas são excelentes. Uma boa noite portanto.

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sábado, maio 17, 2008

sexta-feira, maio 16, 2008

Now i need to

Sit Down




I sing myself to sleep
A song from the darkest hour
Secrets I can’t keep
Inside of the day
Swing from high to deep
Extremes of sweet and sour
Hope that God exists
I hope I pray

Drawn by the undertow
My life is out of control
I believe this wave will bear my weight
So let it flow

Oh sit down
Oh sit down
Oh sit down
Sit down next to me
Sit down, sit down, sit down, sit down, down
In sympathy

Now I’m relieved to hear
That you’ve been to some far out places
It’s hard to carry on
When you feel all alone
Now I’ve swung back down again
It’s worse than it was before
If I hadn’t seen such riches
I could live with being poor

Oh sit down
Oh sit down
Oh sit down
Sit down next to me
Sit down, sit down, sit down, sit down, down
In sympathy

Those who feel the breath of sadness
Sit down next to me
Those who find they’re touched by madness
Sit down next to me
Those who find themselves ridiculous
Sit down next to me
In love, in fear, in hate, in tears
In love, in fear, in hate, in tears
In love, in fear, in hate, in tears
In love, in fear, in hate

Down
Down

Oh sit down
Oh sit down
Oh sit down
Sit down next to me
Sit down, sit down, sit down, sit down, down
In sympathy

Oh sit down
Oh sit down
Oh sit down
Sit down next to me
Sit down, sit down, sit down, sit down, down
In sympathy

Down

quinta-feira, maio 15, 2008

We Own The Night


Acabou por ser o "We Own The Night". Sempre se aproveita o nice price do Corte Inglês.
We own the night era a divisa não oficial da Street Crime Unit da NYPD, supostamente durante os anos 80. É disto que se trata afinal. É um filme policial, passado na NY dos anos 80, onde dois irmãos muito diferentes acabam por se confrontar e eventualmente unir no combate ao crime. Um sendo um polícia altamente condecorado, o preferido do pai, também polícia, e o outro, um gerente de uma mega disco, mais dado ao lado obscuro da noite, embora não seja um criminoso. Percursos diferentes que levaram um a seguir as pisadas do pai, e o outro a renegar até o nome da família. Eventualmente os contactos deste na noite tornam-se úteis para uma operação policial, nascendo aqui o dilema fundamental que dá início ao filme.

É um bom filme? É. Tem cenas muitíssimo bem filmadas, a banda sonora é excelente e os actores são de primeira qualidade. O Robert Duvall já não precisa de apresentações. O Mark Whalberg tem vindo a mostrar que é realmente um bom actor, cada vez melhor com a idade (longe vão os tempos em que o inenarrável Marky Mark and The Funky Bunch nos assaltavam os pavilhões auditivos) e o Joaquin Phoenix já há muito que saiu da sombra (e mito) do irmão.
Mas seja como for, há qualquer coisa que falha. Qualquer coisa que o trailer prometia que o filme não cumpre. Não é que seja um mau filme, mas podia ser bem melhor.

O dilema de lealdade que toma de assalto a personagem de Joaquin não é novo, mas não me incomoda. O que me incomodou sim, foi a vontade extrema de frisar e sublinhar por demais a transformação que a sua personagem sofre no filme. Sinceramente não era necessário (não direi o quê para não estragar) e pareceu-me algo exagerado, demasiado moralista. Pelo menos o final dado ao romance é mais ambíguo e deixa-nos mais espaço.
O filme é do Joaquin Phoenix sim, mas, quanto a mim, acho que a personagem dele sofre de um grande overacting. Todos os momentos em que ele aparece no ecrã são sempre muito intensos e emotivos.Demasiado se calhar. Mas suponho que uma pessoa submetida a esse tipo de stress reaja assim. Seja como for, algumas decisões e opções tomadas para a sua personagem parecem-me algo exageradas.
Acabo por preferir o desempenho do Whalberg, como o irmão certinho, marido e pai, polícia consciente do seu dever. Em comparação a actuação dele é muito mais contida, mas mais real, parece-me. Mesmo o desenvolvimento da personagem é mais realista.

Seja como for um policial e um drama familiar interessante. Mas não chega nunca aos pés do "American Gangster".




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quarta-feira, maio 14, 2008

Cashback


Nem sei que diga. Nem sei se chore ou se rie. Que raio de filme. Merda. Não consigo dizer se é um filme bom. Impossível. Nota-se que começou por ser uma curta que foi depois alargada. Tem alguns exageros e coisas a mais. Mas não sei. Em último caso não devia ter ido ver este filme. Não agora pelo menos. Objectivamente não consigo dizer se gostei. A ideia é excelente, mas não sei se a maneira de a concretizar tenha sido assim tão bem conseguida. Houve momentos que gostei, mas também houve outros em que me senti constrangido e com vontade de me ir embora. E depois percebi porque é que, numa crítica que li há uns tempos, se dizia que era um bom filme para os fãs da página 3 do Sun.
A transformação de curta em longa é demasiado evidente acho eu. Aliás, a curta metragem foi como que enxertada, ou melhor, ampliada para o que é hoje. Pelo menos uma personagem muda demasiado na transição e o final...enfim, demasiado happy ending.

Next: "We Own The Night" ou "California Dreamin", either one.


Enfim....









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terça-feira, maio 13, 2008

segunda-feira, maio 12, 2008

I am Iron Man


O que se quer: um bom filme para esvaziar a mona e passar um bom bocado no reino do trá-lá-lá (leia-se: Marvel Universe). E cumpriu de facto. O que me surpreendeu realmente foi que, para além disso, o filme é mesmo bom. Sim, está bem preenchido com uma série de clichés e o desenvolvimento da acção não traz grandes novidades, mas seja como for, é um filme bastante bom, pelo menos em termos de adaptação de comics da Marvel. Tem uma preocupação consciente de respeitar o original, adaptando ao presente e condensando o mais possível. E, esquecendo-se alguns exageros na personagem do Tony Stark, conseguiu-o. E conseguiu assim dar profundidade às personagens e alguma motivação.
Ok, sou suspeito pois sempre gostei do Iron Man (sempre preferi os 'super-heróis' que não têm quaisquer poderes sobrehumanos), mas em boa verdade digo que esta adaptação conseguiu mesmo bater a dos X-Men.
E um filme que começa com o "Back In Black" dos AC/DC e acaba com o "Iron Man" dos Black Sabbath só pode ser bom.

Para além disto, este filme é, de facto, o primeiro a fazer uma efectiva adaptação do conceito de "Universo Marvel" ao grande ecrã. Porquê? Para saber isso é mesmo preciso ficar até ao fim, para a proverbial e já famosa cena escondida. Nick Fury! Yeah!


Trailer:



Muito diferente do aspecto da série animada de finais dos anos 60...




Caraças...conheci o Iron Man com este aspecto. I'm old.



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Prefab Sprout




When Love Breaks Down

domingo, maio 11, 2008

sábado, maio 10, 2008

Silent Lucidity

Hush now dont cry
Wipe away the teardrop from your eye
Youre lying safe in bed
It was all a bad dream
Spinning in your head
Your mind tricked you to feel the pain
Of someone close to you leaving the game of life
So here it is, another chance
Wide awake you face the day
Your dream is over...or has it just begun?

Theres a place I like to hide
A doorway that I run to in the night
Relax child, you were there
But only didnt realize it and you were scared
Its a place where you will learn
To face your fears, retrace the tears
And ride the whims of your mind
Commanding in another world
Suddenly, you hear and see
This magic new dimension

Chorus
I-will be watching over you
I-am gonna help you see it through
I-will protect you in the night
I-am smiling next to you...in silent lucidity

If you open your mind for me
You wont rely on open eyes to see
The walls you built within
Come tumbling down, and a new world will begin
Living twice at once you learn
You're safe from pain in the dream domain
A soul set free to fly
A round trip journey in your head
Master of illusion, can you realize
Your dreams alive, you can be the guide but...


sexta-feira, maio 09, 2008

Crushing Day

Joe Satriani live @ Coliseu dos Recreios 30 Abril



Este homem tem o demónio da guitarra nele. 2h20 de concerto é sem dúvida muito tempo. Mas também é verdade que foi um concertão independentemente da duração. O homem toca que é uma coisa parva. Quer-me cá parecer que já faço parte dos fãs mais antigos e, consequentemente preferi as prestações 'daquelas' que me tornaram fã há uns anos. Dizem-me mais. É natural suponho. Ver e ouvir o Flying In A Blue Dream, Cryin', The Extremist, Time Machine, Crushing Day, Ice 9, Surfing With The Alien, etc etc, encheu-me realmente as medidas. E o público (Coliseu praticamente cheio) foi surpreendentemente entusiasta!

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so tall

quinta-feira, maio 08, 2008

Scaffold Bird

Isto já foi (no dia 30 de Abril, e não Maio), mas não pude ir. Porém fui ao concerto seguinte, onde já não houve Synapsys, mas o que interessava mesmo eram o Scaffold Bird, não só por serem a banda de um amigo (o que só por si justificava a deslocação), mas também porque constava que era uma banda que prometia imenso, conhecimentos à parte.

Bom, conhecimentos e promessas à parte mesmo, a verdade é que os Scaffold Bird cumpriram ainda mais do que prometiam. Fantástico concerto duma banda que, podendo, vai longe, muito longe. Não tenho grande apetência para catalogar logo de início, não gosto de etiquetas e afins, principalmente numa banda que, pelo que vi e ouvi, é bastante diversa. Ali o cartaz fala em "experimental/ambiente/rock", e parece-me bem, sim. Mas a verdade é que não é uma banda que se limita a isso. Uma banda de rock progressivo que vai de um dos extremos mais ambientais e melancólicos até ao outro extremo do rock mais agressivo, metal progressivo mesmo. Talvez, o certo é que são bastante originais cá para o nosso burgo. E provaram ser bastante coesos em palco. Venham mais concertos.


Eis um belo video. A versão demolidora da "Bleak" dos Opeth. Beware, é uma versão e não é completamente representativa da sonoridade da banda. Tal como as músicas do Myspace não o são. Para os mais sensíveis a vozes um pouco mais guturais, avançem até ao minuto 3:00 ou coisa assim:



Myspace Scaffold Bird

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quarta-feira, maio 07, 2008

terça-feira, maio 06, 2008

House of Lords

Por Deus, controlem essas baladas e as incessantes referências ao chamado "love". I'm not in the mood. Ou talvez esteja demasiado. Seja como for, controlem, por favor.







Welcome to the

Real World

Strange, the view from here
Words we spoke, forgotten at the time
Now replay in my mind
What went wrong, what was right
Looking back, I never was there for you
You didn't say, but I know it's true

I can't find the real world alone
Every time I think I've won
I hear your voice inside, questioning
Where have you gone
Can't you remember feeling so alone
You always had the anwer that I could not see

I can't find the real world
I can't find the real world
I can't find the real world alone
I can't find the real world
I can't find the real world
I can't find the real world alone




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segunda-feira, maio 05, 2008

sexta-feira, maio 02, 2008