quarta-feira, abril 30, 2008

Hoje


Midnight:



Summer Song:



Surfing With The Alien:



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Ontem

segunda-feira, abril 28, 2008

domingo, abril 27, 2008

Out of retirement

E se há filme que realmente vale a pena ver em toda a sua força e glória num ecrã que lhe faça justiça é este mesmo. "Blade Runner - The Final Cut", que é o mesmo que dizer a versão do realizador Riddley Scott. Devo dizer que já vi o original há muito tempo para notar as diferenças, mas há uma que de facto sobressai: o fim. Retirarem a monótona e aborrecida voz-off do Harrison Ford foi o melhor que fizeram.
É muito difícil apreender visualmente tudo o que se passa neste filme, nesta Los Angeles de 2019 sem ser com a ajuda dum bom ecrã de cinema.

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O 25 do 4 - Pt II





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sábado, abril 26, 2008

sexta-feira, abril 25, 2008

Clinton Eastwood Jr.


Ainda não foi desta que se fez justiça ao grande Clint Eastwood, mas ainda assim não deixa de ser um prazer observá-lo e ouvi-lo no documentário que estreou no Indie Lisboa 08 "Clint Eastwood, A Life on Film" de Michael Henry Wilson. Foi filmado enquanto Eastwood dava os últimos toques no "Cartas de Iwo Jima" e mostra ao mesmo tempo um grande realizador (se calhar dos últimos assim) e um homem muito simples e, tal como muitos dos personagens que encarnou,um homem destemido e intrépido, mas sempre com os pés assentes na Terra. Ainda não se fez justiça disse, porque 80 minutos é manifstramente insuficiente para cobrir com eficácia a carreira e vida deste senhor. Mas já foi bom! Vemo-lo calmamente a gozar uns pequenos omentos de descanso na sua casa campestre de Carmel, respondendo, ponderando e conteplando. Vêmo-lo em acção e assistimos a um (necessariamente) breve discorrer sobre alguns dos seus filmes mais marcantes. Repete outro destes dias, mas não me lembro qual.


Clip:

Saints And Soldiers

Eis um bom exemplo de como com muita vontade, interesse, carolice e trabalho de equipa se consegue fazer um excelente filme. Como diz um dos actores num dos extras, ninguém acredita que este filme não chegou a custar um milhão de dólares, o que para os padrões hollywoodescos, são meros trocos. Com tão pouco dinheiro e recursos (e ainda assim contaram com a ajuda de muitos coleccionadores de parafernália da época) conseguiram fazer um filme de guerra completamente assente nas personagens e na história. Obviamente que há tiroteio, mas não é o ponto fulcral do filme. ´Poucos ouviram falar deste filme e poucos ouvirão falar. Comprá-lo por uns míseros 4 € num dos muitos hipermercados cá do burgo indicia bem esse facto. Mas a verdade é que vale bem a pena...e com tantos poucos meios é um filme bem capaz de ombrear com muitos outros do género.

American trailer:



International Trailer:




quinta-feira, abril 24, 2008

quarta-feira, abril 23, 2008

Hoping

Standing

Looking up!

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terça-feira, abril 22, 2008

De modos que foi assim....


Swedish metallers Pain, who just completed a European tour as the support act for Nightwish, have issued the following update:

"Wow!!! The show last night [Saturday, April 19 in Lisbon, Portugal] was... special. To all of you who weren't there, Peter [Tägtgren, PAIN guitarist/vocalist] brought everybody from Nightwish on stage before our last song and we had THEM play 'Shut Your Mouth' while we just enjoyed the situation! Suprised?! Later before Nightwish's last song we dressed up as waiters and entered the stage with shots of Raki. Suprise again. And as an grand finale we had rehearsed 'Wish I Had An Angel' with Peter on drums and David as an second guitarist while the others just.. were mustard seeds. A special gold star to all the people of Portugal. You are great and we love you! After the show when all of YOU left the Coliseum we had a hell of a last after-party. Everything that was left had to go."


No fim as opiniões divergiram, embora não tanto como seria de esperar, o que só prova que muita gente houve que saiu de lá satisfeita. As comparações são inevitáveis, e os gostos muito subjectivos, mas quanto a mim, a nova vocalista está mais que aprovada. Não, não cantou como a Tarjeta e também não seria capaz, mas ainda bem. Boas cordas vocais são importantes sim, mas não chegam. A Anette traz definitivamente algo mais e també tem uma boa voz. Acho que no fim, saíram a ganhar.


Pain & Nightwish - "Shut Your Mouth":




Nightwish & Pain - "I Wish I Had An Angel":







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segunda-feira, abril 21, 2008

Shambles

domingo, abril 20, 2008

Ia dando cabo de mim este FDS!


Para quem não gosta de filmes de terror, ver dois no espaço de 3 dias é dose. Acho que já preenchi a quota para 2008. Mas convenhamos que estes filmes tinham, para mim, uma série de outros pontos que justificaram os suores frios, nervos, saltos na cadeira e coração aos saltos.
O género "horror movie" nunca me interessou. Não é por nada, mas em geral acho tudo aquilo aborrecido e não sinto vontade de ver. "Saw", "Hostel", etc etc e mesmo outros antigos....lamento mas não me interessam. Bem tentei gostar dos do Peter Jackson, mas não dá mesmo.

Mas pronto, depois do "28 Dias Depois" um gajo está preparado e espera sempre alguma coisa mais. Esse algo a mais está muito bem conseguido no "The Mist". Aqui, para além do "terror" trazido pela "bicharada" repelente que vai aparecendo (e que, curiosamente, não estraga o filme como eu imaginaria) temos a velha questão de saber quem será o maior monstro: se aqueles bichos repelentes, se as pessoas, o Homem. Poderá ser batido, mas para mim é sempre interessante. Uma série de pessoas vê-se 'apanhada' num supermercado aquando do surgimento da bicharada e a maior parte do filme mostra o que o Homem é capaz em situações extremas....capaz do melhor e do pior. "Fear changes everything".
É um filme duro e sem contemplações. Ao que li o realizador aceitou fazê-lo na estrita condição de o adapatar fielmente ao livro do Stephen King, especialmente no final, nada "hollywoodesco". Muito incomodativo o raio do filme.

Já o "REC" foi mais pela curiosidade de ver como os "nuestros hermanos" andavam a fazer filmes de terror, e por ter sido tão elogiado no Fantasporto (penso que ganhou qualquer coisa por lá). Em comum, ambos mostram um grupo de pessoas apanhadas ou confinadas a um sítio fechado, confrontadas com uma série de problemas. A diferença é que neste "REC" é mesmo o susto pelo susto. E está muitíssimo bem feito. E mais uma vez um final de "nó no estômago".

Muito bom, mas o coraçãozinho é que se fartou de bombar este fim de semana. LOL E não, não vou ver o do George Romero. I had enough.


"The Mist":



"REC":

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Where there's a will, there's a way

sábado, abril 19, 2008

sexta-feira, abril 18, 2008

quinta-feira, abril 17, 2008

Going Through Changes

Links inactivos ou mortos actualizados ou limpos.
Fotos antigas indisponíveis substituídas.
Upgrade de layout para Beta version.
Etiquetas incluídas.
Pó limpo e lustro bem puxado à bola oito.
Now, let's look good for the camera.


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Running

quarta-feira, abril 16, 2008

terça-feira, abril 15, 2008

segunda-feira, abril 14, 2008

domingo, abril 13, 2008

Changes


Uma manhã, ao despertar de sonhos inquietantes, Gregor Samsa deu por si na cama transformado num gigantesco insecto.
A Metamorfose narra a história fantástica de Gregor Samsa, um caixeiro-viajante que se vê obrigado a suportar todas as despesas da família, e que certa manhã, ao acordar cedo para o trabalho, constata que se transformou num escaravelho. De início, as suas preocupações centram-se na estranha metamorfose e na impossibilidade de cumprir as obrigações profissionais, mas perante a repulsa dos pais, Gregor inicia um complexo processo interior de mutação, que o conduz a uma análise obsessiva do seu contexto familiar e social. À excepção da irmã, que numa primeira fase decide alimentá-lo, todos recusam ajudar Gregor, remetendo-o à sua solitária agonia. Perante este cenário uma nova metamorfose ocorre no seio
familiar: o pai, a mãe e a irmã voltam a trabalhar e a família decide perspectivar um futuro onde não existe lugar para Gregor...Uma irónica metáfora sobre o absurdo da condição humana, num espectáculo que explora a plasticidade narrativa de uma das obras mais marcantes de Franz Kafka e da literatura do século XX.

http://www.inestetica.com/metamorfose_press.html

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Alone #3

Ou Alone In The Dark

sábado, abril 12, 2008

sexta-feira, abril 11, 2008

quinta-feira, abril 10, 2008

quarta-feira, abril 09, 2008

segunda-feira, abril 07, 2008

Metropolis

E pronto, finalmente consegui apanhar o "Metropolis". Sempre que havia oportunidade de ir vê-lo acontecia sempre alguma coisa que me impedia de ir. E quando deu na televisão cheguei mesmo a esquecer-me. Desta vez foi de vez. Não surpreendentemente a sala estava cheia. Mas é justificável. É um filme a rever sempre. Não me importava de repetir daqui a uns tempos. O que me surpreendeu, isso sim, foi a temática do filme. Sim, os efeitos especiais, os cenários,toda a temática sci-fi do filme é aquela que se esperava, mas como não sabia praticamente mais nada do filme a não ser o que vi no videoclip da "Radio Gaga" dos Queen, acabei por ficar surpreso. No meio de tanta parafernália científica o filme conta uma história de ódio, traição e, acima de tudo, vingança. E não é só o aspecto visual que estava muito à frente para a época...o próprio argumento é bastante complexo para um filme mudo (e o raio das legendas electrónicas passavam um pouco a correr, devo dizer, mas nada de muito grave)e obrigava a alguma concentração para seguir linha narrativa. O que, por vezes pode ser complicado quando já estamnos ocupados a admirar e absorver as imagens fantásticas que nos entram pelos olhos. Claro que o facto de algumas sequências faltarem (desaparecidas desde, praticamente, a primeira exibição), também não ajuda. Mas, em suma, é de facto uma obra-prima do cinema. Andei a espiolhar a internet e a quantidade de videoclips, música e filmes que influenciou é esmagadora. Acho que o próprio Blade Runner pode ter aqui as suas raízes. Poça! Até o Star Wars!O C3P0 é quase a cópia descarada do andróide Hel. E se há coisa que sempre admiro num filme mudo é a capacidade expressiva dos actores que, mesmo com algumas legendas intercaladas, têm de dar o litro para contarem a história. E aqui, acima de tudo é extraordinária a capacidade de transfiguração e transfomação da actriz principal que consegue só com a expressão distinguir a sua "evil Maria" da "good Maria".




Selected clips:



E sim, "Radio Gaga" dos Queen. Não é o único videoclip a inspirar-se nese filme, ou a usar imagens dele, mas é o mais conhecido sem dúvida:





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sexta-feira, abril 04, 2008

Da Nona para a Sétima!

Originalmente publicada em 12 volumes entre 1986 e 1897, depois reunidos e republicados num único volume, lançando assim o conceito de “graphic novel”, Watchmen foi a única obra de BD a receber o conceituado Hugo Award de ficção científica e também é a única graphic novel presente na lista “The Best 100 English Language Novels From 1923 To The Present” da revista TIME.
Considerada por alguns como o “Citizen Kane” da BD, esta obra apresenta uma ambição e fôlego desemesurados para a altura em que foi publicada, quando os comics eram vistos essencialmente como literatura infanto/juvenil. Mas de infantil Watchmen não tem nada.
Sob uma enganadora aparência bastante clássica e colorida em termos de desenhos (uma homenagem declarada as comics dos anos 40/50), esconde-se uma construção narrativa extremamente complexa e impossível de ler como um qualquer livro de comics. Algo que precisa de várias leituras para finalmente se conseguir abarcar o todo.
Apesar do tema da história andar à volta dos chamados “super-heróis”, a verdade é que vai mais além desse pequeno ponto, apresentando uma perspectiva inovadora, apostando numa apresentação e abordagem muito psicológica.
Watchmen relata a história dum grupo de “super-heróis", e as aspas justificam-se porque não se
trata aqui – salvo uma única excepção – de um grupo de pessoas com poderes sobrenaturais, inatos ou adquiridos. Daí ser mais correcto o termo usado no próprio livro: “vigilantes”.
Para este grupo os dias de glória já passaram há muito, mas o assassínio de um ex-colega acaba por os colocar relutantemente em acção, apenas para descobrir que aquela morte era apenas o início de uma conspiração muito maior e perturbadora.
A narrativa passa-se em 1985, nuns EUA alternativos, numa altura em que a guerra nuclear com a URSS parece ser mais do que uma mera ameaça.
Watchmen mostra-nos os tais heróis como pessoas reais que se vêem confrontadas com problemas éticos e pessoais complexos, neuróticas quase, com alguma falta de confiança e medo do falhanço, mas que, apesar de tudo são, foram e voltarão a ser heróis por optarem por enfrentar os problemas e medos.
A história é contada com um realismo psicológico implacável, desarmante e quase violento, através de uma série de linhas narrativas paralelas e convergentes no final apocalíptico e através de uma série de excelentes painéis repletos de técnicas e detalhes cinematográficos impressionante. Tal como no cinema o uso de flashbacks é enorme, bem como a utilização de passagens de diários das personagens, um truque simples que faz avançar a narração, colmatando a falta estranha para uma BD de balões de pensamento. As onomatopeias também estão ausentes, mas a verdade é que não se dá pela falta destas técnicas habituais da BD.
O que Watchmen faz é a total e brutal desconstrução do arquétipo, do mito do “super-herói. Alan Moore pretendeu certamente transcender a representação habitual do tema, e apresentar heróis que apresentam falhas e que, como tal, não podem ser naturalmente idolatrados. Estes “super-heróis” não são deuses. O realismo da condição humana é, aqui, a pedra de toque, em oposição à apresentação semi-megalomaníaca, quase fascista tão típica das histórias de super-heróis enquanto seres perfeitos e idealizados. Tudo isto é corriqueiro nos dias de hoje, mas em 1985 foi algo de muito inovador.
Uma adaptação ao cinema, por tudo isto, é uma boa notícia; mas também pode ser uma má notícia. Tanto pormenor, tanta metáfora e simbologia parecem tornar Watchmen algo impossível de filmar e de enquadrar nos padrões de Hollywood. Mas pronto, há sempre a esperança de as coisas saírem bem. O realizador Zack Snyder fez um bom trabalho a adaptar “300”, outra graphic novel, de Frank Miller. E felizmente que os rumores que circulavam há uns anos que davam o Schwarzenegger como certo numa das personagens já não existem hoje.

Trailer fictício:


Zack Snyder sobre Watchmen


Alan Moore sobre Watchmen





http://watchmenmovie.warnerbros.com/

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