quinta-feira, fevereiro 28, 2008

2in1


Sorry about that, mas o vernáculo é mais do que justificado neste caso. Que coisa é esta? Fruta? Aquilo não é fruta. Pelo menos no meu tempo a fruta crescia nas árvores ou em pequenos arbustos semi-rasteiros. Não tinha, definitivamente, nem tampa nem rótulo. Se um gajo quer comer fruta, come fruta pois claro. E sempre se pode comer a casca. Se não se puder deita-se fora, mas não é o mesmo que deixar a porra dum boião (esta palavara existe sequer?) de plástico que há-de ficar por aqui a aborrecer-se e a aborrecer-nos uns valentes milhares de anos até a Terra ser demolida para construir um parque de estacionamento para naves intergalácticas.
Esta moda dos produtos híbridos, 2in1, já irrita. Ok, ok, reconheço que a porcaria do shampoo+amaciador se calhar até dá jeito. Mas chega. Não há pachorra já para a água que sabe a sumo e o sumo que sabe a água. Se um gajo quer água, bebe água, caraças. "Novidade: água do Luso com sabor a dióspiros colhidos às 3 da tarde no Afeganistão", e sei lá mais o quê.
E agora temos a bela da fruta previamente descascada, descaroçada, embalada, liofilizada, conservada, corada, rotulada e ta(m)pada?
Faz-me lembrar um excerto de um rant do Denis Leary, gajo já aqui glosado há ssemanas atrás:

Is it impossible to get a cup of coffee-flavored coffee?You can get every other flavor except coffee-flavored coffee! They got mochachino, cappuchino, frappachino, Al Pacino, what the fuck? www.what the fuck.com!




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terça-feira, fevereiro 26, 2008

Persepolis




Uma fita de animação destinada a passar algo despercebida por cá. Não só apenas estreou em duas salas, como ainda por cima não é da Disney, Dreamworks ou Pixar, e nem sequer tem animais da mais variada ordem a falar como se de humanos se tratasse. Por isso não é de estranhar que este filme françês, candidato ao melhor Óscar de animação estrangeira tenha perdido para o "Ratatui". Não vi este último, mas consta-me que até é bonzito, mas seja como for, acho que teria sido mais interessante dar o careca nu e dourado ao "Persepolis". Mas pronto, é o que há.

Ah, and just for the record, a cassette que Marjane compra no mercado negro de Teerão NÃO é, apesar do que lhe dizem, uma cassette de Iron Maiden. Mas isso faz parte da história.


letslukatdetreiler:


A cassette de Iron Maiden:



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segunda-feira, fevereiro 25, 2008

National Geographic Office Center

E você? Já tem o seu próprio espécime neandertal? Nos dias que correm qualquer escritório que se preze, qualquer local de trabalho, qualquer estabelecimento, deve possuir um neandertal. Um neandertal oferece oportunidades nunca antes vistas de folclore, diversão e indignação geral. A proeminente arcada supraciliar de um neandertal traz charme a qualquer local, aquele 'je ne sais quoi' próprio das barracas, ou das cavernas e grutas mais infectas, para ser mais correcto. O corpo atarracado e porcino, o olhar bovino, a voz ruminante e grunhida, os bizarros costumes de higiene e variados ruídos corporais, tudo isto fazem deste artigo um 'must have' em qualquer local de trabalho. Choque e indignação para todos, em doses recomendadas pela União Europeia.

Adquira a versão Neandertal 2.0, revista e actualizada, um upgrade completo com:

1. Vocabulário composto por 10 palavras polissilábicas [novo!!];

2. Sentido de humor rasteiro e burgesso;

3. Capacidade de raciocínio equiparada a um saco de batatas [novo!!!];

4. Convicção de saber tudo graças ao inovador chip "chico-esperto-que-julga-que-é-mais-esperto-que-todos-e-passa-a-perna-a-toda-a-gente";

5. Auto-convencimento da sua própria e majestosa autoridade;

Com a aquisição deste 'upgrade', poderá ainda ter grátis o software necessário para ouvir o neandertal discorrer com confiança e alegria sobre a sua juventude quando, juntamente com outros neandertais, perseguia indivíduos de raça negra para lhes 'dar porrada', e principalmente sobre como "atar os 'homemsexuais' a um poste para lhes dar porrada com um cinto".

Neandertal. Um item essencial.

Aqui já há um. Mesmo ali do outro lado da parede.





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domingo, fevereiro 24, 2008

Wasted Years (not!!!)


IRON MAIDEN's February 9, 2008 concert at the Acer Arena in Sydney, Australia

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sexta-feira, fevereiro 22, 2008

It's Friday....

...and if you want blood...you've got it!





Ideal to relieve the pressure.



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terça-feira, fevereiro 19, 2008

Rambo no campo de trevos

"Cloverfield". Ora aqui está um objecto curioso. Há meses que se ouvia falar deste filme, graças a uma campanha laboriosa e estudada na internet (muito no género do "BlairWitch Project"), e também porque foi criado pelo nerd que engendrou a série "Lost" e "Alias". Mais um filme de terror/suspense/thriller que pretende ser um 'home made video' na perspectiva do personagem (muito ao estilo do citado "BlairWitch Project" também).
Ora, acima citei vários argumentos que me levaram a olhar este filme com alguma desconfiança e a pensar duas vezes em ir vê-lo. Achei o "BlairWitch..:" algo ridículo, não suporto filmagens tremidas e rápidas e nunca me 'viciei' no "Lost" e muito menos no "Alias".
Mas a curiosidade foi maior, e a companhia existia, pelo que lá fui ver a coisa. Já me apetecia um filme destes. E não é que o sacana do filme é bom? Muito bom mesmo.
Entretenimento puro e duro, diversão total, saltos garantidos na cadeira(especialmente se a sala em questão for daquelas que agora opta por pôr o som no volume "rebentem-lhes com os tímpanos"). Um excelente monster movie, um filme série B, actualizado e renovado, que nos dá a dose requerida de suspense e emoção necessária para visionar este filme. Ah, sim, o ecrã grande de uma sala de cinema é uma condição essencial para usufruir deste filme.

Mas também é interessante pensar em que moldes este filme surge quase como que um exorcismo dos fantasmas do 11 de Setembro. A fita está repleta de imagens estranhamente familiares àquelas que foram e são repetidas quase até à exaustão dos atentados de 2001: explosões, prédios a ruir, pó, muito pó, pessoas cobertas dele a deambularem desamparadas pelas ruas, a refugiarem-se nas lojas, etc. Mas não me parece que tal possa ser considerado desrespeitoso ou de mau gosto. Antes pelo contrário. É apenas, acho eu, uma forma de lidar com o horror que foi real, uma forma de confrontar as pessoas com esse horror, de forma a que a pressão possa ser, de algum modo, aliviada.

Para além disso, é ainda interessante constatar que uma das coisas mais conseguidas no filme não tenha a ver apenas com um monstro gigante a destruir NY. É claro que esta parte do filme, a do monstro gigante a destruir NY, é brilhante, extraordinariamente bem feita, e com efeitos especiais q.b., não em demasia (constou-me que o custo deste filme foi irrisório quando comparado com outros filmes apocalípticos). Não, para além da óbvia satisfação que temos em ver as cenas monumentais de destruição, não pude deixar de reparar que os primeiros 15 minutos (e são mesmo 15 minutos, pois o filme acontece em tempo real) quase que fazem esquecer o real assunto do filme. Durante esses minutos encontramos as personagens, as suas motivações, problemas e, principalmente, dramas românticos que os acompanham. Nada disto seria digno de nota se não fosse o caso de realmente eu me ter começado a interessar bastante pelo desenrolar das histórias "normais" daqueles personagens. A tal ponto que, sim, por momentos esqueci-me de facto que aquelas personagens iriam estar no centro de um cenário de destruição infernal. Achei isso um ponto forte do filme.

O passado do principal par romântico do filme é-nos inclusivamente mostrado, em flashbacks sim, mas de uma forma inovadora: os acontecimentos estão agora a ser gravados por cima de uma cassete onde estava um filme dumas pequenas férias do casal. Importante estabelecer a sua relação anterior, uma vez que a mesma vai determinar muita da acção que se seguirá.
Para além disso, outro aspecto interessante (e interessantemente bem conseguido) é que o filme não nos dá explicação nenhuma. Tal como vemos o filme na perspectiva de uma pessoa normal apanhada numa situação trágica de surpresa e sem saber bem o que se está a passar, também partilhamos a ignorância com as personagens do filme. Tal como eles não sabem, nós não saberemos. Eis um filme americano que não dá tudo 'mastigadinho' e cozinhado conforme mandam os trâmites.
Surpreendentemente bom.




In other movie related news, é de assinalar o regresso de Sylvester Stallone às comédias [ler em tom irónico aqui] com "Rambo IV", ou, simplesmente "John Rambo". Continuo a preferir o Oscar como a melhor comédia do Stallone (agora a sério), mas este novo episódio do ex-combatente do Vietname fez-me rir a bom rir. Gargalhadas foram mais que muitas. Teve de ser, para não chorar. Um filme vazio, onde nada acontece a não ser mutilações, decapitações e afins, qual verdadeiro talho. O II e o III eram maus (o primeiro filme continua intocavelmente bom a meu ver), mas este novo fá-los parecer bem melhores. Não tenho nada contra filmes de acção, de tiroteio, de porrada e de sangria generalizada, antes pelo contrário....mas este em concreto não tinha nada a oferecer a não ser grandes meios, mas pouca substância.
O Stallone podia ter aproveitado a oportunidade para dar um novo aspecto, um novo alento ao guerreiro, da mesma forma que fez com o boxeur no recente "Rocky Balboa". Podia ter feito um filme de acção actual, dos nossos dias, um Rambo revisto à luz de tantos outros filmes que por aí há agora. O franchise Bond fez isto com uma extrema eficácia, produzindo um excelente filme. O Bruce Willis e o seu "Die Hard" também. Mas o Stallone optou por uma abordagem de acção violenta e sangrenta CONSTANTE. De tal forma que se torna aborrecido. Quase que se podia inventar uma nova designação para estes filmes: algo como "Actionporn movies". É que este tipo de filmes de acção é com os filmes porno: o argumento não interessa...não é preciso história ou jutificações de qualquer ordem.
Por mim não resultou. O filme nem sequer aproveita o facto de se passar num local geográfico que actualmente está a passar por bastantes dificuldades. Não. É na Birmânia, mas podia ser noutro sítio qualquer. Desde que houvesse soldados a correr que nem formigas era o suficiente.
Pobre, muito pobre.
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segunda-feira, fevereiro 18, 2008

PROCURA-SE

Viva ou morta.

Numa acção sem precedentes esta meliante, conhecida repórter da RTP, lançou uma campanha de publicidade nunca antes vista em Portugal. Nada como uma cheia a valer e várias inundações por Lisboa e arredores para ilustrarem o novo programa de Maria Elisa. O povo português aguarda agora, expectante e receoso, pelo novo programa da semana que vem. Receia-se que Maria Elisa vá falar da PIDE ou do terramoto de 1755. Para evitar novas tragédias a Polícia Judiciária emitiu este mandado de captura da pessoa da referida jornalista. Se tiver alguma informação acerca do paradeiro desta delinquente faça o favor de contactar a sua esquadra. Ou constituir um grupo de linchamento. O que der mais jeito.



Obrigado.



Fotos cortesia DREAMASTER News Agency



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quinta-feira, fevereiro 14, 2008

AH! Yes!





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quarta-feira, fevereiro 13, 2008

Casablanca (1942)

de Michael Curtiz


E eis mais uma incursão pessoal em mais um daqueles filmes que consta da omnipresente e, quiçá, omnipotente Lista dos Melhores Filmes de Sempre e cujos diálogos e frases constam da outra também omniqualquercoisa Lista de Frases e Citações de Filmes, blá, blá, blá.
Inicialmente considerei que o facto do filme ser exibido na Cinemateca às 15h30 de um Sábado iria fazer com que eu fosse um dos poucos presentes. Mas qual quê? Sala cheia, por novos e velhos, por quem ia rever o filme e por quem o ia ver pela primeira vez. Afinal não era o único.
E tenho a dizer que gostei do filme sim senhor. Será que estou a ficar velho? Inegavelmente, mas seja como for, velhos ou novos, todos têm o seu timing certo para apreciar as coisas. Agora foi o meu.
Não me lembro se já vi outro filme com o Humphrey Bogart, mas sei que até agora tinha uma ideia formada sobre o tipo de papel que o homem desempenhava e, em especial, o tipo de papel que teria no Casablanca. Começou por corresponder realmente, mas cedo o homem revelou ser um actor muito para além do típico "durão sorumbático, insensível e quasi-monossilábico" que eu julgava. O Bogey até era um excelente actor. Pelo menos ali foi-o de certeza. Uma excelente contraparte à deslumbrante Ingrid Bergman.
E pronto, toda a gente já sabe mais ou menos como é que acaba, já deve fazer parte das referência culturais pop. É bastante dramático e romântico (com algum humor aqui e ali), como se esperava, mas ainda assim prendeu-me ao assento em antecipação. Muito bom.
Achei piada a ter lido que o filme podia perfeitamente ter-se chamado "Lisboa", pois tanto Lisboa como Casablanca eram destinos de fuga dos refugiados da Europa ocupada pelos nazis. Aliás, Casablanca era uma etapa para chegar a Lisboa e fugir definitivamente para os EUA. O "avião para Lisboa" quase que é um personagem tão importante no filme como os restantes. Mas enfim, decidiram-se por "Casablanca"...sempre é mais exótico, calculo.

Ah, and just for the record, ela realmente nunca diz "Play it again Sam". De onde virão estes mitos urbanos?










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terça-feira, fevereiro 12, 2008

Into The Wild

Ufff. Nem sei que diga. I am speechless. I am left with no speech. Um filme belo mas muito incómodo. É preciso ser um gajo muito duro para sair deste filme sem a mínima perturbação. É preciso ser-se muito insensível para não deixar que esta história nos toque. É isso, mais do que perturbado ou incomodado, a sensação é a de ter sido tocado por este filme. Como se uma mão invisível entrasse em nós, efectivamente agarrasse a nossa alma e a apertasse e a abanasse dum lado para o outro. Consequência: sai-se realmente um pouco zonzo, pesado, abalado mas, de alguma forma, satisfeito por ter visto este filme de Sean Penn, satisfeito por não ter sido possível ficar indiferente ao mesmo.
Para isso muito contribuíram os actores e, principalmente, a realização contida de Penn, certamente um adepto da política less is more. Não há aqui pregações contra a sociedade moderna, não há qualquer tentativa de moralização, não há qualquer intuito de ensinar os espectadores uma qualquer lição que seja. Não há a vontade de querer significar que todos estamos enganados na vida que levamos e que só ao nos abandonarmos na Natureza poderemos encontrar a verdade. Não. Há apenas a vontade de contar uma história, verídica, o mais factualmente possível. As conclusões sobre o que nos é contado serão feitas por cada um de nós, conforme pudermos e quisermos. O filme dá-nos esta liberdade, e é essa, provavelmente uma das suas melhores virtudes. O que está certo e está errado não nos é imposto ou ensinado. A desistência da sociedade feita por Chris McCandless não nos é mostrada como a coisa certa a fazer. Ao contrário do que se poderá julgar, o filme não retrata um anjo a fugir dum inferno, mas algo mais complexo, algo muito mais subjectivo.

Li , penso que no Público, que este filme está destinado a ser entronado por todos os jovens que se sentem insatisfeitos, inseguros e desiludidos com o que os rodeia. Uma espécie de Kurt Cobain/Jim Morrisson do audiovisual, uma espécie de manual dos incompreendidos.
Talvez sim. Mas felizmente isso não lhe vai retirar a sua maior força, que é a de ser um filme bom demais para se deixar reduzir a bandeira apenas deste ou daquele.


Létslukatdetreiler:


"Hard Sun" - Eddie Vedder:




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segunda-feira, fevereiro 11, 2008

Chegadas


Quer se queira quer não, a zona de chegadas dum aeroporto é um local à maneira. É uma espécie de bolha, onde as pessoas, em geral, permitem que os seus melhores sentimentos venham ao de cima. Quem está ali está, regra geral também, por vontade própria; quem está ali à espera de alguém tem realmente vontade de ver chegar essa pessoa, e sente-se, em geral, uma espécie de expectativa positiva e benevolente no ar. Há quem não consiga, sequer, deixar de sorrir que nem um parvo, apenas e só pelo factor de contágio. É um bom feeling, pronto. As pessoas, naquela pequena bolha, deixam de parte uma certa e determinada parte do Ser humano, uma parte meio negativa, meio selvagem. Em certa medida é o que a personagem do Hugh Grant diz no início do "Love Actually" (sim, um filme lamechas-comédio-romântico, mas que foi bastante do meu agrado).

Enfim, tudo isto apenas para deixar aqui um pequeno apontamento que reparei ontem, quando esperava nas Chegadas do Aeroporto de Lisboa. Pensava nestas coisas enquanto deambulava por entre as pessoas que também esperavam. Tal como elas, também eu, de vez em quando lançava o meu olhar expectante para aquela saída simples, por onde vão saindo os recém-chegados, qual caixinha de surpresas ou "jack in the box". Da primeira vez que olhei achei piada a um anúncio visível do lado de fora porque se reflectia numa parede de vidro (ou seja, está colocado ostensivamente virado de frente para quem chega). Era da Super Bock e dizia "Home Sweet Home".

Agora...ali chegam dois tipos de pessoas: ou estrangeiros e então Portugal não será o seu "home sweet home", ou portugueses e nesse caso penso que seria mais simpático substituir a frase do anúncio por um singel "Lar Doce Lar".

Não sei, parece-me ligeiramente mais adequado. E nem sequer seria preciso substituir a cerveja por um, digamos, Licor Beirão....não...a Super Bock também é portuguesa. pelo menos da última vez que eu vi.




Enfim, ironias.






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sábado, fevereiro 09, 2008

I - SNBA

Finalistas FBAUL 06/07
SNBA







João Francisco, Sofia Sustelo e Maria Daniel Duarte.
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No meio está a virtude. Mas o meio termo é lixado....

Gunther Dünn


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quinta-feira, fevereiro 07, 2008

Bem vindo!

Ou talvez sempre cá tenhas estado, não sei. Sei lá...pode ser ou não um bom sinal....vamos assumir que sim. Um sinal que nem tudo está mal afinal neste planetóide. Bem vindo seja portanto este pequeno mamífero, recém descoberto na Tanzânia por um grupo de cientistas. Desculpa lá rapazote, mas és um pouco pró feio, mesmo com tantas cores; mas ficas a saber que és uma espécie de musaranho da família dos elefantes (mesmo que não sejas maior que um gato). Ah, e se tiveres fome, o menu consta de insectos e mais insectos.
No fundo isto será irrelevante para ti, mas a verdade é que deve dar uma confortável sensação de segurança ao Homem, uma sensação de "ainda estamos no controle", poder dar-te um nome e dizer que te descobriu. Se calhar até foi ao contrário. LOL

terça-feira, fevereiro 05, 2008

Hmmm...

There is a theory which states that if ever anybody discovers exactly what the Universe is for and why it is here, it will instantly disappear and be replaced by something even more bizarre and inexplicable.













There is another theory which states that this has already happened.


Adams, Douglas, in "The Restaurant at the End of the Universe"



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segunda-feira, fevereiro 04, 2008

sexta-feira, fevereiro 01, 2008

SBIT 2008 Kick Off!!!


INDIA
February 1, 2008
Mumbai
Bandra Kurla Complex


According to IBN Live, nearly 100,000 fans are expected to attend IRON MAIDEN's February 1 concert at the Bandra-Kurla Complex in Mumbai, India.

DNA reported that MAIDEN's private jet landed in India on Tuesday (January 29) and the band has been put up at JW Marriot. On Wednesday, the band members were expected to be all over town shopping. They had apparently expressed their desire to visit the Ajanta and Ellora caves as well. IRON MAIDEN had reportedly made it clear that they didn't want to involve any celebrities in their tour schedule.

"They will have an after-party post the gig and will be then flying out on February 2 morning to Australia," said Utsav Agarwal, Event Manager, Virgin Records. "The Indian market is opening up big time as far as heavy metal is concerned and this is good news for all the fans in here."

The Indian band PARIKRAMA is opening the show for IRON MAIDEN. "This is our fourth concert in less than a year," said Subir Malik of PARIKRAMA. "We toured with them at the Download festival in the UK and have grown up listening to them. We could have never imagined that we will play with them one day."


http://www.dnaindia.com/report.asp?newsid=1148327

http://www.ibnlive.com/news/iron-maiden-to-kick-off-world-tour-from-mumbai/57865-8.html

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