segunda-feira, julho 30, 2007

41º C

CALOR!

Para quê tanto calor? Não suporto isto. O que é o mesmo que dizer que é insuportável!!!! Dá cabo de mim. Deita-me abaixo. É um suplício. Mal se pode respirar. Tira-me o fôlego, o ânimo, tudo e para tudo. Para quê? Qual a utilidade? Já chega por favor....reduzam o lume se faz favor. E quem disser que assim é q é bom....para o Inferno com ele, que no Purgatório já está.

Street Spirit (Fade Out)

Rows of houses, all bearing down on me
I can feel their blue hands touching me
All these things into position
All these things we'll one day swallow whole
Fade out again, Fade out.

This machine will, will not communicate
These thoughts and the strain I am under
Be a world child, form a circle
Before we all, go under
fade out again, fade out again

Cracked eggs, dead birds
Scream as they fight for life
I can feel death, can see its beady eyes
All these things into position
All these things we'll one day swallow whole
Fade out again, Fade out again

Immerse your soul in love
Immerse your soul in love

sexta-feira, julho 27, 2007

MHWHAHAHAHAHAHAHA!!!!!!!



See you MOTHERF@#KERS!!!!

quinta-feira, julho 26, 2007

Variando

Selfish Jean by Travis Interpreted by Demetri Martin

terça-feira, julho 24, 2007

A little bit of Wilson's magic

I Just Wasn't Made For These Times

I keep looking for a place to fit
Where I can speak my mind
I've been trying hard to find the people
That I won't leave behind

They say I got brains
But they ain't doing me no good
I wish they could

Each time things start to happen again
I think I got something good goin' for myself
But what goes wrong

Sometimes I feel very sad
Sometimes I feel very sad
(Can't find nothin' I can put my heart and soul into)
Sometimes I feel very sad
(Can't find nothin' I can put my heart and soul into)

I guess I just wasn't made for these times

Every time I get the inspiration
To go change things around
No one wants to help me look for places
Where new things might be found

Where can I turn when my fair weather friends cop out
What's it all about

Each time things start to happen again
I think I got something good goin' for myself
But what goes wrong

Sometimes I feel very sad
Sometimes I feel very sad
(Can't find nothin' I can put my heart and soul into)
Sometimes I feel very sad
(Can't find nothin' I can put my heart and soul into)

I guess I just wasn't made for these times

Wilson/Asher


segunda-feira, julho 23, 2007

Concerto de paróquia

Já há alguns anos que tinha tomado a opção de não me deslocar a estes concertos underground (de paróquia, como lhes chamo) de metal. Não é por nada, mas simplesmente perdi a pouca pachorra que tinha. Para ir a estes concertos é preciso uma certa dose de carolice que já não tenho. Gosto de heavy metal, mas chamem-me mainstream ou acomodado, mas para concertos destes perdi a paciência. Comparecer a estes eventos é saber que vamos ter uma sala mázita, um som péssimo e atrasos costumeiros.
Mas pronto, como este não era longe do sítio onde estava, e como o ambiente geral deste Sábado era mesmo o heavy "hell yeah" metal, lá acabei por ir. Desta vez o atraso foi meu (ou então dei um desconto demasiado grande), mas a verdade é que se estava bem onde estava. O resultado: perdi os Lostland e os Profusions. Com bastante pena no caso destes últimos pois eram a única banda que conhecia, pois já tinha sacado do site do Portugal Underground a demo "Paradigma". Acabei por trazer a mesma demo, em nova edição de autor. Os gajos são bons, dentro dum estilo progressive/power metal.
Mas vi os Gwydion, que tocam um black metal sem palhaçadas com algumas doses de death metal. Até nem foram mal não senhor, mesmo com o som péssimo do antro ultra abafado em que tocaram. Contei 35 pessoas nesta altura, incluindo membros das outras bandas e pessoal da organização.
Os tais italianos Rain chegaram com um grande atraso (blame it on the airport), pelo que só puderam tocar uma 5 músicas. Tentaram a sexta mas a organização cortou-lhes o pio. Aliás, foi a polícia que já estava à porta do buraco. Eram quase 11 da noite!!! É pena para os rapazes, que se viu terem já algum andamento, embora musicalmente o seu power metal não me tenha surpreendido em nada. Enfim, espero que estejam de férias e tenham aproveitado para fazer turismo em lisboa para não perderem a viagem.

sexta-feira, julho 20, 2007

The Weekend?


Hmmmmmm...

segunda-feira, julho 16, 2007

On The Road





Lisboa-Porto-Aveiro-Costa Nova-Coimbra-Lisboa

sexta-feira, julho 13, 2007

Monte Pitão?

Constou-me há uns tempos que a UAU deitou mãos ao trabalho e encomendou ao tipo que andava a morder cães há uns anos a tradução de alguns dos melhores sketches dos Monty Python, como se não houvesse amanhã. O objectivo: a estreia do espectáculo convenientemente chamado "Os Melhores Sketches dos Monty Python"! É de louvar certamente. E também é certo que para os envolvidos, dos produtores, aos actores e tradutores, deve ser um trabalho tipo a "cereja no topo do bolo". Mas será que vai vingar?

Antes de mais, o tipo de humor dos Monty Python não é daqueles que que consegue agradar a muitos, é para uma minoria (e não, não estou a querer significar com isto qualquer tipo de elitismo!!!!!), simplesmente ou se acha piada ou não. É o non-sense levado ao extremo, como praticamente mais ninguém voltou a fazer (Os Gato Fedorento aproximaram-se bastante, honra lhes seja feita). É a sucessão de piadas, sketches, situações, momentos, que enfatizam uma característica, um tique, ou talvez não seja nada disso. Tem piada para alguns, não tem para outros, outros ainda encontram a piada no facto de não ter piada. O que é certo é que é um tipo de humor diferente.

Se pensarmos na secção reservada ao humor no nosso cérebro como subdividida em várias partes, podemos dizer que os Monty Python tocam, ou reagem, sobre uma das partes que mais nenhum outro tipo de humor toca. Podemos nem sempre largar a rir a bandeiras despregadas, mas que é um sentimento único de sentir essa pequena parte do cérebro luxuriosamente massajada, daí retirando o exigido prazer, lá isso é.

E depois, o verdadeiro busílis da questão e que realmente me faz interrogar. Será que funciona EM PORTUGUÊS? Longe de querer diminuir as aptidões de tradutor do Markl, que obviamente, como ele disse, abordou o trabalho quase como se fosse uma tarefa religiosa, temo que a tradução para o "camonês" faça perder o non-sense....não sei, talvez seja a necessidade (ou o hábito) de ouvir as vozes do John Cleese, Michael Palin, Terry Jones, Eric Idle e Graham Chapman, os seus tiques e entoações especiais...Não sei, mas como ficará em português o sketch "Dead Parrot"?

Enfim, a ver vamos. Até acho que, apesar do que disse no primeiro parágrafo, isto pode vir a ter sucesso. Os GF abriram um pouco mais os horizontes da comédia em Portugal (e até se fala na edição por cá da série completa do "Monty Python Flying Circus"! Inshallah!). Mas em português...perdoem-me o José Pedro Gomes, o Bruno Nogueira e o MIguel Guilherme (...), mas vou esperar para ver.

In ze meanwhile, eis, legendados, os míticos "Dead Parrot", "Argument Clinic" e o primeiro sketch dos MP de que tenho memória, e que me fez cair da cadeira a rir, o "Silly Job Interview":


"Dead Parrot":



"Argument Clinic"



"Silly Job Interview"

And now for something completely different...still

quinta-feira, julho 12, 2007

Simpsonized!

O filme dos Simpsons está aí a rebentar! Eu já estou preparado e à espera! Dough!

terça-feira, julho 10, 2007

GY!BE 28 Days Later


Gosto da maneira como a tensão crescente desta música dos Godspeed You! Black Emperor, chamada "East Hastings", foi incorporada no filme do Danny Boyle. A maneira como aquele crescendo acompanha a viagem do personagem principal pelas ruas vazias de Londres, e a sua viagem interior até à completa realização do que ocorreu enquanto ele esteve "ausente"....parece mesmo que foi composta para o filme, quando não o foi.

Enfim, mais uns canadianos.

segunda-feira, julho 09, 2007

Na sexta-feira tivémos direito a mais um concerto daqueles.É sempre bom ver uma banda que:

1. Se diverte e tem prazer no concerto que dá;
2. Prima pela simpatia e comunicação com o público;
3. Dá um concerto para 100 pessoas da mesma maneira que daria para 1000, ou 10.000;
4. Consegue dar a volta por cima ultrapassando os (alguns) problemas técnicos que tiveram;
5. Uma banda profissional, em suma!

Os Orphaned Land fizeram tudo isso, e deixaram-me com vontade de voltar a vê-los, mas numa sala melhorzita, com melhor som pelo menos. Apesar de terem feito tudo para melhorarem o som, e terem-no conseguido, seria ainda melhor se tivessem tido mais condições. Mas seja como for deram um óptimo concerto, puxaram pelo público e de certeza que gostaram da resposta que este lhes deu. Foi um motivo de orgulho sim senhor. E ainda se deram ao trabalho de ficarem para o fim para falar com os fãs, dar autógrafos e tirar fotografias. Só lhes ficou bem e deu uma aura simples e intimista ao concerto.
Os Thee Orakle, de quem só vi as duas últimas pareceram-me suficientemente bons, embora se integrem na algo batida, mas tão portuguesa corrente, do gothic metal com o binómio de vocalistas masculino/feminino. Os Thanathoschizo, pareceram-me um tanto ou quanto perdidos, tanto em palco, como musicalmente, mas acredito que os fãs deles tenham gostado. Li que também vão abrir para os Samael. Bom para eles. Mas a verdade é que a noite era dos Orphaned Land, e mesmo que o não fosse, eles tê-la-iam "roubado" para eles, com um concerto impecável em empenho e entrega.



sexta-feira, julho 06, 2007

Sarau de música Israelita - Santiago Alquimista


"Norra El Norra"


"Ocean Land"

.

quarta-feira, julho 04, 2007

SBSR - ACT II

Bom, graças ao Raimas e ao Fernando, lá acabei por ir ontem à borliu, a mais uma noite SBSR. O motivo: os tão propagados "salvadores da música moderna", os Arcade Fire. Mas antes disso, ontem foi outra loiça! Jantar descansadinho em casa, esperar pelo Fernando, ir para lá por volta das 22h00, estacionar pertinho, entrar sem qualquer tipo de dificuldade, chegar aos bares sem incómodos, assistir ao concerto relativamente perto e em paz. Muito bem. Longe da confusão criada pelas 40.000 pessoas do outro dia. Mas, ainda assim estava um recinto muito compostinho para receber os canadianos (eram 10 ao todo! Deve ser uma coisa canadiana. Já os Broken Social Scene que vi no ano passado em Paredes de Coura, também do Canadá, eram uma série deles. Aliás mesmo musicalmente andam pelos mesmos lados, mas realmente tenho de admitir que os Arcade Fire me pareceram melhores).

Mas antes disso ainda: quando chegámos estavam a acabar uns hippies cabeludos quaisquer...não tenho ideia de quem eram, mas o público gostou. Acabado que estava fomos dar um giro pelo recinto, cuja maior parte nem sequer tinha visto tal era a montanha humana na 5.ª Feira. Os Bloc Party começaram enquanto estávamos num barzito e por lá ficámos. Musicalmente provocaram-me o equivalente a um encolher de ombros. Não é mau, não irrita, mas também não é nada de especial. Lá tocaram o seu hit da Optimus.

Os Arcade Fire eram/são de outra cepa. Um palco gigante cheio de intrumentos, completo com um mini órgão de igreja (sim, com os tubos e tudo), uns 5 ecrãs circulares pequenos espalhados e uma cortina vermelha atrás. Começaram a tocar com atraso de 10/15 minutos infelizmente, porque depois não compensaram no final, acabando à hora marcada.

E que dizer? Devo dizer que me conquistaram. O meu conhecimento era algo superficial e limitava-se apenas ao primeiro álbum. São uma banda muito suis generis, algo similares aos Broken Social Scene, embora o concerto que vi destes tenha sido mais aborrecido e, curiosamente tinha mais expectativas em relação a estes do que aos Arcade Fire. Mal entraram em palco tinham o público nas mãos, algo notável sendo apenas o segundo concerto cá no burgo. Mas depressa justificaram a recepção. São um pouco mais pop e 'indie' (whatever) que os The Dears (outros canadianos), mas o que estes têm de dramático, os Arcade Fire têm de épico e retumbante. É uma mistura estranha. Juro que em muitos pontos ouvi 'coisas' do Bruce Springsteen, pelo menos esse lado épico e grandioso do piano que se ouve no "Born To Run" do Boss. Não é também surpreendente que os Davids, Bowie e Byrne sejam fãs da banda, pois também deu para ver 'coisas' dos Talking Heads e do Bowie bem mesclados na música.

Dois exemplos:





Não sei os nomes, mas são bastante reconhecíveis. Às vezes é bom ir para um concerto com pouco conhecimento sem esperar nada e acabar conquistado. Como disse, se houver oportunidade e t€mpo, não me importava nada de voltar a vê-los.




terça-feira, julho 03, 2007

Für Maria


I promise you will get old
I promised you everything
To protect you wherever you go
I'll give you this diamond ring

Just promise you will remember
A promise should last forever
Right up to the dying embers
Of a fire that burns so slow

It's a different day everyday
Don't want you to walk alone
But how long we carry on
When all of these things have gone

Just promise you will remember
A promise should last forever
It's the last of the dying embers
Of a fire that burns so slowly

It's a beautiful thing to do
Sometimes you just have to walk away
Remember I do love you
Have courage in what you say

Just promise you will remember
Promises last forever
Still left of the dying embers
The fire that burns so slowly

Sometimes you just have to walk away
Sometimes you just have to walk away
Wishing today was yesterday
Yeah, sometimes you just have to walk away

segunda-feira, julho 02, 2007

SBSR Pt. 2

Lá para o fim do Satriani ainda conseguimos 'furar' mais em frente e acabámos por ficar atrás da segunda grade e à frente da tenda do som e luzes. Pareceu-nos bem. Muita miudagem, estrangeiros, e alguns 'velhotes'. Estava tão para a frente que acabei por decidir nem sair dali, pois já não conseguiria voltar. Resultado, acabámos por esperar quase uma hora: a meia-hora de preparação do palco, mais uns vinte e tal minutos de atraso. Já estava que não podia!
Bom, mas os gajos lá apareceram finalmente: o Bode, o Macaco, o Alien e o Gay.
Na altura não sabia que este era o primeiro concerto da tour e que havia bastante interesse mundial por este concerto. Também não sabia que iam 'saltar' Espanha, o que explicou tantos espanhóis lá. Tudo isto explicou o facto óbvio de terem querido jogar pelo seguro e recorreram aos 'oldies but goldies' dos anos 80. A canção mais recente já tinha uma década em cima, e foi a íunica que tocaram da fase decadente. Falo da "The Memory Remains", uma canção horrível e aborrecida. Felizmente também não houve nada de canções novas, as quais a julgar pelas amostras no YouTube, enfim....não valem nada.

Portanto lá recebemos de rajada a "Creeping Death", "For Whom The Bell Tolls", "Ride The Lightning" e o "Disposable Heroes", todas do melhor que há. A sequência seguinte, para mim foi a pior, com a "The Unforgiven" a quebrar um pouco o ritmo (primeira balada que fez espumar muitos dos presentes), a "...And Justice For All", uma boa canção, mas que me pareceu arrastar-se e a bosta fumegante que é a "The Memory Remains", com aquele coro ou sing-a-long retardado.

Felizmente "The Four Horsemen" retomou a senda correcta. Seguida pela "Orion", excelente não tivesse sido a péssima introdução no baixo pelo Trujillo. Vá lá que o Bode se lembrou de dedicar a canção ao seu 'dono', Cliff Burton. A "Fade To Black", "Master of Puppets" e "Battery" encerraram o concerto.

O primeiro encore foi o prato cheio para a maioria das pessoas presentes, que se retorceram de prazer enquanto espumavam pela boca. Pois foi...tocaram a "Nothing Else Matters", uma óptima canção que o airplay matou. Antes foi o "Sad But True", e depois o "One", completo com fogo, explosões e pirotecnia gigantesca (confesso que gostei) e o "Enter Sandman" (curiosamente acho que esta aguentou-se bem ao teste do tempo). Enfim...o puto que estava ao meu lado enquanto esperávamos estava histérico. Mas quando começou acalmou e limitou-se a estar ali, agarrado à mochila a ver. Até....sim, até começarem a tocar "Nothing Else Matters"! Aí sim, virou-se para o amigo e disse: "É agora! É agora!" e cantou a letra completa com um sentimento quase doloroso. Depois, voltou a acalmar. Os Metallica continuam a atrair muita gente assim pelos vistos.

O segundo encore desenrolou-se no meio de uma moshada generalizada, ao som da cover "Am I Evil?" e da "Seek And Destroy".

Enfim...que dizer? Gostei bastante do concerto. Para minha surpresa. Naturalmente o facto de só terem tocado canções da fase NÃO decadente ajudou e muito. Mas que dizer duma banda activa, que nos seus concertos se limita a tocar canções com 20 anos? Não é que eu me queixe, pois era para ver e ouvir essas que u lá fui. Mas a verdade é que os Metallica tornaram-se uma banda amorfa e moribunda, pelo menos em termos criativos. A inspiração parece ter abandonado aquelas paragens já há alguns anos. E eles parecem sabê-lo, pois uma banda que não toca os seus trabalhos recentes, é uma banda que sabe que eles não são bons. É pena, mas é a verdade. E as novas músicas não auguram nada de bom, pois mais parecem canções de bandas bubble gum punk do que da banda que compôs o "Master Of Puppets" e o "Ride The Lightning". Ah pois é! Falta o baixista. O Cliff Burton morreu. O Jason Newstwed fartou-se de palhaçadas. O Trujillo mais parece ser um mero contratado. Talvez algo esteja em falta mesmo. Não me parece que voltem a encontar esse algo.

Anyway, para o que eu queria, cumpriram. Não os via há mais de 10 anos (e aí o concerto foi horrível), e não planeio voltar a vê-los tão cedo, se calhar. Portanto valeu a pena, foi um bom concerto. Ao vivo não tenho nenhuma queixa. Foi um concerto enérgico e tiveram uma boa postura em palco. É o que se quer! Quando vi o concerto no RiR pela TV fiquei com a opinião que, mesmo com clássicos, a atitude era demasiado "plastificada", ou "artificial". Sinceramente perdi essa ideia, ou então foram eles que melhoraram, pois na verdade entregaram-se a 100% ao concerto!

"Disposable Heroes":



"One":




Só para finalizar, duas palavra de "apreço": uma para a forma deplorável como se procedeu a saída do recinto, após os Metallica. 50.000 pessoas é muita gente. Obrigarem tantas pessoas a sair pela única saída disponível foi uma péssima ideia. Foi um verdaderio "engarrafamento pedestre"! Mau, muito mau. Foi mais de 30 minutos para sair.
A outra, para a Antena 3, rádio oficial do evento, que na hora marcada do concerto dos Metallica achou por bem passar o concerto que eles deram no Rock In Rio 2004, lançando assim a confusão em muitos dos estrangeiros que se ligaram ao site da rádio para ouvirem o primeiro concerto desta tour.


domingo, julho 01, 2007

E não é que valeu a pena?

Lá fui portanto. E até acabou por valer duplamente a pena, não só porque os concertos foram bons, como também pelo factor de bilhete mais barato! Hoorah! lol
Cheguei por volta das 18h15 a Sacavém (sim, Super Rock Super Bock, mas no fundo aquilo também foi Metallica Live at Sacavém! lol), e 5 minutos depois logo chega o Rick no comboio.
Muita gente para entrar, mas acabámos por não demorar mais de 5 minutos. Dentro do recinto começavam os Mastodon. O som estava tão, mas tão alto, que não era preciso ir ver...ouvia-se por todo o lado. Gosto dos Mastodon...principalmente dos dois primeiros álbuns....mas em casa! Ao vivo, conforme já tinha visto na Holanda na semana passada, os pormenores interessantes da sua música desvanecem-se numa muralha sonora demasiado agressiva para o meu gosto.
Fomos encontrar-nos com o Marcelo, companheiro da jornada holandesa, que também por lá andava. Meeting efectuado, WC's utilizados, toca de ir beber e esperar pelos Stone Sour, a outra banda do vocalista dos Slipknot.
Eram terríveis...nem me apetece fazer mais comentários. E é isto que faz sucesso hoje em dia?
Hora excelente para comer e beber portanto. Nova visita aos WC's e por incrível que pareça no meio daquela multidão de ontem, encontrámos o Raimas e o Ricardo que já estavam numa mesa. Tratámos de arranjar os "morfes" (KFC! Damn it! Mas era o mais próximo) e fomos ter com o restante pessoal.
Numa ida à fonte cervejística, mais uma vez por coincidência, encontrei o Daniel e o João. Todos juntos, mal tivémos tempo para acabar de comer e ir ver o Joe Satriani que já estava a principiar.
Montanhas de gente para ver o homem, nunca pensei. Claro que muitos já deviam estar a guardar lugar para Metallica, mas mesmo assim...perdi-me de toda a gente menos do Marcelo e do amigo e lá fomos indo para a frente.
Grande concertaço! Durante uma hora e 10 minutos foi uma grande espectáculo de rock instrumental. Já me tinha esquecido da razão porque sempre gostei dele. Muito simpático e humilde, tocou clássico atrás de clássico. Claro que para quem não é muito fã, um concerto deste género pode tornar-se aborrecido. Falta o 'suporte vocal'... mas a mim foi fácil apreciar o concerto. Só por este já valeu a pena."Surfing With The Alien", "Flying In A Blue Dream", "Always With Me, Always With You", "Circles", "Crowd Chant" etc etc. Como esperava gostei do concerto, mas reaçmente já me tinha esquecido com o este gajo é bom guitarrista e, principalmente, bom músico e compositor. Falando pouco consegue transmitir toda a energia da sua música ao público, e devo dizer que, para minha surpresa, este, estando ou nãoi à espera de Metallica, correspondeu bem. Não ficámos nada mal vistos penso eu. Agora é voltar, e de preferência para um Coliseu!

"Summer Song":



"Surfing With The Alien":