sexta-feira, setembro 29, 2006

Angra

Angra - "Aurora Consurgens"




O novo álbum dos geniais Angra. Falta um mês!!!! Mais uma vez recorreram ao talento da artista portuguesa Isabel de Amorim para o artwork. Já o tinham feito no Temple of Shadows. Uma escolha excelente e original. Uma colaboração iniciada com o Rebirth, mas estes dois formam um conjunto impressionante e, como disse original, reflectindo bem esta nova fase.

It's Friday

and...



E venha mais um fim de semana. Parece quase que vai ser o primeiro de muitos onde vai dar para parar um bocadinho. O último de Setembro. O Verão já acabou, mas pessoalmente penso sempre que o "estado de graça" do Verão só termina no final de Setembro. É o regresso de férias, o Avante, 14 pessoas a fazerem anos (felizmente não se traduz em 14 festas de anos), os dias realmente mais curtos, etc etc.
Agora vai acalmar espero eu. Só há que lidar com o trabalho e com alguns dos vermes viscosos e rastejantes que por aqui andam a largar muco. Mas a semana que vem só tem 3 dias. De pois é esperar pelas próximas férias. Viagem a Barcelona marcada, tour dos Iron Maiden a começar....vale a pena esperar.

quinta-feira, setembro 28, 2006

HaPPy BirTHdaY!!

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quarta-feira, setembro 27, 2006

TV's Funniest

Se bem me lembro o LACSIVORT ia iniciar no ano passado uma série no seu blog sobre séries humorísticas, mas acho que a sua 'contratação' para o plantel do DQD o impossibilitou de continuar. Portanto apeteceu-me fazer uma lista (é o síndrome do "High Fidelity") das séries de humor que me têm marcado. Sim, acho que está incompleto, mas a verdade é que raras vezes vi o "The Office", não era fã da "Liga de Cavalheiros" e acabei por me cansar do "Allo Allo". Outras séries existirão, mas agora não me estou a lembrar. Portanto, não há que questionar.








De certeza que faltam algumas séries, principalmente inglesas, mas em boa verdade não me recordo agora.

terça-feira, setembro 26, 2006

Different World


You lead me on the path
Keep showing me the way
I feel a little lost
A little strange today

I think I'll take a hold
Of whatever comes my way
Then we'll see what happens
Take it day by day

I thought I had it all
I had it all worked out
Just what my future held
That there would be no doubt

But then the card came up
And I took another turn
But I don't know if it's
Fulfilment that I yearn

Tell me what you can hear
And then tell me what you see
Everybody has a different way
To view the world


I would like you to know
When you see the simple things
To appreciate this life
It's not to late to learn

Don't want to be here
Somewhere I'd rather be
But when I get there
I might find it's not for me

Don't know what I want
Or where I want to be
I'm feeling more confused
The more the days go by


Smith/Harris

segunda-feira, setembro 25, 2006

Mundo Maravilhoso

O Raimas lembrou-me da iniciativa que está a decorrer presentemente. Já tinha ouvido falar, mas ainda não me tinha certificado, até agora.
Pois, parece que as Sete Maravilhas do Mundo já não são tão maravilhosas assim. Nem sequer são sete sequer. Por isso há que arranjar maneira de fazer outra lista. Porque isto é muito importante e, acima de tudo, porque sim.

Como tal, haverá que escolher 7 de entre esta lista:

Acrópole - Atenas, Grécia;
Alhambra - Granada, Espanha;
Angkor - Cambodja;
Basílica de Santa Sofia - Istambul, Turquia;
Castelo de Neuschwanstein - Füssen, Alemanha;
Chichén Itzá - Yucatan, México;
Coliseu - Roma, Itália;
Cristo Redentor - Rio de Janeiro, Brasil;
Estátua da Liberdade - Nova York, EUA;
Estátuas da Ilha de Páscoa - Chile;
Grande Muralha da China - China;
Kremlin - Moscovo, Rússia;
Machu Picchu - Peru;
Opera House - Sydney, Austrália;
Petra - Jordânia;
Pirâmides - Egito;
Stonehenge - Amesbury, Reino Unido;
Taj Mahal - Agra, Índia;
Templo Kiyomizu-dera - Kyoto, Japão;
Timbuktu - Mali;
Torre Eiffel - Paris, França.

(mais info sobre cada uma delas aqui)

Eu se fosse às Pirâmides reclamava ou impugnava este concurso. Afinal elas são a única maravilha da antiguidade ainda de pé e é injusto terem de ser novamente submetidas a escrutínio popular. Im-Hotep está furioso.

Pode-se votar até 1 de Janeiro de 2007 no site da fundação Suiça responsável pelo evento a New Seven Wonders. Há votação online e até por telefone. Qualquer um pode participar. O site está traduzido em português e constou-me que os vencedores serão anunciados algures em 2007 cá em Portugal. Muito bem.

sexta-feira, setembro 22, 2006

It's Friiiiiiiday!

Polivalência e poder de decisão. A chave do sucesso

Photobucket - Video and Image Hosting

quinta-feira, setembro 21, 2006

Everyone's waiting for news on TV

Resultados inusitados provocou o meu post de ontem (adoro falar à Yoda). Na verdade diverti-me a mim próprio, o que é sempre bom. Porém temo francamente que aquele foi O momento de inspiração para 2006. Portanto, para quem gostou, lamento informar que não se prevê a repetição de tal verve para este ano civil. Não tenho o respectivo alvará camarário. Demasiada burocracia Para quem não gostou, eis boas notícias. Ou talvez não. Ooops i did it again.

Em boa verdade, o episódio do furacão pareceu-me bastante caricato, especialmente ao ver os jornalistas tão afoitos em fazer ligações em directo ao local. Lembrou-me o verso de abertura da "Face In The Sand" dos Iron Maiden, e era esse o intento original do post. Contudo deu-me a travadinha pretensamente cómica e acabei por descambar. Como tal, há que repor a verdade dos factos e revelar agora isto:


FACE IN THE SAND

Everybody's waiting for something to happen.
Everybody's waiting for something to see
Lunatics waiting for bigger disasters.
Everyone's waiting for news on TV

Winding lives at the end of the spiral.
Waiting dictators with their next big thrill
Everyone's looking but no one is listening.
Everybody wants to be in at the kill

I wait for the signs, they tell me true. I see the signs of the end time

Everyone's searching but nothing's revealing.
Everyone's looking for the reason why
Everyone's hoping for life everafter.
Everyone's looking at death from the sky

Everyone's nightmares are going to happen.
Everybody's ripping the mask from their eyes
Everyone's praying but no one's believing.
Everybody's heroes tell everyone's lies

I wait for the signs, they tell me true. I see the signs of the end time

So I watch and I wait.
And I pray for an answer
An end to the strife and the world's misery.
But the end never came
And we're digging the graves.
And we're loading the guns for the kill

Can the end be at hand?
Is the face in the sand?
Future memory of our tragedy

Can the end be at hand?
Is the face in the sand?
Future memory of our tragedy

So I watch and I wait.
And I pray for an awnser
An end to the strife and the world's misery.
But the end never came
And we're digging the graves. A
nd we're loading the guns for the kill

Can the end be at hand?
Is the face in the sand?
Future memory of our tragedy

Can the end be at hand?
Is the face in the sand?
Future memory of our tragedy

Iron Maiden


E prontos pá. Se pudesse ilustrava com aquele conto do Miquelanxo Prado que começa com uma acidentezeco de bicicleta (acho eu)para se tornar num brutal e sanguinolento acidente com as televisões a espalharem sangue e órgãos pela estrada. "Rápido! Mais fígado ali na berma!! E você Ó acidentado, faça um ar mais sofrido! É para o telejornal!"

quarta-feira, setembro 20, 2006

O Furacão está a chegar!!!!!!!!!!!

Portugal dá mais um passo evolutivo na sua História!


Ah pois é. Já temos um furacão todinho nosso para assolar as nossas costas. Quer dizer, ficou encomendado para os Açores que é para não incomodar muito os senhores aqui do continente. Além do mais já se sabe que os insulares são de têmpera rija. Mesmo assim pode ser que consigamos uns minutitos na CNN. Agora, o que eu acho é que, já que finalmente temos o nosso furacãozito, devíamos DE mudar-lhe o nome. É que 'Gordon' não tá com nada. Parece gordón, e não queremos cá furacões obesos E espanhóis ainda por cima! Furacão Pancrácio, Barnabé ou Ladislau. Isso sim, sólidos nomes. Há que inquirir a agência internacional responsável por dar nomes aos furacões (bem gostava de saber porque é que uns são femininos e outros masculinos) sobre esta possibilidade.

Infelizmente o fenómeno metereológico deve ser em segunda mão, vindo dos EUA, e como tal não funcionou muito bem. Pelo menos ontem quando a RTP fez uma ligação em directo à Terceira para "ver os efeitos do furacão", foi um desapontamento ver o repórter a falar num típico fim de tarde açoreano, calmo e pachorrento, relatando até que "têm aparecido alguns turistas a passearem calmamente".
Vá lá que ao menos os pescadores deram alguma credibilidade ao assunto quando disseram que não iriam sair para o mar e que as embarcações iriam ser puxadas para terra. "Nada a que não estejamos já habituados!" disse um deles. Mas então, afinal...???!!! LOL

A verdade verdadinha é que mais uma vez parece que as televisões assumem a sua postura de abutres raivosos à espera que algo acontça, para serem os primeiros lá. Que ousadia a do furacão! Não ter provocado estragos na hora do Telejornal! Parece cada vez mais que seria quase preferível que algo acontecesse...para poder ser informado.



PS: estou agora a ler no Diário Digital que o "Furacão Gordon perde a força e chega aos Açores com uma depressão". Pudera! Com tanta expectativa que lhe era exigida! E agora quem lhe paga o tratamento psiquiátrico?


.

terça-feira, setembro 19, 2006

Reflexões baratas e genericamente ininteligíveis

O dilema entre o nosso Ser e o Dever que a sociedade nos impõe é, por vezes, demasiado complexo.
Acho que uma pessoa deve fazer um esforço para tentar corresponder a esse dever e irritam-me as pessoas que não o fazem obstinadamente enquanto apregoam a sua liberdade; mas, por outro lado, acho que uma pessoa não pode deixar de ouvir o seu Eu, a sua intuição, e por isso também me irritam os que se tornam escravos do dever, os que não pensam um bocadinho e têm palas nos olhos. Nem 8 nem 80 acho eu. Deve haver maneira de chegar a um compromisso.
Isto é, deve haver alturas em que a nossa intuição deveria afastar qualquer preocupação por não correspondermos a esse Dever. O Ser e a intuição devem poder assumir o controlo a dada altura espero eu. Há que confiar na intuição cegamente por vezes, há que confiar que ela tenha razão e nos leve por outros caminhos; mas só confiando cegamente se pode eventualmente evitar a culpa por não seguirmos o outro caminho. Mas, que diabos!!! Poucas poderão ser as vezes. Mas nessas poucas vezes devo ter razão, caraças!

sexta-feira, setembro 15, 2006

?

test

quinta-feira, setembro 14, 2006

The Longest Day

The Longest Day


In the gloom the gattering strom abates
In the ships gimlet eyes await
The call to arms to hammer all the gates
To blow them wide throw evil to its fate

All summers long the drill to build the machine
To turn men from flesh and blood to steel
From paper soldiers to bodies on the beach
From summer sands to armageddon's reach

Overlord, your master not your god
The enemy coast dawning grey with scud
These wretched souls puking, shaking fear
To take a bullet for those who sent them here

The world's alight, the cliffs erupt in flames
No escape, remorseless shrapnel rains
Drowning men no chance for a warriors fate
A choking death, enter hells gates

Sliding we go, only fear on our side
To the edge of the wire
And we rush with the tide
Oh the water is red
With the blood of the dead
But I'm still alive, pray to God I survive

How long on this longest day
'Til we finally make it through
How long on this longest day
'Til we finally make it through

The rising dead, faces bloated torn
They are relieved, the living wait their turn
Your number's up, the bullet's got your name
You still go on, to hell and back again

Valhalla waits, valkyries rise and fall
The warrior tombs lie open for us all
A ghostly hand reaches through the veil
Blood and sand, we will prevail

Now give us our holy sign
Changing our watter into wine
So to you we bid farewell
Kingdom of heaven to hell

Sliding we go, only fear on our side
To the edge of the wire
And we rush with the tide
Oh the water is red
With the blood of the dead
But I'm still alive, pray to God I survive

How long on this longest day
'Til we finally make it through
How long on this longest day
'Til we finally make it through

quarta-feira, setembro 13, 2006

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segunda-feira, setembro 11, 2006

...


5 anos. Apeteceu-me lembrar aqui esse dia. Especialmente em tributo aos bombeiros. Deve ter sido indescritível. Seja qual for a opinião, orientação, sentimento ou ódio que se possua, há situações, eventos, acontecimentos que deveriam fazer parte duma 'plataforma moral', pesando exactamente o mesmo quer para uns quer para outros.
Nem sempre é assim. Tenho reparado que a minha opinião em relação ao terrorismo e assuntos afins, varia APARENTEMENTE consoante a pessoa com quem estou a falar. É estranho. Mas não sou eu que mudo, ou sequer a minha opinião.
Se para uns devo aparentar estar do lado dos terroristas, para outros penso que aparento exactamente o contrário. Isto porquê? Como disse não mudo a minha opinião. Simplesmente irritam-me posições extremas ou fundamentalistas, seja de que lado for. Quem quer que diga que os Americanos tiveram o que mereciam, irrita-me tão francamente como os que dizem que o Bush devia bombardear todos os países islâmicos graças a uma qualquer justificação superior, ou quase divina.
A questão não pode ser resolvida entre os 'bons' e os 'maus'. É redutor. E já acabou há muito tempo. Por isso irrito-me com quem quer que seja que pense que a razão está dum lado apenas. A atitude dos EUA é um perigo e é errada? Sê-lo-à. Mas nada, nada justifica o que vimos nas notícias há 5 anos, nada justifica actos de terrorismo perpetrados em dezenas, centenas ou milhares de vidas inocentes, pessoas normais como eu...

domingo, setembro 10, 2006

:D

n n n



Grandes
Férias
Obrigado

sexta-feira, setembro 08, 2006

quinta-feira, setembro 07, 2006

Pleasantly Surprised

James Dean Bradfield
"The Great Western"


Ora aqui está mais um carismático vocalista de uma banda de sucesso que se lança numa carreira a solo. Tivémos o Thom Yorke dos Radiohead com o seu "The Eraser" e noutro campo o Edu Falaschi dos Angra com o "Almah". É interessante ver o que leva um músico assim estabelecido procurar outras paragens. Se no caso de Yorke a razão do pop electrónico presente em "The Eraser" parece assinalar uma vontade de continuar uma obra que, ao que consta os Radiohead vão deixar (felizmente ouve-se que o próximo álbum vai ser mais rock....a ver vamos), no caso do Edu Falaschi e do James Dean Bradfield parece ser algo diferente. Em ambos os casos.

Este "The Great Western" parece não diferir muito do que aquilo que os Manics nos têm vindo a habituar. Mas a verdade é que, ouvindo com atenção, a diferença e a razão estão lá. Como confesso e absoluto fã dos Manic Street Preachers acho-me autorizado para dizer que a sua 'boa estrelinha' está a desvanecer um pouco. O último álbum é bom, mas não é excelente; é talvez um álbum para fãs acérrimos. É talvez um álbum para quem no fundo, é fã da voz do James. E assim sendo, este "The Great Western" surge como uma dádiva dos céus.

Seja como for, a diferença entre ambos está, logo para começar, num James Dean Bradfield mais solto, menos 'acorrentado' à tradição ao costume dos Manic Street Preachers. Enquanto estes sempre se caracterizaram por aquela veia épica e quasi pomposa das suas canções, com refrões grandes e cheios, o que o JDB nos traz agora, provavelmente menos preocupado em fazer o 'som' dos MSP, é algo muito mais intimista (calma, não estou a falar em 'acústico'!), mais reservado, mais virado para si. Algo mais descontraído e que precisava de 'sair'.
Ainda bem que saiu. Há quem diga que é o melhor álbum dos MSP que os MSP não gravaram desde o "Holy Bible". Não concordo em absoluto, mas a verdade é que finalmente prova-se que a alma dos MSP não era só o desaparecido Richey Edwards........muita dela reside também no JDB.

quarta-feira, setembro 06, 2006

BLUE



terça-feira, setembro 05, 2006

Freddie

Freddie Mercury faria hoje 60 anos. Já AQUI falei o suficiente sobre ele. Mais importante se calhar do que assinalar a data do seu desaparecimento é comemorar a data que o trouxe a este Mundo.

Ao que parece um dos eventos que fará parte dessa comemoração será (para além da previsível edição de um Greatest Hits da sua carreira a solo) a publicação de uma autobiografia onde podemos ter pela primeira vez acesso à perspectiva do próprio sobre a sua vida, a fama e estrelato e, principalmente sobre a algo conturbada vida amorosa.

Do Correio da Manhã:

Numa operação internacional que envolve apenas um órgão de Comunicação Social por país, a Domingo mostra em primeira mão o capítulo mais polémico dos 20 de ‘Uma Vida Nas Suas Próprias Palavras’, a autobiografia de Freddie Mercury. ‘
Estou Só Mas Ninguém Pode Dizê-lo’ revela o lado mais secreto do lendário vocalista dos Queen, que se fosse vivo faria 60 anos terça-feira. Da confissão crua da homossexualidade ao drama das relações amorosas sempre falhadas, passando pela dificuldade em acreditar nas pessoas – um relato histórico, puro e duro, de um dos maiores ícones da História do rock.

Do que li (o tal capítulo) confesso que me deixou bastante perplexo. Mais do que uma auto biografia (pelo menos no que diz respeito a esse capítulo em particular), parece antes que se trata de um diário pessoal e íntimo do cantor, onde se vê o quão atormentado, receoso e preocupado ele era por vezes. Pergunto-me se ele gostaria que isso viesse à luz do dia.
Entretanto, é mais um documento sobre uma figura ímpar do século XX.

segunda-feira, setembro 04, 2006

domingo, setembro 03, 2006

For Samera!

Cigarette (aquilo que eu quero mesmo és tu)

Sinto-me tão baralhado
Que fico neste triste estado
Eu já não sei o que está certo
Já nem sei se é longe ou perto
Já não sei se ando torto
Se estou vivo ou se estou morto
Aquilo que eu preciso mesmo és tu
Aquilo que eu preciso és mesmo tu

Casas, carros, mordomias
Barcos, bolsa e mais valias
Nada disso me faz falta
Eu quero é a tua maré alta
Aquilo que eu preciso mesmo és tu
Aquilo que eu preciso és mesmo tu

Eu já sei
Sim já sei bem o que eu quero
Sim eu sei bem por quem espero
Sim eu sei bem o que eu quero
Sim eu sei bem por quem espero
Sei que és tu
Sei que és mesmo tu
Sei que és mesmo tu
Sei que és mesmo tu
Aquilo que eu quero mesmo és tu


Xutos

sábado, setembro 02, 2006

AMOLAD - Uma review

Ainda não consegui apanhar o queixo do chão desde que começei a ouvir este álbum. Como tal ainda não foi possível organizar um qualquer esboço de review. Porém, esse trabalho foi-me retirado dos ombros pelo Pedro que o fez de maneira brilhante. Não consigo fazer melhor. Pelo que aqui fica o texto, com os créditos devidos ao seu escriba.

AQUI podemos encontrar a fonte do texto.


A Matter of Life and Death

Ouvir um álbum novo de Iron Maiden pela primeira vez causa sempre algum receio nestes ouvidos e coração de fã acérrimo da banda há mais de 20 anos, 22 para ser mais preciso. Será que é desta que me vão defraudar? Será que as minhas expectativas foram elevadas com tudo o que li sobre o álbum antecipadamente e que afinal não soa nada aquilo que os outros profetizavam? 72 minutos com músicas muito longas, será que não é demais? Tornar-se-ia num álbum chato e vazio de conteúdo? Será que todos aqueles que querem fazer o enterro a esta banda mítica terão finalmente razão para o fazer?

Com todas estas dúvidas na minha mente e, depois de já ter ouvido algumas músicas nessa coisa fantástica chamada Internet, lá coloquei o CD na aparelhagem e carreguei no PLAY. Mal eu sabia o que me esperava...

Desde o grito do Nicko, antes do início da Different World, até aos últimos acordes da The Legacy, canção que encerra o álbum, escutei com o máximo de atenção possivel, ás vezes nem ousando respirar tal era a concentração e...o espanto. Não pode ser, já passaram 72 minutos? Não acredito!!!! Durante esses 72 minutos atravessei um sem número de emoções que me deixaram perplexo.

Sinceramente não estava à espera de ser surpreendido, quanto mais completamente abismado, com uma revelação de mestria, de musicalidade, de raiva, de poder, enfim, de puro génio que é o que nos revela este A Matter of Life and Death.
Não é um album de fácil digestão, pode-se gostar logo à primeira, mas não se sente logo à primeira, tem tantas nuances, tantos ambientes, tantas coisas escondidas de uma primeira audição que tenho a certeza que daqui a muitos anos ainda se irão estar a descobrir coisas novas sobre este disco.
Após mais algumas rodagens posso agora fazer uma apreciação mais conclusiva...espero eu.

DIFFERENT WORLD
é realmente a musica mais diferente do album, numa onda mais hard rock e com alguma parecença com Thin Lizzy nas linhas vocais do refrão e no solo dobrado das guitarras. Embora esta seja uma imagem de marca de Maiden, nesta canção em particular soa a uma mistura entre Lizzy e Wishbone Ash, muito interessante mas completamente diferente do resto do album

THESE COLOURS DON'T RUN
Começa mais calma, como aliás grande parte do album, mas depressa cresce para um refrão imenso onde o Bruce canta com uma raiva espantosa a excelente letra.

BRIGHTER THAN A THOUSAND SUNS
Será que Maiden alguma vez soaram tão pesados como nesta música? Na minha opinião nem mesmo na ultra-pesada Where Eagles Dare a banda teve esta intensidade. Peça musical espantosa, com um ambiente fantástico e muito audaciosa. O baixo bem saliente, como aliás no resto do disco, marca a canção com um excelente trabalho de bateria. O riff por trás do solo é simplesmente genial.

THE PILGRIM
Grande início, fez-me logo pensar num concerto ao vivo com toda a gente a gritar os ohohos. Grande canção com um refrão bem orelhudo, muito melódico mas sem nunca passar a linha do cheesy.

THE LONGEST DAY
Mais uma peça musical interessantíssima, extremamente ambiental e muito emotiva, ou não estariam a falar do desembarque na Normandia, o Dia D.
Ao vivo vai ser um estrondo com este refrão.

OUT OF THE SHADOWS
A mais calma e com um ambiente mais característico dos albuns a solo do Bruce.
Nesta altura já estou completamente de queixo no chão com a performance dos 6 magníficos, mas a do Bruce e do Nicko sobressaem aos ouvidos de todos.

THE REINCARNATION OF BENJAMIN BREEG
O começo é tipicamente Maiden e ainda bem que é o unico tema no disco que soa como tal. Excelente música, muito groovy e com um riff magnífico o que a torna tão diferente do resto das musicas de Maiden, que normalmente são mais baseadas em sucessão de acordes do que propriamente em riffs.

FOR THE GREATER GOOD OF GOD
Introdução de baixo mas a não soar nada como todas as introduções de baixo de àlbuns anteriores. Grande melodia de voz numa musica fantástica. A bridge é ENORME e ao vivo vai deitar a casa abaixo.

LORD OF LIGHT
Não foi fácil de perceber esta musica, entrou-me à primeira mas como uma musica normal, mas depois de a ouvir várias vezes com atenção redobrada fiquei fã incondicional. O inicio é fantasmagórico, tão diferente para a banda, a letra é muito boa, como todas aliás.

THE LEGACY
No ultimo album tinha sido Journeyman a espantar o mundo, esse sentimento recai sobre The Legacy desta vez. Mas que coisa magnífica, que voz, que composição, que som, tantas emoções numa musica só.
Excelente maneira de encerrar o album.

Em conclusão, podemos afirmar que é claramente Maiden, estão lá todas as coisas que nos fazem amar esta banda há muitos anos, mas estão habilmente disfarçadas que quase nem percebemos que lá estão.
Não sei se me faço explicar, ouvimos o álbum e dizemos, isto é Maiden, mas porquê, se as guitarras dobradas em melodias não estão tão salientes, porquê se não existem praticamente ritmos galopados, porquê se não existem refrões mais comerciais, porquê se não existem canções rapidas??

Porque sim, porque é Maiden, mas soa a fresco, não soa a uma banda com 30 anos de carreira, soa a uma data de rapazes novos a quererem quebrar barreiras de preconceito contra o Heavy Metal.
Embora com muito mais maturidade do que nos anos 80 este álbum soa a uma banda que soube sempre se reeinventar e mais do que nunca conseguiu-o com um album fantástico que se tivesse saído em 1982 em vez do Number of the Beast, hoje as pessoas que não souberam evoluir com a banda estariam a dizer "nunca hão-de fazer nada como o A Matter of Life and Death, esse sim, grande àlbum". Se o album a editar em 2006 se chamasse The Number of the Beast com o mesmo alinhamento esses fãs iriam criticá-lo à mesma, porque vivem no passado e esperam em todos os albuns que venha uma musica chamada Run to the Hills - Revisited, ou The Trooper - Viewed by the russian soldiers, ou mesmo que fizessem um Seventh Grandchild of a Seventh Grandchild - The Return.

Percebo aqueles que continuam a preferir os àlbuns do passado mas que saibam apreciar e criticar construtivamente os àlbuns do novo milénio pois eles são bons, e nunca o foram tão geniais com este A Matter of Live and Death.

Iron Pedro

sexta-feira, setembro 01, 2006

BDB - BITUK

Badly Drawn Boy
"Born In The UK"



BORN IN THE UK

Then you see it happened again, the world turned over
Wouldn’t it be something to live your Life On Mars?
Or at least demanding some kind of masquerade?
I never never ever believed in things uncertain
Hanging round the corner just when, just start doing time
in the case of I my me and mine October 1969
Where were you in 76, the long hot summer?
You wanna be a rebel and turn your hosepipes on
With two years to wait for the sound of Jilted John
Virginia Wade was winning our hearts, she made us want to live
Vicious and his brothers were trying to set us free
But much more than this to you and me
This was the Silver Jubilee
We made something out of nothing
Sense of loathing and belonging
Some of us were gonna be rich with the Iron Lady
Lennon’s gone already, let’s post the boys to war
Oh mother what you worrying for? He’s somewhere he’s not been before
Then you see the Union Jack and it means nothing
But somehow you know that you will find your own way
It’s a small reminder everyday that I was born in the UK


;)