sexta-feira, dezembro 29, 2006

E mais uma vez...

...chegou aquela altura em que milhares (milhões quiçá) de pessoas enlouquecem festejando a mera operação matemático-cronológica da sucessão de um numeral por outro! A seguir a 2006 vem...........sim senhor, 2007!!! LOLOL

Seja como for, há ainda algum simbolismo nesta transição temporal, por isso, e por falta de tempo e oportunidade, aproveito já para desejar a todos sem excepção um FELIZ ANO NOVO de 2007. ;)



quinta-feira, dezembro 21, 2006

Feliz Natal!

E pronto, depois de uns dias agitados, chega agora a altura da paragem obrigatória nas boxes. Como tal estarei indisponível e offline nos próximos tempos. Pelo que desejo a todos e a mim um excelente Natal cheio de tudo do bom e do melhor!

quarta-feira, dezembro 20, 2006

A Merry Messy Christmas!

'Teindes' de clicar para ver como deve 'de' ser. Um bem haja e aquele abraço.


sexta-feira, dezembro 15, 2006

Justiça reposta!

Um pequeno grande reconheci- mento e homenagem que há muito estava para fazer, mas a falta de tempo e também o facto de outros já o terem feito muito bem, levou-me a relegar esta menção para mais tarde. Portanto, não queria deixar de assinalar aqui que finalmente, depois de muitos elogios que já tinha ouvido, ouvi este álbum do José Cid e pude comprovar que todos aqueles elogios eram completamente merecidos. Um álbum criminosamente 'descartado' quando saiu e negligentemente ignorado nos dias que correm. O que é uma pena, pois é um dos melhores álbuns de música feitos em Portugal. Era-o já em 1978 e continua a sê-lo. Quantos portugueses saberão que o gajo da 'cabana' e da 'neve em NY' e 'favas com chouriço' é responsável por um álbum considerado internacionalmente como um dos melhores álbuns de rock progressivo do Mundo? Enfim, para uma melhor compreensão nada melhor do que clicar AQUI para ler uma óptima revisão deste álbum, inteiramente subscrita por mim.

quinta-feira, dezembro 14, 2006

Nós e a Finlândia

Ontem à noite na RTP 1 foi transmitida uma reportagem interessante chamada "Nós e a Finlândia".

Depois de muito se ter falado, ao longo dos últimos meses, do modelo finlandês, do ensino finlandês, no sistema de saúde finlandês, da tecnologia finlandesa, e de como é que o país ultrapassou a crise dos anos 90, quisemos ver como é que afinal, funciona esta sociedade nórdica e compará-la com a sociedade portuguesa. Chegámos a conclusões extraordinárias:

- Os portugueses pagam mais impostos do que os finlandeses.
- O preço do passe social combinado é praticamente o mesmo em Helsínquia e em Lisboa.
- Os finlandeses não pagam menos do que 1000 euros a um trabalhador.
- Temos quase o dobro dos estudantes mas o nosso orçamento para a educação é menor do que o finlandês.
- Esperamos, em média, um mês para uma consulta no médico de família e os finlandeses não esperam mais do que três dias.
- etc.

Estas e outras conclusões são o resultado de um trabalho realizado ao longo de um mês, em Lisboa e em Helsínquia.

A reportagem “Nós e a Finlândia” é contada com base na experiência de uma finlandesa a viver em Portugal e de um português a residir na Finlândia. Ambos aceitaram colaborar neste trabalho.


Infelizmente só pude ver a parte final, mas pareceu-me realmente interessante. Talvez seja um pouco injusto comparar Portugal com aquele que é, provavelmente, o país mais avançado do Mundo presentemente, mas, seja como for chegam-se a conclusões interessantes. Muito me surpreenderam alguns dados estatísticos apresentados. As diferenças em termos de números são óbvias, claro, mas não são assim tão gritantes. E porquê? Porque a cultura e mentalidade própria de cada um dos povos faz toda a diferença. A abordagem à vida que cada um faz é tão diferente que é aí que reside a principal fonte do 'atraso' português em relação à Finlândia. Os finlandeses são ensinados desde crianças a adoptarem uma atitude de equipa, em prol dos 'outros' (embora individualmente sejam mais solitários); é-lhes inculcado desde cedo um certo sentido de dever para com os outros e para com o seu país que cá será quase impossível de adoptar. Para um finlandês, conforme disse o emigrante português só duas coisas são certas na vida: a morte e os impostos. Para um português é só a morte, porque quanto ao resto, vai-se dando um jeitinho, ou tentando.
E isso tudo vem de onde? Do sistema educativo. Os alunos finlandeses são os melhores a matemática em toda a Europa. Mostraram imagens de algumas crianças e tinham um ar normal, não eram aliens.

A emigrante finlandesa cá em Portugal expressou a sua total perplexidade com o funcionamento das coisas em Portugal. Para manter o nível de vida finlandesa em Portugal teve naturalmente de recorrer ao sistemas privados de saúde, educação, etc, etc. Algo que nunca faria na Finlândia.

Mentalidades e educações diferentes que fazem com que o português, como dizia o Miguel Esteves Cardoso noutro dia, nunca esteja bem com o que tem, queixa-se por tudo e por nada, nunca parando para apreciar o que já tem e o facto de poder ter o q tem.

O problema não é o que se não tem, é aproveitar ao máximo e usar o que se tem para melhorar. Parece ser isso o que os finlandeses fizeram, com os resultados óbvios.

Enfim, a reportagem acaba com um aviso interessante: se um português estiver a pensar em mudar-se para a Finlândia deve preparar-se para mudar também de estilo de vida. Tem de passar a chegar a horas a todo o lado, habituar-se a deitar-se cedo e a levantar-se cedo, tem de estar consciente que tem tantos deveres como direitos, tem de esperar pela sexta-feira para se ir divertir, tem de se habituar ao frio, tem de falar menos, etc etc. Ao que eu acrescento ainda o facto de ser o país por excelência do heavy metal mundial.


O que me leva a pensar que eu devia ter nascido finlandês. Mas ainda sou too much a fuckin' portuguese!

terça-feira, dezembro 12, 2006

Opeth - Clube Lua 09 Dezembro 2006

Pois foi, os Opeth lá voltaram a dar um grande e excelente concerto. Daqueles que, pessoalmente, me irei sempre lembrar. Afinal não foi no Paradise Garage, mas sim no Clube Lua, ali no Jardim do Tabaco.
Antes de mais, uma pequena palavra acerca desta mudança. Ela ocorreu uma vez que os bilhetes para o Garage já estavam esgotados há muito tempo. Eu próprio já o tinha adquirido há meses (obrigado Ricardo!). Visto que a procura continuou decidiram mudar o concerto para o Clube Lua, disponibilizando mais 150 bilhetes. Ora, conhecendo eu o Clube Lua como já conhecia, fiz o possível para minimizar os problemas previsíveis, comparecendo o mais cedo que pude e colocando-me desde logo na fila para entrar. Caso contrário....caso contrário teríamos o caldo entornado.
O Clube Lua não é adequado para concertos como o de Sábado,
que levam muita gente. É maior que o Paradise Garage? Será certamente, mas em espaço útil, isto é, espaço adequado para uma pessoa ver o espectáculo em condições? Ah, isso NÃO O É COMPROVADAMENTE! O espaço útil é, em geral do mesmo tamanho que o Garage! Tem um mezzanine, mas só as pessoas que estiverem à frente na varanda vêem. Depois, parte dessa mezzanine é algo recuada, a visão é complicada e mais difícil é com uma mega bola de espelhos à frente. Acresce que metade do espaço está uns dois degraus mais abaixo que o espaço fronteiro ao palco, o que significa que quem fica atrás não consegue pura e simplesmente ver nada. Vi várias pessoas lá em cima que nitidamente desistiram de tentar ver, limitando-se a ouvir.
É vergonhoso que a organização tenha disponibilizado mais bilhetes, sabendo de antemão (não me lixem! Só um cego é que não adivinha isto) que uma grande parte do pessoal não vai ver nada. Chama-se a isto vender gato por lebre.
Quanto a mim, coloquei-me logo na fila, a qual ainda era maior do que inicialmente supus, com voltas e reviravoltas sinuosas pelo espaço do Jardim do Tabaco. Mas consegui chegar-me à frente do espaço e ficar mesmo ao pé da grade, do lado totalmente direito do palco. O Nuno, o Vítor e o Daniel que estavam comigo ficaram mesmo 'para além da grade'.
Ainda assim tive de suportar um mais ou menos cerrado ataque dos moshers, alguns empurrões e perdas de equilíbrio que me obrigaram a fincar bem as pernas. Por volta da terceira ou quarta música um gajo que estava do meu lado direito numa espécie de soalho ligiramente mais alto quis trocar comigo para falar com um amigo e irem para a confusão.
A partir daqui foi uma beleza. Está bem que só via metade da bateria, mas via tudo o mais, descansadinho e duma perspectiva ligeiramente subida, e foi o que bastou para poder apreciar as duas horas de concerto. Aliás, acho que nunca tinha estado tão perto num concerto assim tão concorrido e tão 'violento'.
Antes tocaram uns tais de Amplifier que apenas trouxeram aborrecimento e perplexidade em geral. E mais não vale a pena dizer.
Quanto aos Opeth...enfim...li algures que o som não estava bom. Não sei, deve depender muitíssimo do local onde cada um estava. Eu cá fiquei muito satisfeito com o som. Alto, mas não em demasia, sem distorções ou feedbacks, todos os instrumentos se ouviam distintamente. É como se quer.

Eis o alinhamento:

Ghost Of Perdition (Ghost Reveries)
When (My Arms, Your Hearse)
Bleak (Blackwater Park)
Face Of Melinda (Still Life)
The Night And The Silent Water (Morningrise)
The Grand Conjuration (Ghost Reveries)
Windowpane (Damnation)
Blackwater Park (Blackwater Park)

encore:

Deliverance (Deliverance)


Músicas grandes, claro, que encheram quase duas horas, sendo o restante tempo preenchido pelas pequenas conversas e introduções que o vocalista Mikael Åkerfeldt ia mantendo com o pessoal, demonstrando uma excelente simpatia e comunicabilidade raras. Várias piadas foram trocadas entre ele e o público (que ia berrando as músicas que queria) e com o resto da banda. O gajo lá consegui engatar o público para pedir um solo de baixo para 'chatear' o baixista, o qua 'teve' de aceder para grande gáudio e galhofa da banda e do público. Mas lixaram-se porque foram depois 'exigidos' solos de bateria, e guitarra e até de voz, dando azo a que Mikael, com uma cara 'angelical' cantasse de improviso e a capella uma pequena coisa que costuma cantar à esposa, repleta de 'baby' e 'i love you'! LOLOLOL
Depois disse que era hora de tocar metal e mudou literalmente de cara, dizendo que agora, para tocar a próxima tinha de pôr 'esta' cara, prosseguindo a assumir uma cara que de tão 'maldosa' chegou a ser cómica. Mais risos do público, etc etc.

Musicalmente irrepreensível, grande presença em palco, de uma simpatia e simplicidade extrema, como só antes tinha visto no anterior concerto deles e no dos Evergrey. Enfim, cumpriram totalmente o que esperava deles, e mais até. Concertos como estes fazem parte daqueles que, certamente me vou recordar sempre, como algo único. Mesmo cansado, valeu a pena!

sábado, dezembro 09, 2006

Programa cultural para hoje:

Opeth Live in Lisbon

Photobucket - Video and Image Hosting


Finalmente vamos poder assistir ao concerto da tour de suporte ao magnífico álbum do ano passado "Ghost Reveries", já por demais dissecado por mim AQUI!

"The Grand Conjuration"

sexta-feira, dezembro 08, 2006

Please....

BURN IN HELLL!!!!!!!!




Oh, why don't you just leave me alone
Your the kind I choose not to know
I don't want you to see you I am
Your the kind that just tries to (command)
You try to fool me and make me look so blind
And you told so many stories
But the lies you told were only in your mind
Now I ride into the glory

All burn in hell
You're choosing well
All burn in hell

You fall and (fail)
If you think you're still in demand
Look inside you're a small frayed end
Now you don't want to be left alone
I know your rotten (goal) will unfold
You (demanded) me the things
I can (obey)
Now you're begging me for glory
Seems to me this has always been the way
The final chapter of the story

All burn in hell
You're choosing well
All burn in hell

White Lion

quinta-feira, dezembro 07, 2006

Ainda Barcelona...

From Nicko McBrain's Tour diaries:

On board flight from Barcelona to London.
Time: 1:25 local
November 30, 2006

Well, well, well, what can I say? Barcelona, YOU RULE!!!!!!!!!!!!
No offence to all of our wonderful fans through out the globe, but I have to admit this evening was the ‘Kin bollox I can tell you!!!!!!!!

We hit the stage at 9:50pm and we ‘Kin rocked from the off. All the audience seemed as one for every song that we played and ‘Kin loud too. I have not experienced what I did this night since maybe Quebec. Awesome night. We had a great time on stage and this show was Maiden at our finest.

All the tempos and grooves were right where they were supposed to be and everyone played two hundred percent. The vibe was immense.
I will not forget this show for a very long time. Thank you Barcelona for what for me was the best show on the whole of the tour so far!!!!!!!!!!!!!!!!!

Well, you guys will not be reading this until at least Friday sometime, as I do not have an internet service where I am living at the moment. I will not be able to post until then. I hope you guys are all well after a great night in Barcelona.

I am overwhelmed at the moment!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


Look forward to our show in Milano.

Stay safe and well
God bless you all

=Nicko=

Oh yes, our dinner last night was amazing!!!!
Thank you to all our chums at Moncho’s for a great time.

Well, we always seem to play great with a hangover!!!!!!! TEEHEE.





\m/



The Evil That Men Do



Out Of The Shadows


quarta-feira, dezembro 06, 2006

Foi e é assim: Maiden e tudo o mais!

Uff! Seja do lado do trabalho, seja do lado do lazer, dias complicados e cheios. Parece que não há maneira de passarem e, ao mesmo tempo parece que estão a passar a correr. Felizmente alguns problemas resolveram-se, outros vão-se resolvendo e outros vão ficando por aí mesmo. Nada a fazer, o melhor é não queimar mais a imponente massa cinzenta que me recheia o crâneo.
O Natal está aí, a correr e a saltar e, pela primeira vez em muitos anos, vai ser mesmo diferente para mim. Primeiro porque um daqueles problemas que não se resolveu foi a falta de dinheiro crónica que curiosamente me assalta sempre por esta altura (ai subsidiozinho de Natal, que serves para tudo menos para o Natal!LOL), mas desta vez é ainda mais crónica pelo que vai ser um Natal menos comercial. Falta de guito oblige. Depois porque pela primeira vez desde os inícios da década do grunge vou passar o Natal fora de Lisboa (não contando obviamente com os primeiros 10 anos da minha vida).Vai ser diferente portanto.

Enfim, mas o belo concertão de Iron Maiden já cá canta! E depois de tanto cansaço, suor e desidratação já estava pronto para outro! A viagem correu bem, o pessoal era porreiro e Barcelona é, sem dúvida, uma cidade a rever, com mais tempo espero.
O Palau Sant Jordi situa-se na aldeia olímpica em Montjuic e é uma zona muito agradável, no estilo do nosso Parque das Nações. Aliás o próprio Palau é ao estilo do Pavilhão Atlântico, embora um pouco maior penso eu.
Seja como for, leva mais gente que o nosso Pavilhão, a julgar pelas palavras do Bruce Dickinson
que agradeceu aos praticamente 18.000 fãs presentes (nem todos espanhóis, ehehe), fazendo daquele o MAIOR concerto que os Iron Maiden deram em Barcelona desde sempre. Claro que ser o único concerto em toda a Península Ibérica ajuda bastante!

Um concerto de Iron Maiden é sempre especial, pelo nível de intensidade e entrega que se sente quer no palco quer na plateia. É uma verdadeira celebração, uma festa, onde é impossível sentirmo-nos deprimidos ou down. Tudo se esquece naquelas quase duas horas em que há que concentrar as forças e energias no concerto. Pessoalmente posso dizer que é dos concertos que fisicamente exigem mais de mim. Mas tem de ser. Só assim se consegue, de facto, participar realmente no espectáculo. Foi o meu oitavo concerto de Iron Maiden. Consegui assistir a todas as tours desde 1995 (com excepção infelizmente da de 99). E em todos eles houve sempre qualquer coisa de diferente. Suponho que é isso que faz um fã. Mas este...este foi brilhante. Genial quase. Um dos melhores concertos, senão o melhor, que já assisti na minha vida. Só estando lá mesmo. Foi também o concerto mais caro de sempre, mas acho que é bem perceptível que valeu muito a pena. Seria difícil encontrar algo melhor!
Com um álbum tão bom como o último (surpreendente mesmo a todos os níveis para uma banda com 30 anos), foi bom vê-los a afirmarem a sua confiança total no seu trabalho ao tocarem o álbum todo de uma ponta à outra, deixando alguns clássicos para o fim. E foi bom ver que as novas músicas já soam melhor ao vivo que no disco. Sinal inequívoco de boa música digo eu.

Infelizmente voltei a confirmar que o público espanhol é em geral melhor que o português. Ou melhor, são em tudo iguais: participativos, energéticos, alegres e tal, mas em Espanha não existe aquele grupo de energúmenos violentos do costume que cá em Portugal há e que tornam impossível ver o concerto como se quer, uma vez que temos de estar preocupados em ver de onde virá a voar o próximo 'javali'. Enfim. Em Espanha o defeito principal é, como sempre, o falarem demasiado, e alto, mas até esse defeito foi 'domado' neste concerto, o que muito me surpreendeu. Houve agitação, saltos e
berraria, mas tudo em comunhão, sem preocupações ou chatices. Assim é que é. E pronto...venham mais concertos que mais tarde ou mais cedo é para acabar. E depois duvido que mais alguma banda me faça viajar para Barcelona e ficar mais de 30 horas sem dormir.


Mas até lá....venha 2008!

sexta-feira, dezembro 01, 2006

Iron Maiden Barcelona!!!!

Finalmente!

Ontem:



Aqui:



Palau Sant Jordi

quarta-feira, novembro 29, 2006

Later on...

A confusão continua instalada, mas mais logo eis o primeiro momento de pausa. Pelo menos para mim. Mas há-de correr bem certamente.




Logotipo do evento cortado porque a última coisa que me faltava realmente era ser processado por utilização indevida e não autorizada de uma logótipo registado. LOL Mas encontra-se o dito cujo completo no site abaixo referido, bem como uma série de outras interessantíssimas informações sobre pessoas importantes! If you know what i mean...; )

www.anteciparte.com

segunda-feira, novembro 27, 2006

Ainda à carga

Chuva, vento, tempestades, trânsito, ambulâncias, bombeiros, carros, inundações, Bancos, créditos, débitos, estornos, juros, prestações, reclamações, queixas, cartas, polícias, chefes, sub-chefes, incompetência, burgessos, bimbos, burocracia, mal educados, mal formados, alienados da realidade, blá blá blá.....tudo me aparece à frente.

Week 48 - Round 2




O que vale é que Quinta-Feira se aproxima! \m/

quinta-feira, novembro 23, 2006

Evergrey

"A Touch Of Blessing"



Climbing walls of an endless circle
Walking paths you never heard of
Struggling in an endless battle
Searching for a higher purpose

Drowning in betrayals river
The freezing cold will make you shiver
Join the world of greater learning
Crown me king and be my servants

Mislead by beauty
One you rarely find
So loving and friendly
It's one of a kind

Their arms wide open
Willing to take me in
No doubts in choosing
A world free from sin

All the dreams I had
All my future wishes
Put aside for a greater journey
All the things I planned
Left my friends so coldly
Put aside for a
Higher...

Mislead by beauty
One you rarely find
So loving and friendly
It's one of a kind

One single army
Unite as one
A touch of blessing
Which cannot be undone

Drowning in betrayals river
The freezing cold will make you shiver
Join the world of greater learning
Crown me king and be my servants

All the dreams I had
All my fulure wishes
Put aside for a greater journey
All the things I planned
Left my friends so coldly
Put aside for a higher purpose

All the dreams I had
All my future wishes
Put aside for a greater journey
All the things I planned
Left my friends so coldly
Put aside for a
Higher


Englund

terça-feira, novembro 21, 2006

!!!...

I CAN



May I take you higher
Feed well your desire
We won't be forgotten
Foes left slain and rotten

I will have my way as once before
Others stand in awe can't scorn at all

I can, I can, I can make it all again
I don't wanna lose, I don't wanna get drowned
I can, I can, I can heed the call again
Fulfill my dreams until I'm cured
I can

Will I be the flyer
Keep you more inspired
Some will leave here shattered
Wish us tarred and feathered

Show me anyone who doubts our ways
I will laugh out loud and I will say

I can, I can, I can make it all again
I don't wanna lose, I don't wanna go down
I can, I can, I can make the call again
Can attain everything to leave you sure
I can

Leave me waiting years or strike today
Trample down the walls and pave your way

I can, I can, I can.........
Fulfill my dreams until I'm cured

segunda-feira, novembro 20, 2006

In the meanwhile.

Segunda Feira, dia 20 de Novembro de 2006.
Semana 47.
9 dias para Anteciparte.
10 dias para Barcelona e Maiden.
19 dias para Opeth.
34 dias para o Natal.
41 dias para o fim de ano.

But in the meanwhile:



À carga!!!!
(ou: a atitude a ter nos próximos dias...)

sexta-feira, novembro 17, 2006

"In The Year 2525"

Zager and Evans

Tocado no programa Beat Club em 1969.

Nunca tinha visto ou sequer ouvido tal canção. É tão, mas tão típica dos anos 60; o tema é bastante óbvio, quase um cliché nos dias de hoje, mas..... É estranha....a melodia é circular e quase psicadélica, mesmo hipnotizante, o video é rudimentar mas intrigante ao mm tempo,o próprio duo tem um ar, sei lá, esquisito e contraditório.... enfim, impressionou-me. E a melodia continua a 'passar' na minha cabeça desde ontem num movimento circular enorme e quase como uma montanha russa. A própria letra que aposta na repetição cíclica da ideia base contribui para isso...e acaba como começou...



In the year 2525
If man is still alive
If woman can survive
They may find

In the year 3535
Ain't gonna need to tell the truth, tell no lie
Everything you think, do and say
Is in the pill you took today

In the year 4545
You ain't gonna need your teeth, won't need your eyes
You won't find a thing to chew
Nobody's gonna look at you

In the year 5555
Your arms hangin' limp at your sides
Your legs got nothin' to do
Some machine's doin' that for you

In the year 6565
You won't need no husband, won't need no wife
You'll pick your son, pick your daughter too
From the bottom of a long glass tube

In the year 7510
If God's a-coming, He oughta make it by then
Maybe He'll look around Himself and say
"Guess it's time for the judgement day"

In the year 8510
God is gonna shake His mighty head
He'll either say "I'm pleased where man has been"
Or tear it down, and start again

In the year 9595
I'm kinda wonderin' if man is gonna be alive
He's taken everything this old earth can give
And he ain't put back nothing

Now it's been ten thousand years
Man has cried a billion tears
For what, he never knew
Now man's reign is through

But through eternal night.
The twinkling of starlight.
So very far away.
Maybe it's only yesterday.

In the year 2525
If man is still alive.
If woman can survive, they may find.








Mais info em Comments.

quarta-feira, novembro 15, 2006

Porquês

1. Porque é que ainda dão tempo de antena ao Santana Lopes? E já agora, onde é que ele vai buscar a manífica cara de pau para dizer o que diz e, ainda por cima, escrever um livro sobre isso????

2. Porque é que deixam as instituições bancárias fazerem o que bem lhes apraz, para benefício próprio e sempre à custa do desgraçado que mete lá uns tostões? Onde é que está a vergonha dessa gente? Pena que não seja tão grande e desenvolvida como a sua incompetência e falta de noção das coisas.

3. Porque é que uma pessoa que esteja parada a tirar bagagem da bagageira do seu carro à porta de casa já não pode estar descansada???? Ah! Pois claro! É porque nunca se sabe de onde virão os próximos bêbedos nojentos de merda a fazerem corridas e a picarem-se mutuamente numa pacata zona residencial.

Nas imortais palavras de Johnny Cash:









E é quarta-feira...

terça-feira, novembro 14, 2006

BDB-BITUK

Bom, e cá está finalmente. O tão esperado álbum do Badly Drawn Boy, "Born In The U.K.". Esperado porque acho que nunca tinha havido um hiato temporal entre álbuns tão alargado como este que separa "Born In The U.K." do anterior "Have You Fed The Fish?"; esperado ainda porque aparentemente assinalaria uma mudança de sonoridade, um corte evolutivo com o passado, no qual Damon Gough assumiria de vez a sua predilecção pela obra de Bruce Springsteen (ainda tenho de descobrir de qual canção do Springsteen ele 'ripou' a melodia da "A Journey From A to B").
E agora que já cá está o que dizer? Bom, antes de mais é, de facto, diferente de tudo o que ficou para trás. É um álbum mais directo, mais simples e despido. Faltam aqueles arranjos, aqueles pormenores, aqueles bocadinhos de tudo e nada que sempre caracterizaram a banda. O tom é agora muito mais low profile, muito mais melancólico e introspectivo quase triste nalguns momentos. Obviamente que ainda é facilmente identificável como BDB, mas há qualquer coisa que falta realmente, ou, por outras palavras, qualquer coisa que mudou.
E qual é o resultado prático disso? É este: à primeira audição pode considerar-se este álbum como algo aborrecido e monótono. No entanto, a minha terceira ou quarta edição calhou num momento totalmente ocioso (sim, estava genuinamente a preguiçar) da minha parte no qual não estava a fazer absolutamente nada a não ser ouvir as canções. E foi aí que o álbum me puxou para dentro e me fez perder a noção do tempo.
Sim, de facto talvez seja o álbum menos catchy de todos, talvez se possa mesmo considerar o 'pior álbum do BDB' até à data (a crítica parece concordar, embora sempre tenha achado que o BDB anda um pouco à margem disso), mas ainda assim há valores a descobrir nele, há bastantes pormenores a descobrir, pormenores não tão auto-evidentes e cantaroláveis como anteriormente, mas ainda assim interessantes. Mas é preciso escutá-los com paciência e disponibilidade. Caso contrário.... Enfim, gostei, mas ficam muitas expectativas para o próximo....


"Nothing's Gonna Change My Mind"

segunda-feira, novembro 13, 2006

Iced Earth I

"Melancholy (Holy Martyr)"

Make the sadness go away
Come back another day
For years I've tried to teach
But their eyes are empty
Empty too I have become
For them I must die
A sad and troubled race
An ungrateful troubled place

I see the sadness in their eyes
Melancholy in their cries
Devoid of all the passion
The human spirit cannot die
Look at the pain around me
This is what I cry for
Look at the pain around me
This is what I'll die for

Make the sadness go away
Come back another day
The things I've said and done
Don't matter to anyone
But still, you push me to see
Something, I can never be
Why am I their shattered king?
I don't mean anything

I see the sadness in their eyes
Melancholy in their cries
Devoid of all the passion
The human spirit cannot die
Look at the pain around me
This is what I cry for
Look at the pain around me
This is what I'll die for

domingo, novembro 12, 2006

Opeth I

"Harvest"



Stay with me awhile
Rise above the vile
Name my final rest
Poured into my chest

Into the orchard I walk peering way past the gate
Wilted scenes for us who couldn't wait
Drained by the coldest caress, stalking shadows ahead
Halo of death, all I see is departure
Mourner's lament but it's me who's the martyr

Pledge yourself to me
Never leave me be
Sweat breaks on my brow
Given time ends now

Into the orchard I walk peering way past the gate
Wilted scenes for us who couldn't wait
Drained by the coldest caress, stalking shadows ahead
Halo of death, all I see is departure
Mourner's lament but it's me who's the martyr

Spirit painted sin
Embers neath my skin
Veiled in pale embrace
Reached and touched my face

Into the orchard I walk peering way past the gate
Wilted scenes for us who couldn't wait
Drained by the coldest caress, stalking shadows ahead
(Release your grip, let me go, into the night)
Halo of death, All I see is departure
Mourner's lament but it's me who's the martyr

sábado, novembro 11, 2006

#23763.956.0098

Europe - "Secret Society"


Human After All

Live, baby life is loud
We'll make it through the filth and the glory
Give, more of what you've got
Funk it up, and tell your story

For every dream that got away
We found our ordinary day
For every blue sky turning gray
We found imaginary ways
I look at you and where we are
We're human after all


Time, there's no remedy
Just hold our broken hearts together
Your touch, all that chemestry
Now im lost, unlikely defender

For every dream that got away
We found our ordinary day
For every blue sky turning gray
We found imaginary ways
I look at you and where we are
We're human after all

It's alright, when the day is done
It's alright, there's something better
It's alright, when the morning comes
It's alright, there's nothing better
For every dream that got away
We found our ordinary day

For every blue sky turning gray
We found imaginary ways
I look at you and where we are
We're human after all

sexta-feira, novembro 10, 2006

Clap clap clap

Ontem uma coisa inaudita aconteceu: dei por mim extremamente concentrado na Grande Entrevista da RTP e agradavelmente suspenso nas palavras dum Professor Doutor de Gestão Empresarial. Um tema que, em bom rigor sempre me interessou tanto como a contagem das escamas do carapau. Porém, este senhor, José Pinto dos Santos, professor num dos maiores institutos de gestão empresarial do Mundo e considerado uma sumidade na matéria tem um discurso do mais agradável, simpático e esclarecido que já vi. Só mesmo assim para que a minha atenção se prendesse num homem que falava de gestão emprsarial à Judite de Sousa. Se muitos que cá sabemos fossem e falassem e, sobretudo raciocinassem assim, com toda aquela clareza e humildade, as coisas seriam bem diferentes.

E ainda por cima fartou-se de dizer grandes verdades, simples mas grandes. Uma delas foi especialmente interessante uma vez que me confronto com ela quase todos os dias. Dizia ele, mais ou menos assim:

"Os portugueses são excelentes trabalhadores. Dedicados e orgulhosos do que fazem. No entanto estão mal aproveitados, são MAL DIRIGIDOS".


Haja alguém que tenha finalmente dito isto, irra! É que vê-se (vejo) com cada um a mandar sem saber o que está a fazer que até dói.

quinta-feira, novembro 09, 2006

As Sete Maravilhas 2 - The Tuga Revenge!

A democracia finalmente!

Conforme já tinha escrito aqui está a decorrer a votação mundial para decidir quais serão as Novas Sete Maravilhas da Humanidade. Uma Fundação chamada New Seven Wonders tomou a seu cargo essa tarefa. Faltam, segundo aquele site, 240 dias para terminar a votação, pelo que há tempo, muito tempo.

O que também já está confirmado segundo o Correio da Manhã é que a cerimónia oficial que apresentará ao Mundo interessado o resultado desta importante votação irá mesmo decorrer em Lisboa no dia 7 de Julho de 2007, no Estádio da Luz (ele próprio quiçá, uma maravilha, segundo alguns...lol). O evento é considerado um misto de cerimónia de entrega dos Óscares com uma abertura a fazer lembrar os Jogos Olímpicos. Barcelona, Roma, Kuala Lumpur e Dubai também estavam na corrida para acolher o evento, mas a New7Wonders Foundation – criada em 2001 pelo suíço Bernard Weber, ex-produtor de TV e aventureiro que se tem dedicado à divulgação e preservação de monumentos mundiais – considerou a capital portuguesa a cidade indicada para o efeito.

Mas mais! A empresa Realizar, responsável por trazer tal evento para Lisboa, não quer que Portugal fique mal visto. E como tal, toca de lançar a votação para nomear as As 7 Maravilhas de Portugal! Portanto os 'tugas vão poder escolher as nossas próprias maravilhas. Não se sabe bem como ainda uma vez que aquele site apenas contém uma espécie de slide show com imagens das maravilhas. Sabe-se que 7 personalidades elegerão 77 monumentos, depois outras personalidades escolherão 21, as quais, essas sim, serão submetidas a sufrágio do povão.

Nunca o português teve de votar tanto!


quarta-feira, novembro 08, 2006

A Besta Fedorenta

O tempo tem sido escasso e a paciência também. Mas hoje lembrei-me de vir aqui ao meu 'personal shout box' (que bem que é intercalar palavras em ingalês) para referir uma situação propiciadora do maior asco e náusea.
Há umas semanas, em plena euforia do programa sobre os "Grandes Portugueses" encontrei, por acaso este blog dedicado aos
Pequenos Portugueses. Bom, talvez seja uma ideia algo previsível e óbvia, na sequência do "outro" programa, e talvez seja mesmo uma ideia a que muita gente não ache muita piada ou humor, mas a verdade é que algumas das (poucas) personagens nele contempladas merecem bem o galardão.
Para já apetecia-me que o prémio fosse atribuído a este senhor que tanto fez e faz para espalhar a palavra do que é ser boçal, grosseiro, burgesso, mal educado e mal formado.
Até quando é que teremos de aturar as divagações psicopatas e psicóticas deste senhor que claramente devia estar a morar num belo T-Zero almofadado, vestido com um belo coletezito com bastantes fivelas e correntes? Até quando vai este senhor pensar que é o enviado de Deus à terra, que quer, pode, manda e faz?
Vem isto a propósito de ontem, na sequência do debate sobre o Orçamento de Estado na Assembleia, esta besta adiposa engravatada ter vindo dizer que o Sr. Primeiro Ministro era "mentiroso e doente"! Independentemente das opções e acções do nosso Primeiro Ministro, que aqui não estão em análise, as opiniões daquela Besta são por demais achincalhantes e baixo nível.
São opiniões e palavras (estas e outras) ditas de uma forma que me levam a pensar que esta Besta estaria melhor colocada em qualquer ringue do Wrestling americano, a lutar contra outros palhaços, mas que pelo menos não se levam tão a sério.
Aí está o futuro para esta Besta. Fatos de fantasia não lhe faltam como se sabe. É só escolher um nome de guerra, como por exemplo "Verruga Adiposa" ou coisa que o valha, e pronto.
A situação é já de tal ordem que parece-me que já ninguém leva a sério esta Besta. O próprio Sócrates não deu importância às declarações...pois não são mais nada do que o costume.
O quê? O Bobo já não diverte ou chama a atenção da Corte? Tornou-se rotineiro? Para a forca com ele então! Sim, este Bobo tornou-se numa Besta. Numa Besta incómoda e aborrecida. Visto que não se pode exterminar, parece que se está a aguardar que caia de caduco. Pergunto-me qual será a opinião que esta massa de banhas abestalhada terá acerca do sketch no Gato Fedorento do último Domingo!? LOL


\m/


sexta-feira, novembro 03, 2006

Apeteceu-me.

Este não é meu e é um pouco longo, mas resolvi pô-lo aqui para me lembrar e saber onde está e porque é um texto diferente do que é habitual nestas matérias.

Portugal vale a pena

Eu conheço um país que tem uma das mais baixas taxas de mortalidade de recém-nascidos do mundo, melhor que a média da União Europeia. Eu conheço um país onde tem sede uma empresa que é líder mundial de tecnologia de transformadores. Mas onde outra é líder mundial na produção de feltros para chapéus.
Eu conheço um país que tem uma empresa que inventa jogos para telemóveis e os vende para mais de meia centena de mercados. E que tem também outra empresa que concebeu um sistema através do qual se
pode escolher, pelo seu telemóvel, a sala de cinema onde quer ir, o filme que quer ver e a cadeira onde se quer sentar.
Eu conheço um país que inventou um sistema biométrico de pagamento nas bombas de gasolina e uma bilha de gás muito leve que já ganhou vários prémios internacionais.
E que tem um dos melhores sistemas de Multibanco a nível mundial, onde se fazem operações que não é possível fazer na Alemanha, Inglaterra ou Estados Unidos.
Que fez mesmo uma revolução no sistema financeiro e tem as melhores agências bancárias da Europa (três bancos nos cinco primeiros lugares).
Eu conheço um país que está avançadíssimo na investigação da produção de energia através das ondas do mar. E que tem uma empresa que analisa o ADN de plantas e animais e envia os resultados para os clientes de toda a Europa por via informática.
Eu conheço um país que tem um conjunto de empresas que desenvolveram sistemas de gestão inovadores de clientes e de stocks, dirigidos a pequenas e médias empresas.
Eu conheço um país que conta com várias empresas a trabalhar para a NASA ou para outros clientes internacionais com o mesmo grau de exigência.
Ou que desenvolveu um sistema muito cómodo de passar nas portagens das auto-estradas. Ou que vai lançar um medicamento anti-epiléptico no mercado mundial.
Ou que é líder mundial na produção de rolhas de cortiça. Ou que produz um vinho que "bateu" em duas provas vários dos melhores vinhos espanhóis.
E que conta já com um núcleo de várias empresas a trabalhar para a Agência Espacial Europeia. Ou que inventou e desenvolveu o melhor sistema mundial de pagamentos de cartões pré-pagos para telemóveis. E que está a construir ou já construiu um conjunto de projectos hoteleiros de excelente qualidade um
pouco por todo o mundo.
O leitor, possivelmente, não reconhece neste País aquele em que vive - Portugal. Mas é verdade. Tudo o que leu acima foi feito por empresas fundadas por portugueses, desenvolvidas por portugueses, dirigidas por portugueses, com sede em Portugal, que funcionam com técnicos e trabalhadores portugueses.

Chamam-se, por ordem, Efacec, Fepsa, Ydreams, Mobycomp, GALP, SIBS, BPI, BCP, Totta, BES, CGD, Stab Vida, Altitude Software, Primavera Software, Critical Software, Out Systems, WeDo, Brisa, Bial, Grupo Amorim, Quinta do Monte d'Oiro, Activespace Technologies, Deimos Engenharia, Lusospace, Skysoft, Space Services. E, obviamente, Portugal Telecom Inovação.
Mas também dos grupos Pestana, Vila Galé, Porto Bay, BES Turismo e Amorim Turismo.

E depois há ainda grandes empresas multinacionais instaladas no País, mas dirigidas por portugueses, trabalhando com técnicos portugueses, que há anos e anos obtêm grande sucesso junto das casas-mãe, como a Siemens Portugal, Bosch, Vulcano, Alcatel, BP Portugal, McDonalds (que desenvolveu em Portugal um sistema em tempo real que permite saber quantas refeições e de que tipo são vendidas
em cada estabelecimento da cadeia norte-americana).
É este o País em que também vivemos. É este o País de sucesso que convive com o País estatisticamente sempre na cauda da Europa, sempre com péssimos índices na educação, e com problemas na saúde, no
ambiente, etc. Mas nós só falamos do País que está mal. Daquele que não acompanhou o progresso. Do que se atrasou em relação à média europeia.
Está na altura de olharmos para o que de muito bom temos feito. De nos orgulharmos disso. De mostrarmos ao mundo os nossos sucessos - e não invariavelmente o que não corre bem, acompanhado por uma fotografia de uma velhinha vestida de preto, puxando pela arreata um burro que, por sua vez, puxa uma carroça cheia de palha. E ao mostrarmos ao mundo os nossos sucessos, não só futebolísticos, colocamo-nos
também na situação de levar muitos outros portugueses a tentarem replicar o que de bom se tem feito. Porque, na verdade, se os maus exemplos são imitados, porque não hão-de os bons serem também seguidos?

Nicolau Santos, Director - adjunto do Jornal Expresso

In Revista Exportar

quinta-feira, novembro 02, 2006

Ah pois é.

E pronto, já estamos em Novembro. Parece que ainda o outro dia andava a preguiçar com o belo do chinelo e do calçãozito. Não tarda está aí o Natal e o raio da passagem de ano. Deve ser da idade e da vida preenchida, mas cada vez mais parece que o ano mete o turbo a seguir a Setembro. Mal entra Outubro é sempre a aviar.
É claro que começar o mês de Outubro com referências tão explícitas ao Natal também não ajuda muito. E penso mesmo que este ano foi batido o recorde. Tal como na Primavera se procura a primeira andorinha, no Inverno (qual quê! É mesmo no Outono) procura-se a primeira referência ao Natal. Este ano ganhou uma estação de rádio qualquer na qual passou um anúncio publicitário não sei de quê, que já desejava Boas Festas ao povo.
Depois, poucos dias depois tínhamos já Lisboa natalíciamente engalanada com as tradicionais e proverbiais luzes...até as terreolas mais pequeninas o estavam.
Por fim, ainda na semana passada (ou deverei dizer 'já na semana passada'?), ouvi um arrumador a desejar Boas Festas a um dos seus 'clientes'. Mas ainda estávamos em Outubro!!!! Isso é q é vontade. :)



E pronto, era só isto.



Obrigado, voltem sempre.








E Boas Festas!

terça-feira, outubro 31, 2006

Um disco

Unchained




Uma boa ilustração de um dos melhores álbuns deste ano.

segunda-feira, outubro 30, 2006

«««»»»

Somehow i know
That things are gonna change
New boundaries on the way
Like never were before
Find a meaning to your life
No way to limit our goals
Healing whispers of the angels
Bring the sunrise again

Angra

quinta-feira, outubro 26, 2006

Brava Dança

Lá fomos então ao Doc Lisboa ver o documentário sobre os Heróis do Mar. Realmente há muita gente neste país. Ou então a cultura está na moda! O átrio da Culturgest estava apinhado de gente e não era porque estava a chover a potes. Havia uma fila enorme para comprar bilhete, embora não tenha a certeza que fosse para o "Brava Dança", pois parece-me que os bilhetes já estavam esgotados há uns dias. Ainda bem que a Maria foi lá com muita antecedência.
Enfim, antes de mais, foi um ambiente algo inusitado, cheio de caras conhecidas (quer dizer, só reparei no Rodrigo Leão e no Nuno Lopes e, claro está, nos Heróis do Mar themselves, mas devia haver mais) e bastante 'fashionable', não num sentido pejorativo.
O Grande Auditório da Culturgest ficou cheio naturalmente. A nós bastou-nos entrar 10 minutos antes para conseguir lugares óptimos, claro que o restante pessoal levou mais tempo a entrar, atrasando o início, como já é da praxe para indignação da avózinha sentada ao meu lado.

Atrás de nós estava uma fila reservada para, como viémos a descobrir, os elementos da banda e familiares. Na verdade só o Pedro Aires de Magalhães, o Carlos Maria Trindade e o Rui Pregal da Cunha estiveram aí sentados. O Paulo Pedro Gonçalves não veio, ainda deve viver em Londres e pareceu-nos ver o António José Almeida (o primeiro a sair da banda e o único que se desligou da música) sentado noutro lado do auditório (será que não se falam? No documentário ele deu a entender que se 'fartou'...).
Bom, o primeiro a chegar, atraindo muuuuuuita atenção foi o Rui Pregal da Cunha, no seu, digamos assim, estilo inimitável.

Posto isto iniciou-se a sessão com algumas palavras dos realizadores e do produtor franciú que nos fez o favor de avisar da festa no Lux pós visionamento do doc (pois, pois, já lá vamos).
O documentário em si tinha bastante piada, e as entrevistas descontraídas e as histórias que os entrevistados iam contando eram muito divertidas. A declaração de intenções que citei no outro post está correcta. Não só se trata de contar a história dos Heróis do Mar, mas também a de Portugal, pré e principalmente pós 25 de Abril. As mentalidades, cultura, opiniões e sistemas de pensamento existentes na altura e os quais os Heróis do Mar foram os primeiros a desafiar radical, agressiva e ostensivamente (o nome "Raça" chegou a ser pensado para a banda). Foram dos primeiros a construirem um conceito estético e imagético que passava não só pela música, mas também pela imagem, pelas roupas, e pelo simbolismo da Portugalidade.
As suas actuações fizeram correr tinta. As palavras, suas conotações e uma fortíssima imagem dominada por fardas e pela presença da cruz de Cristo valeram-lhes críticas, conotando-os abusivamente com ideais "fascistas". Preconceito que ainda hoje existe. Menos, mas existe.
Mariquices à parte, a verdade é que a relevância desta banda na música portuguesa é inegável. O conceito inicial, de tão violento e provocador, teve de ser 'amaciado', caso contrário, canções como "Saudade" ter-se-iam chamado "Marchar Sobre Lisboa". Os tempos eram outros, era certamente mais difícil singrar no mundo da música, ainda mais quando se tinha um conceito e ideais tão definidos. Seja como for, saber que os 'hits' dos Heróis foram compostos em horas e 'atirados' para a editora, do género "Vá, tomem lá um single comercial", deixou-me algo perplexo.
"Paixão" foi escrita precisamente para as pistas de dança, porque não havia música portuguesa nesse âmbito. Tem piada que ainda são os Heróis do Mar os mais tocados nessas discotecas.
Enfim, é um documentário interessante, mas, para ser curto e grosso, acho que 1h20 é demasiado tempo se comparado com a informação a que temos acesso. Parece-me que na tentativa de contar não só a história de uma banda mas também a de um país e a de uma época, o documentário acaba por ficar algo aquém. Talvez tenha tentado abarcar demasiado, não sei. Fica-se com a chamada 'panorâmica geral' daquela altura, da perspectiva dos Heróis do Mar e dos próximos a eles. Teria piada ver entrevistas de outros músicos (só o Zé Leonel ex-Xutos é pouco!) que mostrassem a sua perspectiva, a sua opinião acerca dos Heróis.

Mas pronto, não se pode ter tudo. E só a recolha de material (arqueológico) já é de si impressionante!

No fim: aplausos generalizados. A avózinha do meu lado participou activamente soltando uns 'uh-uhs' ferroviários. LOL

quarta-feira, outubro 25, 2006

Se fosse eu a escolher,

não que isso importe muito, seria:


01. D. João I - Click!

02. Aristides de Sousa Mendes - Click!

03. D. Nuno Álvares Pereira - Click!

04. Salgueiro Maia - Click!

05. Luís Vaz de Camões - Click!

06. Eça de Queirós - Click!

07. D. João II - Click!

08. Fernando Pessoa - Click!

09. Paula Rêgo - Click I, Click II

10. José Mourinho - Click I, Click II


Ficou a faltar espaço para o Bartolomeu Dias e para o Fontes Pereira de Melo, paciência, não dá para todos.

Tanto a Paula Rego como o Mourinho têm dois links não por terem alguma relevância especial, mas apenas porque a wikipedia portuguesa é muito escassa em relação à primeira e, ao que parece, muito parcial em relação ao segundo. LOL

terça-feira, outubro 24, 2006

Tonight



21.00 Grande Auditório Culturgest
Brava Dança [SE]
de José Pinheiro e Jorge Pires 75' Portugal 2006



Revisitar a história do grupo Heróis do Mar para analisar o confronto entre as imagens de um Portugal antigo e de um Portugal moderno. As ideias, os ideais e as dinâmicas em jogo na música popular portuguesa da década de 80 e a sua posição no contexto europeu, pela voz dos músicos e não-músicos que se envolveram na fabricação dessa trama conceptual. Um documentário que toma por nexo as relações entre a música popular, a política e a sociedade portuguesas, e a imagem que o país fazia - e faz - de si mesmo.

Programa


Blog Oficial

segunda-feira, outubro 23, 2006

Little Miss Sunshine

Ou:

"Família à Beira de um Ataque de Nervos"




Ou ainda: "Como um filme bastante interessante pode perder imensos espectadores por causa de mais uma das famosas 'traduções' de títulos para português"! É verdade que o filme retrata precisamente, a meio caminho entre o drama e o humor (negro), uma família à beira de um ataque de nervos; é verdade também que o subtítulo original ("A family on the verge of a breakdown") pode ser traduzido assim, mas -MAS- pôr assim este título como o título principal pode ter o efeito perigoso de fazer algumas pessoas pensar que este filme é mais uma comédiazeca americana, quando não é assim tão simples. Ok, pode não ser revolucionário na história do cinema, mas é muito mais do que uma mera comédiazita familiar.
Por outro lado, por entre todo o drama e constrangimento presentes, não deixa de ser um dos filmes mais inteligentemente hilariantes dos últimos meses, na forma como apresenta, constrói e desenvolve cada uma das personagens e respectivas características e as suas inter-relações enquanto família."Welcome to Hell" diz o filho mais velho ao tio (Steve Carell-surpreendentemente contido e contemplativo) acabado de chegar para passar uma temporada após uma tentativa falhada de suicídio.

“Little Miss Sunshine" conta, assim, a história da família Hoover - pai, mãe, dois filhos, um avô e um tio -, uma das famílias mais disfuncionais que se tem visto nos últimos tempos. O pai é obcecado em vencer e odeia tudo o que 'cheire' a perdedor, o avô é mal educado, grosseiro e viciado em cocaína, o filho mais velho odeia a família e fez um voto de silêncio em jeito de promessa, o tio é professor, fã de Proust e odeia a sua vida, a filha vive obcecada com concursos de beleza e a mãe tenta manter tudo isto junto, sabe Deus como.

Pelas mais variadas razões, que agora não vale a pena explicar, todas estas pessoas vêem-se reunidas numa viagem de milhares de kilómetros até à Califórnia, para o concurso “Little Miss Sunshine”, onde a miúda vai poder realizar o seu sonho finalmente.
Ao longo dessa viagem a família vai ter de se confrontar e lidar com sonhos desfeitos, corações partidos, falhanços, morte e uma teimosa carrinha VW ‘Pão de Forma’.

Road movie por excelência, a viagem em si representa, como seria de esperar, um processo de consciencialização para cada um dos membros da família. A viagem irá afectá-los profunda e inesperadamente, sem excepção.


"An hilarious tale about winning, losing and that nether state in between where most of us must learn to live".

sexta-feira, outubro 20, 2006

Friday it is!!

Há quem ofereça telemóveis ao Rei de Espanha



E depois só traga de volta a bela da boina.


Vá, enfia o carapuço!

quinta-feira, outubro 19, 2006

!!!#2

BANKSY II



Mais informações na Wikipedia em Bansky, com especial destaque para a secção "Confirmed Art Stunts". Ao que parece o homem costuma visitar vários museus (e países) deixando obras suas expostas sem qualquer autorização. Em Março de 2005 a obra que ele deixou no British Museum acabou por ser adicionada à colecção permanente deste Museu.
Em Agosto pintou várias imagens no lado palestiniano do muro que Israel construiu, incluindo uma imagem em que uma criança faz um buraco no muro e outra em que uma escada parece sobrepôr-se ao muro.
Mas a melhor de todas foi em Setembro deste ano quando o homem substituiu 500 exemplares do CD da Paris Hilton em várias lojas do Reino Unido por outros tantos 'tratados' por ele. As canções passaram a ter títulos como "Why am I Famous?", "What Have I Done?" and "What Am I For?". Para além disso a moçoila aparece em topless e com uma cabeça de cão. LOL Alguns destes exemplares chegaram a ser vandidos antes que as ljas dessem pela partida. Presentemente já valem mais de 700 libras.

quarta-feira, outubro 18, 2006

!!!!!!

BANKSY




Tinha o site há tanto tempo mas nunca tive tempo de explorá-lo. Agora que o fiz deixem-me partilhar algumas pérolas deste pintor, graffiter, fotógrafo anarco-artista incógnito de Bristol. O link está mesmo ali ao lado.

Clicar nas imagens para ver em grande.